CABEÇA-DURA – Língua impensante

valente3

Hoje, ao comentar um post de um colega acabei exagerando e usando uma palavra inadequada. Me senti mal ao perceber que o machuquei.

O ego velho quis manter a pose, mas a consciência de escravo de Cristo me levou a ir contra minha vontade de aparecer mais que os outros. Então pedi desculpas e prometi evitar tal atitude.

Palavras ferem, fazem sofrer, destroem reputações, geram guerras locais e mundiais. Se voltam contra dolorosamente nós. Deus me ajude a alcançar a humildade não-mecânica e hipócrita sempre que agir errado!

Se alguém pode dominar a sua língua, isso prova que ele tem perfeito domínio sobre si próprio em tudo o mais.
Podemos fazer com que um cavalo grande se volte, e vá para onde quisermos, por meio de um pequeno freio em sua boca.
E um leme minúsculo faz com que um navio enorme se volte para qualquer lado que o piloto queira que ele vá, mesmo que os ventos sejam fortes.
Assim também a língua é uma coisa pequena, mas que prejuízo imenso pode provocar!
Uma grande floresta pode incendiar-se por meio de uma centelha pequenina.
E a língua é uma chama de fogo. Está cheia de maldade e envenena todos os membros do corpo. E é o próprio inferno que ateia fogo à língua, que pode transformar toda a nossa vida numa chama ardente de destruição e desastre.
Os homens têm domesticado, ou podem domesticar, qualquer espécie de animal ou ave que tem vida, e qualquer espécie de serpente e de peixe, mas nenhum ser humano pode domar a língua. Ela está sempre pronta a expelir seu veneno mortífero.
Umas vezes, a língua dá louvores ao nosso Pai celestial, e outras ela rompe em maldições contra os homens que são feitos à semelhança de Deus.
E assim a bênção e a maldição vêm brotando da mesma boca. Queridos irmãos, é evidente que isso não está certo!
Uma fonte d’água jorra primeiro água doce e depois água amarga?
Podem-se colher azeitonas de uma figueira, ou figos de uma parreira? Não, e não se pode tampouco tirar água doce de um poço salgado.
Se vocês forem sábios, vivam uma vida de constante bondade, para que dela emanem somente as boas ações. E se vocês não fizerem alarde a respeito delas, então serão verdadeiramente sábios!“, Tiago 3.3-13

José San Martín Camiña Neto, editor

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