Professora cristã de história processa orientadora feminista de mestrado por perseguição ideológica

Uma professora de história, ex-aluna de mestrado da Universidade do Estado de Santa Catarina, em Florianópolis, busca na justiça uma indenização de mais de R$ 17 mil reais por entender ter sido discriminada pela própria orientadora, por conta de convicções políticas, morais e religiosas.

Professora em escolas públicas de Chapecó, no oeste de Santa Catarina, Ana Caroline Campagnolo, de 26 anos, conta que, em 2013, foi selecionada no programa de mestrado da Universidade do Estado de Santa Catarina, a Udesc, em Florianópolis.

Ana Caroline, que se declara conservadora e cristã, tinha como tema o projeto “Virgindade e Família: Mudança de Costumes e o Papel da Mulher Percebido Através da Análise de Discursos em Inquéritos Policiais de Chapecó”. A orientadora selecionada pela banca para o trabalho foi Marlene de Fáveri, que ministra a cátedra “História e Relações de Gênero”.

Os problemas entre orientanda e orientadora, segundo Ana Caroline, começaram já na primeira semana de aula. A mestranda afirma que colegas de faculdade passaram a monitorar seu perfil pessoal no Facebook, comunicando a Marlene as posições conservadoras adotas por Ana Caronile na rede. Pouco tempo depois, Ana afirma ter sido procura por email, por Marlene.


“A professora me mandou um email ‘Ana bom dia, estou recebendo muitos emails com esses links – daí os links do meu perfil pessoal do Facebook – onde você se mostra antifeminista e eu estou sendo cobrada por seres minha orientanda’. Basicamente, o que ela quis dizer nesses emails é que ela queria da minha parte um comprometimento ideológico com a conclusão da pesquisa, com a hipótese cientifica, antes da pesquisa cientifica ser concluída”, disse Ana Caroline Campagnolo, professora de história, ex-aluna de mestrado

Após o incidente, Ana Caroline afirma que apagou as postagens para manter uma relação sem conflitos com a professora. No entanto, segundo ela, os problemas voltaram no semestre seguinte, quando concedeu uma entrevista a um canal no YouTube, onde as declarações foram consideradas machistas e retrógradas, na avaliação de colegas e da própria orientadora.

A discussão foi parar em sala de aula e Ana diz ter sofrido “estresse emocional e sofrimento psíquico, situação de humilhação e sensação de cerceamento”, de acordo com os autos do processo. Marlene, por outro lado, afirma não ter constrangido, em nenhum momento, a orientanda. A professora afirma que a preocupação sempre foi com a integridade do campo de estudos em gênero e feminismo.

“Ela pode se posicionar da forma que quiser, com as ideias que quiser, sem nenhum problema. Mas é que havia muitos equívocos e isso colocava em cheque toda a minha disciplina, meu plano de ensino, minha biografia e isso me constrangia também. Então, minha preocupação foi essa. Não existe nada de constrangedor”, alega Marlene de Fáveri, historiadora e professora


Justificando uma incompatibilidade do ponto de vista teórico-metodológico com relação à abordagem do tema, Marlene de Fáveri pediu o desligamento de Ana da cátedra de História e Relações de Gênero, em 2014.

Após o pedido ter sido atendido pelo colegiado, Ana Caroline Campagnolo diz ter sido obrigada a mudar o tema e o orientador. Ao final do mestrado, Ana acabou reprovada e protocolou o processo contra Marlene, no mesmo mês.

Nos últimos meses, diversas entidades educacionais se manifestaram a respeito do processo. O Departamento de História da Udesc, o Programa de Pós-Graduação em História (PPGH) da mesma universidade, o Instituto de Estudos de Gênero da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) entre outras instituições saíram em defesa da orientadora.

Ana Carolina Campagnolo é apoiada pela Confederação Nacional dos Estabelecimentos de Ensino, a Confenen, e pelo movimento Escola Sem Partido, que inspira o anteprojeto de lei contra a doutrinação ideológica nas escolas brasileiras. O projeto de autoria do deputado Erivelton Santana (PSC-BA) está sendo analisado por uma comissão especial. Em caráter conclusivo, a medida será analisada pelas comissões de Educação; e de Constituição, Justiça e de Cidadania.  (Reportagem, João Paulo Machado)

http://site.agenciadoradio.com.br/noticiaView.zhtml?codigoNoticia=CONF170031

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Melquisedeque: Reinado e sacerdócio divino que sobressaem do meio de pagãos

O sacerdote rei Melquisedeque é um personagem misterioso na Bíblia. Ele aparece apenas três vezes nas Escrituras (Gênesis 14.18 a 20; Salmos 110.4; Hebreus 6.20; 7.1 a 10).

Vejo com muita tristeza que os cristãos falam muito pouco -ou quase nada -a respeito de Melquisedeque. Se o leitor pesquisar sobre Melquisedeque no site de busca Google, encontrará milhares de referências sobre ele em sites de místicos, esotéricos, bruxas, mas em sites cristãos – na maioria das vezes – fala-se somente o básico sobre Melquisedeque.

Quem foi Melquisedeque? 

O nome Melquisedeque é a combinação de duas palavras dos cananeus: melchi = rei, zadok = justiça (rei da justiça). Melquisedeque era rei de Salém, uma cidade de Canaã e este nome Salém significa “paz” na língua dos cananeus. O nome cananeu dessa cidade iria mais tarde fazer surgir a saudação hebraica Shalom e seu equivalente árabe, Salaam. Salém contribuiria com suas cinco letras para formar a última parte do nome Jerusalém, cujo nome significa “o fundamento da paz”. Porém, ainda mais interessante do que a cidade de Salém propriamente dita era o rei que reinava sobre ela, Melquisedeque.
Os cananeus foram um povo famoso por seus sacrifícios de crianças, prostituição nos templos, homossexualismo legalizado e muita idolatria. Mas, o que fazia o rei da paz entre eles? Melquisedeque além de rei era sacerdote do Deus altíssimo (Gênesis 14.18).
Segundo Don Richardson, autor do livro “O Fator Melquisedeque”, a resposta parece estar no que cada um deles representava na economia de Deus: “Melquisedeque representava a revelação geral de Deus para a humanidade; Abrão representava uma revelação especial de Deus à humanidade, baseada na aliança, conforme registrada na Bíblia. A revelação geral de Deus é superior a sua revelação especial de duas maneiras: ela é mais antiga e tem influenciado toda a humanidade (Sl 19). Assim era apropriado que Abraão, como representante de um tipo de revelação mais recente e menos universal, pagasse o dízimo de reconhecimento ao representante da revelação geral”.
Melquisedeque é um tipo de Cristo, pertence a uma ordem sacerdotal superior a ordem levítica da lei de Moisés. A ordem levítica foi temporária, mas a ordem sacerdotal de Melquisedeque, a qual Cristo pertence, é eterna e vai além dos limites dos tempos. Melquisedeque é como se fosse o próprio Cristo reinando entre os pagãos, pois ele é uma figura do Filho de Deus:
“…Jesus, como precursor, entrou por nós, tendo-se tornado sumo sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque”. (Hebreus 6.20) 
“Porque este Melquisedeque, rei de Salém, sacerdote do Deus Altíssimo, que saiu ao encontro de Abraão, quando voltava da matança dos reis, e o abençoou, para o  qual também Abraão separou o dízimo de tudo (primeiramente se interpreta rei de justiça, depois também é rei de Salém, ou seja, rei de paz; sem pai, sem mãe, sem genealogia; que não teve princípio de dias, nem fim de existência, entretanto, feito semelhante ao Filho de Deus), permanece sacerdote perpetuamente”. (Hebreus 7.1 a 3) 
Uma coisa interessante é que Abraão ao encontrar-se com Melquisedeque aceitou o título “Deus Altíssimo” usado por ele, e o identificou com o “Senhor” (Gênesis 14.22). Assim Abraão deu testemunho do Deus único e verdadeiro, a quem Melquisedeque dizia ser servo, e provavelmente Abraão já tinha ouvido falar acerca desse sacerdote de Deus.
A palavra Deus Altíssimo no hebraico é El Elyon. Segundo o comentário da Bíblia de Estudo Almeida “El Elyon era o deus supremo dos habitantes da Jerusalém pré-israelita. Ao identificar essa divindade com Javé, o SENHOR, Deus de Israel, o texto bíblico quer mostrar que Abrão, o pai do povo judeu, e Melquisedeque, um rei e sacerdote não-israelita, veneravam sob nomes diferentes o mesmo Deus criador”.
Essa diferença entre os nomes de Deus -um deles usado no paganismo -não afetou  Abraão em nada. Se Abraão fosse cheio de orgulho, arrogância e altivez como muitos no meio cristão, ele diria: “Um momento Melquisedeque! O nome correto do Deus
Altíssimo é El Shaddai (Deus Todo-poderoso) e não El Elyon! Além disso, não posso aceitar uma benção oferecida sob esse nome cananeu El Elyon, visto que todo conceito cananeu deve estar tingido de noções pagãs como a idolatria. Além do mais, Javé me disse que Eu é que deverei ser uma benção e abençoar todas as famílias da terra, inclusive Vossa Majestade. Não está se achando presunçoso ao abençoar-me?”.  Pelo contrário, Abraão agiu diferente lhe entregando o dízimo dos despojos da  guerra vencida contra os cinco reis. Abraão agiu com humildade mesmo sendo detentor das promessas de Deus, pois é em Abraão que todas as famílias da terra foram abençoadas, mas isso só foi possível por causada humildade de Abraão e por que ele foi abençoado por um dos sacerdotes de Deus da época, visto que Abraão é mencionado como profeta, mas nunca como sacerdote. Através dessa humildade, Abraão reconheceu a superioridade de Melquisedeque:
“Considerai, pois, como era grande esse a quem Abraão, o patriarca, pagou o dízimo tirado dos melhores despojos. Ora, os que dentre os filhos de Levi recebem o sacerdócio têm mandamento de recolher, de acordo com a lei, os dízimos do povo, ou seja, dos seus irmãos, embora tenham estes descendido de Abraão; entretanto, aquele cuja genealogia não se inclui entre eles recebeu dízimos de Abraão e abençoou o que tinha as promessas. Evidentemente, é fora de qualquer dúvida que o inferior é abençoado pelo superior. Aliás, aqui são homens mortais os que recebem dízimos, porém ali, aquele de quem se testifica que vive. E, por assim dizer, também Levi, que recebe dízimos, pagou-os na pessoa de Abraão. Porque aquele ainda não tinha sido gerado por seu pai, quando Melquisedeque saiu ao encontro deste”. (Hebreus 7.4 a 10) 
Observem uma coisa, Provavelmente o povo a qual o rei Salém pertencia, não era um povo tão mergulhado no paganismo  idolatria e imoralidade sexual, isso pode ter ocorrido com a ausência de seu Rei, visto que Melquisedeque saiu de seu palácio para encontra abraão antes de ele ter nascido Porque aquele ainda não tinha sido gerado por seu pai, quando Melquisedeque saiu ao encontro deste”. (Hebreus 7.10) 
Sugiro ao leitor que leia todos os textos bíblicos relacionados à Melquisedeque, principalmente nas referências de Hebreus.
Abraão e o Misterioso Melquisedeque 
“…sem pai, sem mãe, sem genealogia; que não teve princípio de dias, nem fim de existência, entretanto, feito semelhante ao Filho de Deus), permanece sacerdote perpetuamente”. (Hebreus 7.3) 
Se compararmos ambos os personagens, veremos que Abraão possui uma FÉ VISÍVEL e Melquisedeque, por sua vez, uma FÉ INVISÍVEL.
 http://centralizadosemcristo.blogspot.com.br/2014/01/a-ordem-de-melquisedeque.html#.WPM672nyvIU

Londres: 423 novas mesquitas e 500 igrejas fechadas

O multiculturalismo está alimentando o fundamentalismo islâmico na Europa

“Londres está mais islâmica do que muitos países muçulmanos”, afirmou Maulana Syed Raza Rizvi, um dos pregadores islâmicos que lideram o “Londrestão”, como a jornalista Melanie Phillips chama a capital Inglesa.
Wole Soyinka, Prêmio Nobel de Literatura, chamou recentemente o Reino Unido de “um caldeirão de islâmicos”. Por sua vez o prefeito de Londres, Sadiq Khan, que é muçulmano, tentou minimizar o recente ataque terrorista na cidade. “Os terroristas não suportam o multiculturalismo de Londres”, afirmou.

Parece, na verdade, que o oposto é verdadeiro: o multiculturalismo é o que está alimentando o fundamentalismo islâmico. Um exemplo disso são as 423 novas mesquitas da cidade, que parecem ter sido construídas sobre as ruínas do cristianismo inglês.

O prédio da Igreja Unida de Hyatt foi comprado pela comunidade egípcia para ser transformado em uma mesquita. A Igreja de São Pedro foi convertida na Mesquita de Madina.
Igrejas vazias
A mesquita de Brick Lane está num prédio que antes abrigava uma igreja metodista. O mais importante é que não são apenas os edifícios que sendo “convertidos”, as pessoas também. O número de adeptos do Islã dobrou nos últimos anos. Também cresce os adeptos do Islã radical, como Khalid Masood, o terrorista que matou pessoas na ponte de Westminster vinha de uma família cristã.
Uma foto recentemente publicada pelo Daily Mail ilustra bem o que se passa no coração de Londres. Ela mostrava uma igreja na mesma rua de uma mesquita. Na Igreja de Santa Maria, com espaço para acomodar mais de mil fiéis, apenas 20 pessoas se reuniram na missa. A poucos metros dali, a mesquita de Brune Street estava superlotada. Ela tem espaço para apenas 100 pessoas. Às sextas-feiras, os seus frequentadores fazem as rezas no meio de rua. (Foto: Igrejas vazias na Inglaterra)

Ao que parece, o cristianismo na Inglaterra está se tornando uma relíquia, enquanto o Islã será a religião do futuro.

Em Birmingham, a segunda maior cidade britânica, onde muitos jihadistas vivem e orquestram seus ataques, os minaretes islâmicos dominam a linha do horizonte. A comunidade islâmica pediu à prefeitura permissão para que as mesquitas britânicas chamem os fiéis à oração pelos alto-falantes das mesquitas várias vezes por dia.

Embora cerca de metade dos muçulmanos britânicos tenham menos de 25 anos, um quarto dos cristãos tem mais de 65 anos. “Em mais 20 anos haverá mais locais muçulmanos ativos do que igrejas”, avalia o líder ateísta Keith Porteous Wood.

Em 2020, estima-se que o número de muçulmanos praticantes será de, pelo menos 683.000, enquanto o número de cristãos que participam da igreja cairá para 679.000. “A nova paisagem cultural das cidades inglesas chegou. A paisagem homogeneizada e cristã da religião do Estado está em recuo”, avalia Ceri Peach, da Universidade de Oxford.

Desde 2001, 500 igrejas de Londres de todas as denominações foram vendidas e transformadas em casas particulares ou locais de entretenimento. Durante o mesmo período, as mesquitas britânicas se proliferaram.

Entre 2012 e 2014, a proporção de britânicos que se identificam como anglicanos caiu de 21% para 17%, um decréscimo de 1,7 milhões de pessoas. De acordo com uma pesquisa realizada pelo respeitado Instituto de Pesquisa Social NatCen, o número de muçulmanos cresceu em quase um milhão.

O número de cristãos praticantes está em declínio a uma taxa tal que dentro de uma geração, serão três vezes menor que os muçulmanos que vão regularmente à mesquita na sexta-feira.

Demograficamente, a Grã-Bretanha vem ficando cada vez mais islâmica. As cidades mais importantes têm grandes populações muçulmanas: Manchester (15,8%), Birmingham (21,8%) e Bradford (24,7%).

Em Birmingham, a polícia desmantelou uma célula terrorista. Em Bradford e Leicester, metade das crianças já são muçulmanas. Em 2015, o nome mais comum na Inglaterra era Mohammed, incluindo variações de ortografia como Muhammad e Mohammad.

Os muçulmanos não precisam se tornar a maioria no Reino Unido; só precisam gradualmente islamizar as cidades mais importantes. Essa mudança já está ocorrendo.

“Londrestão” não é um pesadelo de maioria muçulmana, é um híbrido cultural, demográfico e religioso em que o cristianismo declina e o Islã avança.

Tribunais de sharia

A imprensa é parcialmente responsável por isso. Por exemplo, depois do ataque à revista satírica francesa Charlie Hebdo, o chefe do serviço secreto, Sir John Sawers, recomendou a autocensura e “alguma restrição” ao se discutir o Islã. Em muitos casos de atentados, os meios de comunicação evitam a palavra terrorismo e eliminam os aspectos religiosos que geralmente são a motivação dos ataques.

De acordo com um levantamento da revista The Spectator, apenas duas das 1.700 mesquitas na Grã-Bretanha hoje ensinam uma interpretação moderada do Islã, em comparação com 56% nos Estados Unidos. Os wahabitas controlam 6% das mesquitas no Reino Unido, enquanto o ramo fundamentalista Deobandi controla 45%.

De acordo com uma pesquisa do Centro de Conhecimento da Inglaterra, um terço dos muçulmanos que vivem lá não se sente “parte da cultura britânica”.

Como outras capitais na Europa, Londres também está cheia de tribunais da sharia. Há oficialmente 100. O advento deste sistema judicial paralelo foi possível graças à Lei de Arbitragem Britânica e ao sistema de Resolução Alternativa de Disputas.

O primeiro passo para a introdução da sharia foi justamente o discurso de “neutralidade”. Um dos principais juízes britânicos, Sir James Munby, disse que o cristianismo já não influencia os tribunais e que estes devem ser “multiculturais”, o que abriu espaço para a lei religiosa islâmica – que pede a morte dos infiéis – ser vista com naturalidade.

Rowan Williams, ex-arcebispo de Canterbury, e o ministro da Justiça Lord Phillips também sugeriram que a lei britânica deveria “incorporar” elementos da lei da sharia. A cultura britânica está capitulando rapidamente aos fundamentalistas islâmicos, para aceitar suas demandas.

Nas universidades britânicas também pode ser visto o avanço da lei islâmica. As diretrizes oficiais das universidades do Reino Unido agora preveem que “grupos religiosos ortodoxos” podem separar homens e mulheres durante os eventos.

Na Universidade Queen Mary de Londres, as mulheres usam uma entrada separada e são forçadas a sentar-se numa sala sem poder fazer perguntas ou levantar as mãos, como é a norma nos países islâmicos, onde as mulheres têm direitos limitados. (Com informações Gatestone Institute via Gospel Prime )

http://www.pointrhema.com.br/2017/04/londres-423-novas-mesquitas-e-500.html?spref=fb

Comunhão: O Fortalecimento Contra a Apostasia

por T.A. McMahon

Melhor é serem dois do que um, porque têm melhor paga do seu trabalho. Porque se caírem, um levanta o companheiro; ai, porém, do que estiver só; pois, caindo, não haverá quem o levante. Também, se dois dormirem juntos, eles se aquentarão; mas um só como se aquentará? Se alguém quiser prevalecer contra um, os dois lhe resistirão; o cordão de três dobras não se rebenta com facilidade” (Eclesiastes 4.9-12).

Admoestar contra a apostasia em nossos dias parece ser semelhante a alertar os cristãos sobre a potencial vinda de um dilúvio quando eles já estão com a água da inundação até os joelhos. Infelizmente, para muitos, nem mesmo objetos flutuantes (isto é, as óbvias corrupções cometidas contra as Escrituras) parecem chamar a atenção. Não obstante, continuamos tendo esperança e orando para que a mensagem alcance aqueles que têm olhos para ver e ouvidos para ouvir o que a Palavra de Deus prevê claramente. Para aqueles que admitem as coisas que estão acontecendo como a Bíblia descreve, pode ser uma experiência aflitiva e ao mesmo tempo trazer contentamento. A parte triste é o reconhecimento das consequências devastadoras e destrutivas da apostasia que está acontecendo no mundo, na igreja, entre nossos amigos e pessoas que amamos e que têm sucumbido aos crescentes enganos e seduções. Por outro lado, podemos nos regozijar de que a Bíblia esteja confirmando sua natureza profética miraculosa, pois ela é, de fato, a Palavra de Deus! Além disso, o fato de que tais eventos, há muito tempo previstos, estão acontecendo indica que nossa bendita esperança, o retorno do nosso maravilhoso Salvador para Seus santos, está se aproximando, embora nenhum homem saiba o dia e a hora.

Nesse ínterim, como devemos tratar com esses tempos difíceis que se opõem agressivamente às instruções da Bíblia para vivermos nossa vida de maneira que seja agradável a Deus? A resposta simples é: Aprenda o que a Bíblia ensina e depois faça o que ela diz, em espírito e em verdade. Tal entendimento e ação na vida de um crente são possíveis somente através do Espírito Santo que habita em todo cristão nascido de novo. Raramente, entretanto, o Espírito de Deus opera em um vácuo, o que significa que o crente deve encher seu coração e sua mente com os ensinamentos das Escrituras para que o Espírito Santo possa dar-lhe entendimento e ajudá-lo a aplicar a sabedoria que Deus nos proporciona em Sua Palavra.

Um ensinamento que é uma questão de crescente preocupação é a comunhão (ou a falta dela) entre os crentes. Uma solicitação que é frequentemente feita pelos nossos leitores é que os ajudemos a encontrar uma igreja que verdadeiramente creia na Bíblia. Para participar de uma comunhão e de um ensinamento assim, alguns estão dispostos (como muitos já o fazem) a dirigir horas para serem alimentados com a Palavra de Deus. Nossa resposta é que não podemos recomendar nenhuma igreja. Isto não é porque não haja igrejas sólidas nas proximidades; é porque temos visto tantas igrejas aderirem a ensinamentos questionáveis e a programas não-bíblicos, aparentemente da noite para o dia. Nosso conselho para aqueles que estão buscando seriamente uma igreja é ligar para o pastor ou para um presbítero da igreja e fazer-lhe perguntas sobre a visão que aquela comunidade tem a respeito da Palavra de Deus, ou seja, com que seriedade a comunidade considera a Bíblia. Uma declaração de fé, embora pareça biblicamente sadia, raramente é um indicador verdadeiro do discernimento bíblico e da prática bíblica dentro de uma igreja. Novamente, as perguntas devem ser feitas e as respostas aceitáveis devem ser analisadas através da participação pessoal naquela igreja para que se veja se, de fato, ela vive à altura do que foi afirmado.

Geralmente, os motivos pelos quais os cristãos deixam uma comunidade e se mudam para outra têm mais a ver com uma “atitude de consumidor” do que com um desejo de ouvir a Palavra de Deus e servir aos irmãos e irmãs em Cristo. Uma mentalidade de “alimentem-me” geralmente transcende a edificação espiritual e prioriza coisas como preferência por um tipo de música de louvor, o tempo de duração de um sermão ou um culto, o carisma do pastor, a disponibilidade de programas populares, a falta de lugar nos bancos para se colocarem os copinhos depois da ceia, etc. Embora este pensamento possa penetrar até nas mentes dos crentes mais comprometidos, são as igrejas que tentam ser simpáticas, que são voltadas para o mercado, que têm sido as primeiras em transigir a doutrina bíblica. A abordagem que é “sensível àqueles que estão buscando” pode fazer aumentar o número de pessoas nas igrejas (usualmente vindos de outras igrejas, que não oferecem algumas facilidades já mencionadas acima), mas também tem criado refugiados que estão procurando por integridade doutrinária. A má notícia/boa notícia é que ambas vão aumentar nos dias que estão por vir.

A transigência das verdades bíblicas, a má notícia, está em alta. Isto impelirá os verdadeiros crentes a encontrarem comunhão com cristãos que estão resistindo de acordo com as Escrituras (1Coríntios 16.13). A boa notícia é definitivamente boa, mas não é desprovida de problemas. Como já observamos, pode ser bem difícil encontrar uma igreja biblicamente sólida. Algumas pessoas simplesmente param de procurar e desistem de participar de uma igreja. Começam a buscar “comunhão” em ministérios que se comunicam via mídia, e, embora o ensinamento possa ser edificante, não satisfaz o mandado da Escritura relativo à comunhão (Hebreus 10.24-25). Tal abordagem pode promover uma mentalidade focada no eu e raramente obedece à admoestação bíblica de que cada um deve servir os outros (Gálatas 5.13). Sobretudo, o que pode ser a consequência mais danosa espiritualmente por se desconsiderar a comunhão é que o crente se arrisca a se tornar um cristão “soldado solitário”. Essa pessoa é um alvo fácil para aquele que “anda em derredor, como leão que ruge buscando a quem possa devorar” (1 Pedro 5.8).

Os cristãos que não têm comunhão, independentemente dos motivos ou da justificativa, trazem sobre si mais do que alguns problemas potenciais. Para começar, como afirmam os versículos acima, do livro de Eclesiastes, eles se colocaram em uma posição vulnerável: “Melhor é serem dois do que um (…) Porque se caírem, um levanta o companheiro; ai, porém, do que estiver só; pois, caindo, não haverá quem o levante”. Um crente que não tem ninguém que o apoie espiritualmente se encontrará em dificuldade mais cedo ou mais tarde. Quando qualquer um de nós se abate espiritualmente, precisamos de um amigo crente para nos ajudar a nos levantarmos mental, emocional e, o mais importante, espiritualmente.

Quanto àqueles que afirmam: “O Senhor é tudo o que precisamos”, com muita frequência, o próximo pensamento deles está em desalinho com a Palavra de Deus. Jesus disse em Lucas 6.46: “Por que me chamais Senhor, Senhor, e não fazeis o que vos mando?”. Certamente que precisamos de Jesus em primeiro lugar, mas Ele nos deu instruções que devemos seguir, e elas incluem envolver outros cristãos em nossa vida. A Palavra de Deus nos diz que “não deixemos de congregar-nos, como é costume de alguns” (Hebreus 10.25). Isto não é meramente uma sugestão! Mesmo que não soubessem os motivos para esse mandado do nosso Senhor, a ordem ainda deveria ser obedecida, e inúmeras razões são apresentadas em toda a Escritura. Dentre elas encontram-se a prestação de contas, o estímulo, o orar pelos outros, o receber oração dos outros, a edificação mútua através da Palavra, da correção, do apoio pessoal e do fortalecimento na fé, mostrando solidariedade e compaixão, ajudando os outros a usarem o discernimento, crescendo em amor uns pelos outros e mantendo a firmeza bíblica.

Falando de maneira prática, evitar ou desdenhar a comunhão elimina nossa habilidade de cumprirmos com as importantes exortações para os crentes servirem uns aos outros. A afirmativa de qualquer pessoa de que ela “segue a Jesus” é vazia se tal pessoa evitar o exemplo de nosso Salvador “que não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos” (Mateus 20.28). Devemos levar “as cargas uns dos outros e assim cumprir a lei de Cristo” (Gálatas 6.2). As epístolas de Paulo aos coríntios estão repletas de exemplos de crentes ministrando uns aos outros, aceitando uns aos outros, edificando-se uns aos outros, corrigindo uns aos outros, satisfazendo as necessidades dos outros santos, e assim por diante. Com muita frequência, deixamos de perceber que nos escritos de Paulo às igrejas ele nos dá um maravilhoso exemplo de como devemos ministrar uns aos outros. Isso deveria ser evidente para nós quando lemos: “Irmãos, sede imitadores meus e observai os que andam segundo o modelo que tendes em nós” (Filipenses 3.17). O compromisso e o amor dele por seus companheiros crentes em todos os seus escritos inspirados por Deus são tanto extraordinários quanto convincentes.

Nova Chamada

Mesmo que em nosso futuro tenhamos perseguições, as quais ainda não têm sido muito fortes no horizonte aqui no Ocidente (mas que são um fato da vida para muitos de nossos irmãos e irmãs em Cristo em inúmeros países), a importância da comunhão é ainda mais imperativa para os crentes, uma vez que as Escrituras são claras a esse respeito. Como a perseguição aos cristãos bíblicos no Ocidente certamente aumentará, aqueles que desejarem ser fiéis à fé “que uma vez por todas foi dada aos santos” (Judas 3) serão no mínimo marginalizados, com experiências ainda piores nos dias que estão adiante de nós. Depois de décadas de sedução espiritual devida aos ensinamentos não-bíblicos, às falsas práticas, às concessões ao mundo, à persistente aceitação das pseudo-ciências da evolução e da psicoterapia, a consideração do homossexualismo como “socialmente correto”, e a ânsia por se fazerem as coisas do jeito do homem e não da maneira de Deus, chegamos ao momento em que é chegada “a ocasião de começar o juízo pela casa de Deus” (1 Pedro 4.17). Exatamente como isso vai acontecer ainda será visto, mas a história da perseguição dentro da cristandade indica que ela será muito mais cruel do que os martírios executados pelos governos. Precisamos somente considerar as históricas inquisições religiosas para reconhecer isso.

Será que o mundo realmente se voltará contra os cristãos? Alguns governos já se voltaram, mas logo as coisas vão piorar. Por quê? Porque nosso planeta está seguindo em direção a um governo mundial único, que ficará sob o controle do Anticristo. A religião do Anticristo, como Dave Hunt apontou, não é somente em oposição ao cristianismo bíblico; é também uma imitação sedutora do cristianismo. Apresentando uma forma de cristianismo bíblico sem a verdade, sem o evangelho, sem suas instruções, a religião do Anticristo se tornará um sistema de crenças orientado para o amor ao ego e para a deificação do ego que inicialmente tem a “forma de piedade”, mas nega-lhe o poder (2 Timóteo 3.5). Aos cristãos professos será dado um passe-livre – mas não aos cristãos bíblicos, aqueles que permanecerem firmes na Palavra de Deus.

Será que a Igreja cristã poderá algum dia se voltar contra si mesma? Sim, mas essa será a igreja cristã professa, com seus líderes cegados e mercenários iludidos. Eles posarão de verdadeiros pastores, mas são, na verdade, lobos vorazes vestidos em pele de ovelha. Foram aqueles que, de fato, fizeram o papel de cristãos, mas nunca nasceram de novo. Em Atos 20.28-31, Paulo admoesta os presbíteros de Éfeso sobre o que aconteceria na igreja depois que ele partisse:

Atendei por vós e por todo o rebanho sobre o qual o Espírito Santo vos constituiu bispos, para pastoreardes a igreja de Deus, a qual ele comprou com o seu próprio sangue. Eu sei que, depois da minha partida, entre vós penetrarão lobos vorazes, que não pouparão o rebanho. E que, dentre vós mesmos, se levantarão homens falando coisas pervertidas para arrastar os discípulos atrás deles. Portanto, vigiai, lembrando-vos de que, por três anos, noite e dia, não cessei de admoestar, com lágrimas, a cada um”.

O que, então, os cristãos bíblicos devem fazer à medida que vemos essas situações proliferando antes do retorno de Jesus para Sua noiva? Muitas das coisas que estão sendo ditas e vendidas em alguns sites cristãos e por alguns autores cristãos de livros best-sellers, que desconsideram o iminente retorno de Jesus e o Arrebatamento pré-tribulacional, tratam da nossa preparação para sobreviver fisicamente aos sete anos da Tribulação.

Estes indivíduos oferecem, convenientemente, instruções de sobrevivência para o período que a Bíblia descreve em todo o Livro de Apocalipse e em Mateus 24.21-22 como sendo um tempo “como desde o princípio do mundo até agora não tem havido e nem haverá jamais. Não tivessem aqueles dias sido abreviados, ninguém seria salvo; mas, por causa dos escolhidos, tais dias serão abreviados”. Mesmo uma leitura rápida do Apocalipse demonstra claramente que eventos cataclísmicos, martírios e a ira de Deus deixarão vivo somente um remanescente de judeus e não-judeus crentes na Segunda Vinda de Cristo com Seus santos. Porém, o clipe promocional de um documentário cristão reprova os pastores por não prepararem seu rebanho para passar pela “grande tribulação” (Mateus 24.21).

Os crentes não deveriam ficar surpresos nem oprimidos quando tiverem que passar por várias tribulações (João 16.33), mas a Grande Tribulação não está em nosso futuro. Cristo removerá Sua Noiva no Arrebatamento antes do “tempo da angústia de Jacó”, um acontecimento tão devastador que levou Jeremias a exclamar: “Ah! Que grande é aquele dia, e não há outro semelhante” (Jr 30.7). Como então os crentes devem se preparar para as potenciais dificuldades, especialmente dentro do cristianismo, antes do Arrebatamento? O programa de prevenção não é muito complexo, embora possa ser uma verdadeira luta para alguns, dependendo de onde eles estão em sua caminhada com o Senhor. Como qualquer programa de exercícios, ele pode inicialmente ser difícil para os que não estão familiarizados. A luta tem principalmente a ver com disciplina. A leitura diária da Palavra de Deus é um exercício introdutório que precisa se tornar um hábito para todo cristão nascido de novo. O conteúdo das Escrituras – aquilo que se lê – deve ser vivido diariamente pelo crente. A familiaridade disciplinada com as instruções de Deus não é somente necessária para guiar nossa vida, mas forma a base para nossa proteção contra os enganos espirituais.

A comunhão com irmãos e irmãs em Cristo que estão em concordância é uma parte importante do ensinamento do Senhor dado para nossa proteção, fortalecimento e frutificação. Precisamos “cercar nossa tenda” hoje e nos dias que estão por vir. Nossa melhor opção é a comunhão da igreja, apoiando a liderança que é dedicada, firme na Palavra de Deus e que serve ao corpo. Quando isto não for uma opção, devemos pedir a Deus que nos ajude a encontrar outro crente, ou outros crentes, com quem possamos ter estudos bíblicos, com quem possamos orar, com quem possamos ministrar um ao outro, encorajar um ao outro e, novamente, com quem possamos “cercar nossa tenda” para termos proteção espiritual. “Se alguém quiser prevalecer contra um, os dois lhe resistirão; o cordão de três dobras não se rebenta com facilidade” (Eclesiastes 4.12). Que essa terceira dobra seja o Leão de Judá, o próprio Senhor Jesus. (T.A. McMahon — The Berean Call)

T.A. McMahon é presidente do ministério The Berean Call (A Chamada Bereana). Ele é co-autor (com Dave Hunt) do best-seller A Sedução do Cristianismo e escreveu vários outros livros. Mestre em Comunicações, realizou pesquisas para inúmeros documentários e escreveu roteiros de filmes e vídeos cristãos.

Veja artigos do autor

http://www.chamada.com.br/mensagens/comunhao_apostasia.html

Massacre: 900 igrejas já foram destruídas pelo Boko Haram na Nigéria

Mais de 900 igrejas cristãs foram destruídas por terroristas do Boko Haram, no norte da Nigéria, como parte da campanha violenta do grupo radical islâmico para expulsar todos os cristãos da região. As informações são da ala juvenil da Associação Cristã da Nigéria (‘CAN’). (“Os cristãos continuam a ser o alvo principal e constante de radicais islâmicos, como o Boko Haram e os militantes Fulani sem qualquer esperança de serem protegidos”. Foto: Ilustrativa)

Segundo o relatório da ‘CAN’, a “carnificina” que está sendo promovida contra os cristãos não é “acidental”. A organização argumentou que ataques contínuos nas comunidades de Kaduna, Plateau, Benue e Taraba mostram que a guerra de Boko Haram contra os seguidores de Cristo, que começou em 2009, continua em pleno vigor.

Segundo o jornal ‘Daily Post’, os comentários foram feitos após a reunião do Conselho Executivo Nacional, realizada em Gusau, estado de Zamfara, com o presidente da ala jovem, o evangelista Musa Misal, pedindo a reconstrução de mais de 900 igrejas que foram destruídas.

A ‘CAN’ pediu ainda ao governo nigeriano que intensifique sua proteção aos civis, o que foi repetido por grupos de apoio aos cristãos perseguidos, como a ‘International Christian Concern’.

“Os cristãos continuam a ser o alvo principal e constante de radicais islâmicos, como o Boko Haram e os militantes Fulani sem qualquer esperança de serem protegidos verem a justiça agir com firmeza contra esses crimes”, disse a ICC em nota, referindo-se também aos pastores Fulani Grupo – outro grupo radical islâmico que já teria matado mais de 800 cristãos e muçulmanos moderados, somente no segundo semestre de 2016.

Ligações com o Estado Islâmico

O Boko Haram, que jurou lealdade ao Estado islâmico em 2015, está matando cristãos e muçulmanos moderados em sua guerra contra o governo, atacando vilarejos e cidades, sequestrando mulheres e crianças e forçando também seus reféns (homens, mulheres e crianças) a realizarem ataques suicidas.

A BBC News informou na semana passada que os jihadistas agora estão até usando bebês para explodí-los como parte de seus atentados suicidas. Duas mulheres disfarçadas de mães com bebês no colo realizaram um bombardeio no dia 13 de janeiro, na cidade de Madagali, no estado de Adamawa.

Com 180 milhões de habitantes, a população da Nigéria é igualmente dividida entre muçulmanos e cristãos, segundo a Comissão dos Estados Unidos para a Liberdade Religiosa Internacional, e é composta por mais de 250 grupos étnicos. A maioria da população do norte da Nigéria identifica-se como muçulmana e é majoritariamente do grupo étnico Hausa-Fulani. (Fonte: http://www.gospelgeral.com.br/index.php/2017/01/31/massacre-900-igrejas-ja-foram-destruidas-pelo-boko-haram-na-nigeria/ (CPADNews)

http://www.oretrogrado.com.br/2017/03/15/massacre-900-igrejas-ja-foram-destruidas-pelo-boko-haram-na-nigeria/