….sinais claros dos tempos…. IDIOTAS INSTRUÍDOS “PÕEM DEUS PARA CORRER” DO REINO PÓS-CRISTÃO ONDE A JUVENTUDE SE AFUNDA NA FALTA DE SENTIDO PARA A VIDA

Se Deus criou a Terra ou não, o governo da Escócia não quer nem saber. O que eles sabem — e decidiram por lei — é que o criacionismo está proibido de ser ensinado em escolas dentro da disciplina de Ciências, como era comum no país. A decisão é considerada uma vitória da Scottish Secular Society (SSS), que há anos luta pela mudança.

“Finalmente conseguimos chegar ao ponto de o ministro responsável declarar que o criacionismo não deve e não pode ser ensinado como uma ciência”, afirmou Paul Braterman, conselheiro científico do SSS. A instituição garante que não tem nada contra o fato de o criacionismo ser citado ou ensinado, mas sempre distante da ciência — para isso, diz ela, existem aulas de religião.

Com a decisão tomada, a Escócia agora se iguala aos seus vizinhos Inglaterra e País de Gales, que também proíbem o fato de o criacionismo ser ensinado como ciência. De acordo com o governo escocês, por meio de seu porta-voz, a intenção é que os alunos sejam expostos a “questões complexas e desafiadoras que possam desenvolver seus sensos críticos”.

Fonte: https://br.noticias.yahoo.com/deus-criou-a-terra–na-esc%C3%B3cia-agora-%C3%A9-proibido-ensinar-isso-175742341.html?linkId=14616639

NOTÍCIA AMPLIADA NO GOSPEL PRIME
Oficialmente, a maior parte da população da Escócia é formada por cristãos. O país foi berço de um movimento missionário de alcance mundial no início do século 20. Pouco mais de cem anos depois, o percentual de cristãos caiu para pouco mais de 66% em 2001 e no ano passado chegou a 55%. Há muita incerteza entre os membros da igreja.

Nas igrejas protestantes (evangélicas), 23% dos entrevistados disseram não acreditar que Jesus foi alguém real, enquanto 14% dos membros da Igreja Católica pensam o mesmo.

Talvez por isso teve pouca repercussão o fato de o ensinamento sobre o criacionismo ser proibido nas escolas do país. Seguindo uma decisão já tomada pelos governos da Inglaterra e do País de Gales, acabou a tradição de se apresentar a ideia que Deus criou o mundo como válida.

Depois de anos lutando na justiça, o grupo ateista Scottish Secular Society (SSS), comemorou. Paul Braterman, conselheiro científico do SSS, declarou: “Finalmente conseguimos que o criacionismo não deva e não possa ser ensinado como ciência”.

O governo escocês, através de porta-voz, alega que tomou essa decisão para que os alunos sejam expostos a “questões complexas e desafiadoras que possam desenvolver seus sensos críticos”.

Desde setembro de 2014 a SSS tinha uma petição junto ao Parlamento Escocês para proibir que as escolas falassem sobre Deus. Alguns membros do Parlamento escocês, que fazem parte da Comissão de Educação e Cultura, emitiram uma nota esclarecendo que não havia necessidade de uma legislação sobre o assunto, pois os professores devem ser capazes de “exercer seu julgamento” sobre o assunto.

O jornal Herald Scotland ouviu um porta-voz do governo escocês, que foi categórico: “A educação na Escócia não relacionará mais o criacionismo como um princípio científico. Isso não faz parte do aprendizado e do ensino de ciências nas nossas escolas”.  (http://goo.gl/znWUml)

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