Porta dos Fundos é processado em R$ 5 milhões por sátira aos cristãos

O canal Porta dos Fundos costumeiramente faz vídeos ridicularizando os cristãos e personagens bíblicos. No passado, foi inclusive processado por líderes evangélicos por esse motivo, mas acabaram ganhando na justiça, sob alegação que fazem valer sua “liberdade de expressão”.

Contudo, também há previsão legal no Brasil contra o vilipêndio da fé alheia. Ciente disso, o Centro Dom Bosco, uma associação católica do Rio de Janeiro, está pedindo indenização de R$ 5 milhões.

O Dom Bosco entrou com uma ação na 46a Vara Cível do TJ do Rio, denunciando a publicação do vídeo “O céu católico”, onde Fábio Porchat e Gregório Duvivier (ambos ateus) ridicularizam do conceito de Paraíso.


  Psicólogo ajuda cristãos a vencer o vício da pornografia


No esquete, Adolf Hitler está no céu, por que teria pedido perdão na hora da morte enquanto outras pessoas estariam no inferno por terem comido alimentos proibidos e trabalhado em dias “santos”. A piada distorce os textos do Antigo Testamento e também afirma que protestantes não entram no céu.

O pedido de reparação da associação católica é de R$ 1 para cada visualização no YouTube. Publicado em outubro de 2016, o material já foi visto quase 5 milhões de vezes. Com informações O Globo

Assista:

 

https://noticias.gospelprime.com.br/porta-dos-fundos-processado-ceu-catolico/

Escritor ateu Richard Dawkins vê no cristianismo “a melhor defesa” contra o extremismo islâmico

O polêmico escritor ateu Richard Dawkins (foto) admitiu que o cristianismo é a melhor alternativa para fazer um contraponto à mensagem extremista do islamismo.

A afirmação foi feita a partir de uma análise sobre a ascensão do secularismo na Europa e Estados Unidos e também do extremismo islâmico no Oriente Médio e áreas da África.

O cristianismo pode realmente ser a nossa melhor defesa contra as formas aberrantes de religião que ameaçam o mundo”, disse Dawkins, de acordo com informações do Gospel Herald.

Biólogo evolucionista, Dawkins é considerado o ateu de maior reconhecimento no planeta, e por diversas vezes expressou sua aversão ao cristianismo, devido a um episódio de abuso sexual sofrido na infância, quando frequentava um colégio católico.

Mesmo assim, ele reconheceu que na doutrina cristã, ao contrário do islamismo, não existem incentivos ao uso da violência contra quem ignora seus ensinamentos: “Não há cristãos, pelo menos que eu saiba, explodindo edifícios. Não tenho conhecimento de quaisquer ataques suicidas dos cristãos. Não tenho conhecimento de qualquer grande denominação cristã que acredita na pena de morte por apostasia”, destacou.

Nesse cenário, Dawkins foi enfático ao afirmar que o cristianismo pode ser “um baluarte contra algo pior”, e que por isso, tem “sentimentos mistos” a respeito da redução do crescimento da fé cristã na sociedade.

Dawkins pontuou ainda que, no passado, ele concentrava suas críticas ao cristianismo por ser a religião com a qual estava mais familiarizado, já que foi educado em uma escola cristã.

Horrível como o abuso sexual era, sem dúvida, o dano que foi indiscutivelmente inferior ao dano psicológico a longo prazo infligido, por trazer a criança para um contexto católico, em primeiro lugar”, contextualizou, falando sobre os problemas posteriores ao abuso que teve que enfrentar. “Eu pareço ser percebido como agressivo e estridente e eu realmente não acho que eu sou estridente e agressivo. O que eu acho é que nós nos tornamos tão acostumados a ver a religião autonomizada por um muro de proteção especial que, quando alguém oferece mesmo uma leve crítica à religião, é entendido como agressivo, mesmo quando ele não é. Eu gosto de pensar que sou mais pensativo e reflexivo”, concluiu.

https://noticias.gospelmais.com.br/dawkins-cristianismo-defesa-contra-extremismo-islamico-81167.html

Um Proprietário, vários Mordomos

“Não sou dono do mundo, mas sou filho do dono.”

Esta frase tão popular merece uma reflexão. O mundo tem dono? Quem é esse dono? Esse dono tem filhos? Quem são esses filhos? Como esse dono se relaciona com os que administram o que é dele? Como lidar com os bens desse dono? Isso e outras coisas é o que veremos a seguir.

Quando refletimos sobre propriedade e mordomia somos levados a raciocinar meramente em termos de bens materiais e recursos naturais, normalmente tangíveis. Porém, o assunto precisa ser tratado dentro de uma perspectiva muito mais ampla. É preciso considerar como propriedade de Deus e administração do ser humano outros itens como: a vida humana e animal, o conhecimento, a revelação divina, o tempo, os dons e talentos etc.

Quando conseguimos assimilar a verdadeira dimensão dessa realidade, passamos a nos comportar de forma diferente; passamos a nos preocupar mais com aquilo que Deus, o proprietário de todas as coisas requer e espera de seus mordomos ou administradores. E, assim, arderá em nosso peito o desejo de agradá-lo em tudo e em todo o tempo.

1. DEUS É O DONO DE TUDO

Deus é esse dono de tudo porque ele é o criador de todas as coisas que existem e mantém o universo pela força do seu poder. Diferentemente do que diz a posição deísta, ele é aquele que criou e continua presente, sustentando sua criação e não permitindo que coisa alguma escape ao seu controle. A Bíblia declara em muitos textos essas preciosas verdades, como: “Ao SENHOR pertence a terra e tudo o que nela se contém, o mundo e os que nele habitam.” (Sl 24.1, ver tb 1Co 10.26; At 17.24); “Teus são os céus, tua, a terra; o mundo e a sua plenitude, tu os fundaste.” (Sl 89.11); “Teu, SENHOR, é o poder, a grandeza, a honra, a vitória e a majestade; porque teu é tudo quanto há nos céus e na terra; teu, SENHOR, é o reino, e tu te exaltaste por chefe sobre todos. Riquezas e glória vêm de ti, tu dominas sobre tudo, na tua mão há força e poder; contigo está o engrandecer e a tudo dar força.” (1Cr 29.11-12). E, o que dizer da fala do diabo para Jesus? “Levou-o ainda o diabo a um monte muito alto, mostrou-lhe todos os reinos do mundo e a glória deles e lhe disse: Tudo isto te darei se, prostrado, me adorares.” (Mt 4.8-9). Ele é referido por Jesus como o príncipe deste mundo (Jo 12.31). No presente tempo lhe foi concedida certa autoridade para agir neste mundo, enganando os que lhe derem ouvido.

a) A terra foi entregue aos filhos dos homens (Sl 115.16)

Se Deus é o dono de tudo, nada escapa ao seu controle e soberania. E o salmista assim se expressa: “Os céus são os céus do SENHOR, mas a terra, deu-a ele aos filhos dos homens.” (Sl 115.16). Estes filhos dos homens são as criaturas de Deus. Já os filhos de Deus ou os filhos do dono são os nascidos de novo, regenerados pelo Espírito Santo, os da linhagem espiritual do segundo Adão, o Senhor Jesus Cristo (Jo 1.12-13). De um modo geral, todas as criaturas de Deus foram convocadas para administrar a terra e dominar as demais criaturas viventes (Gn 2.15; 1.28).

b) Somos apenas administradores de Deus

Há uma falsa impressão nos filhos dos homens e nos filhos de Deus de posse, de propriedade. Na verdade todos somos mordomos ou administradores do dono. Principalmente os salvos precisam lembrar-se sempre que, se não nos pertencemos a nós mesmos, como podemos ter alguma coisa? Fomos comprados por alto preço, o sangue de Cristo (1Pe 1.18-19; 1Co 6.20; 7.23). Conscientes disso, precisamos ter em mente que precisamos administrar tudo aquilo que pertence a Deus, não de forma egoísta, mas de modo que agrade ao dono, a Deus.

2. UM CASO DE ADMINISTRAÇÃO INFIEL (Lc 16.1-13)

Dentre as muitas parábolas proferidas pelo Senhor Jesus, uma delas ilustra o caso de um administrador infiel, que mesmo na sua gestão infiel dá margem ao Mestre para tirar lições. Nessa parábola Jesus faz um alerta quanto ao desempenho dos dois tipos de administradores existentes: os filhos do mundo (as criaturas de Deus) e os filhos da luz (os filhos de Deus ou filhos do dono): “…porque os filhos do mundo são mais hábeis na sua própria geração do que os filhos da luz.” (Lc 16.8b).

O que temos nesta parábola que Jesus dirige aos seus discípulos (Lc 16.1)?

a) Havia um homem rico, certamente um grande proprietário que tinha um administrador cuidando dos seus empreendimentos.

b) Em certo momento, alguém denunciou as falcatruas deste administrador ao seu patrão.

c) O patrão mandou chamá-lo e o intimou a prestar contas da sua administração, pois seria demitido.

d) O administrador corrupto, numa rápida avaliação da sua situação crítica, ainda teve tempo de tramar suas últimas fraudes, que permitiriam abrir portas após sua demissão. Ele chama alguns devedores de seu patrão e refaz as anotações das suas dívidas, fraudando o seu patrão em 20 a 50%. Seu objetivo era ganhar a simpatia e futura acolhida desses devedores.

e) Sabedor do ocorrido o patrão elogia a esperteza do seu ex-administrador. Não porque aprovasse o seu mau procedimento, nem porque tivesse ficado feliz com o prejuízo que este lhe causou, mas por sua engenhosidade em aproveitar as circunstâncias e oportunidades do presente com o fim de pavimentar o caminho de um futuro melhor para si.

Há quem equivocadamente interprete este elogio como tendo partido do Senhor Jesus. Entretanto, a palavra “senhor” (kuriov) em Lucas 16.8 se refere ao senhor do administrador, seu patrão, exatamente como ocorre nos versículos 3 (uma vez) e 5 (duas vezes).

Proferida a parábola, Jesus faz alguns comentários, recomendações e aplicações que precisam ser bem entendidos:

1º) Os filhos deste mundo são mais hábeis do que os filhos da luz (Lc 16.8b)

Considerando que esta afirmação de Jesus tem conexão com a engenhosidade e esperteza daquele administrador corrupto, estaria Jesus insinuando que os filhos da luz deveriam agir assim? Não e Sim! É preciso ter muita calma nesta hora para não tirar conclusões precipitadas. Não, porque na sua justiça e ética irrepreensíveis Jesus jamais poderia incentivar tal tipo de procedimento desonesto. Sim, no sentido de que os filhos da luz deveriam ser mais hábeis, inteligentes, astutos e prudentes ao lidar com as circunstâncias, as oportunidades e os recursos que o Senhor coloca diante deles, tirando deles proveito, de forma absolutamente lícita e honesta, tendo em vista prover um futuro melhor, quer na sua vida pessoal ou profissional, quer na esfera da administração eclesiástica. É certo que devemos depender sempre de Deus, das suas orientações e de seus recursos, mas também é razoável e esperado que usemos a inteligência, os dons e oportunidades que ele nos dá para fazermos aquilo que está ao nosso alcance. Ainda que saibamos que Deus é quem efetua em nós, tanto o querer, como o realizar, segundo a sua boa vontade (Fp 2.13), chego a pensar que, por vezes, uma falsa busca de espiritualidade, pode gerar em nós inércia e acomodamento, com subsequente esvaziamento do nosso potencial de criação e realização.

2º) Das riquezas de origem iníqua fazei amigos (Lc 16.9)

Está aí outra afirmação de Jesus que tem conexão com a engenhosidade e esperteza daquele administrador corrupto que também dá o que falar. Analisemos o versículo:

a) É certo que Jesus se dirigia aos seus discípulos (Lc 16.1), entretanto, outros também estavam ali ouvindo, inclusive os fariseus que o ridicularizavam, porque eram avarentos (Lc 16.14). Talvez Jesus também estivesse mandando um recado para eles.

b) É certo que Jesus não apoiaria a obtenção de riquezas (mamon, o dinheiro) de forma ilícita, mesmo que para fazer amigos.

c) Tudo leva a crer que a expressão “origem injusta” é uma referência às riquezas materiais, que são contrastadas pelo Senhor com a “verdadeira riqueza” (v. 11), aquela que tem desdobramentos na eternidade, os “mistérios de Deus” (1Co 4.1), a “multiforme graça de Deus” (1Pe 4.10).

d) “Quando estas riquezas faltarem” pode ser uma referência à morte, sendo os tabernáculos eternos o além onde os que já foram recebem os que estão chegando.

3º) Quem é fiel no pouco também é fiel no muito (Lc 16.10)

Embora alguns não concordem com esta afirmação, ela é verdadeira. Fidelidade, lealdade e honestidade são virtudes que têm tudo a ver com caráter. Quem não é um mordomo fiel nas coisas menores, como as coisas materiais, como poderá ser nas coisas maiores. Como Deus poderá nos confiar suas riquezas verdadeiras se não somos fiéis nas coisas menores e materiais (v. 11).

4º) Ninguém pode servir a dois senhores (Lc 16.13)

O dinheiro é um bom servo, mas um péssimo patrão! Se ele não for subjugado pelo homem ele passa a dominá-lo. Deus alerta, adverte e deixa claro que não é possível atender, simultaneamente, às demandas desses dois senhores, Deus e Mamon (riquezas).

3. EXERCENDO A MORDOMIA

a) A razão da mordomia

Conscientes da realidade de que há apenas um proprietário – Deus – e que todos nós humanos somos apenas seus administradores, principalmente nós que somos seus filhos, precisamos desempenhar esse papel dando o melhor de nós. O bom administrador é aquele que no exercício dessa função valoriza o que é do seu senhor, bem como promove o bem-estar e um ambiente de paz e tranquilidade.

b) Alguns exemplos de mordomia

O Antigo Testamento nos apresenta vários exemplos de pessoas que fizeram isso de forma esplendida: José, Davi, Daniel, Neemias e tantos outros.

No Novo Testamento Jesus profere algumas parábolas para ilustrar essa relação de Deus, o proprietário, com seus administradores, nós, seus filhos e suas criaturas. Em Mateus 25.14-30 – a parábola dos talentos; em Lucas 13.6-9 – a parábola da figueira; em Lucas 16.1-13 – a parábola do Administrador infiel; em Lucas 19.11-27 – a parábola das minas; em Lucas 20.9-16 – a parábola da vinha ou dos lavradores maus.

c) Um apelo à mordomia

No Novo Testamento, além de encontrarmos vários exemplos de mordomia, de servos de Deus que se gastaram para agradar a Deus e em prol dos seus conservos, concluímos registrando o que eles afirmaram:

Assim, pois, importa que os homens nos considerem como ministros de Cristo e despenseiros dos mistérios de Deus.” (1Co 4.1)

Ora, além disso, o que se requer dos despenseiros é que cada um deles seja encontrado fiel.” (1Co 4.2)

“Servi uns aos outros, cada um conforme o dom que recebeu, como bons despenseiros da multiforme graça de Deus.” (1Pe 4.10)

“Eu de boa vontade me gastarei e ainda me deixarei gastar em prol da vossa alma.” (2Co 12.15)

 https://pauloraposocorreia.com.br/2015/08/14/um-proprietario-varios-mordomos/

 

Projeto de Maria do Rosário para “crimes de ódio” pode ressuscitar censura a evangélicos do PL 122

Um projeto de lei da deputada federal Maria do Rosário (PT-RS) pretende ressuscitar o espírito de censura do sepultado PL 122, polêmico por limitar o direito de pregação cristã contra o pecado da homossexualidade.

A constatação foi feita pelo deputado Eduardo Bolsonaro (PSC-SP) durante sessão da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) realizada na última semana, para analisar o Projeto de Lei 7582/2014, que pretende estabelecer critérios para os chamados “crimes de ódio”.

No texto, a polêmica parlamentar petista propõe a criação do tipo penal sobre ofensas por razões de raça, origem social, orientação sexual, identidade de gênero, condição de migrante ou refugiado, idade e religião, entre outros.

“As primeiras vítimas desse projeto serão os religiosos. Quando um pastor estiver na pregação e falar a palavra ‘gay’ ou ‘homossexual’, pouco importa o que virá depois, ele já vai tomar um processo para ficar quietinho no canto dele”, alertou Eduardo Bolsonaro.

 

De acordo com informações do JM Notícia, Maria do Rosário (ex-ministra de Dilma Rousseff) estava presente na sessão e contrapôs a fala de Bolsonaro, dirigindo-se aos parlamentares evangélicos.

“No Brasil, as pessoas que têm uma condição sexual diversa do que é considerado ‘normal’ para a maioria da população, por serem homossexuais, elas sofrem ao ponto de serem mortas”, afirmou a deputada, tentando sugerir que sua iniciativa não visa censurar as pregações.

Rosário foi além, dizendo que diferentemente do polêmico PL 122, seu projeto não propõe alterações ao Código Penal, apenas estabelece um agravante em casos de crimes motivados por ódio, “aqueles [em] que [o agressor] não aceita o outro como ele é”.

Precaução

Em tréplica, o deputado federal pastor Luciano Braga (PRB-BA) pediu vistas para uma análise mais profunda do texto: “Nós queremos analisar o projeto, algumas terminologias ali devem ser melhoradas para não dar lugar a um pensamento ou ação futura que possa ir de encontro ao que nós acreditamos”, salientou.

Já o deputado Sóstenes Cavalcante (DEM-RJ) posicionou-se dizendo que a defesa dos Direitos Humanos é um conceito originado na Reforma Protestante, assim como a defesa do Estado laico, à época motivada pela necessidade do fim da intervenção da Igreja Católica, mas também pela garantia de liberdade de culto, crença e expressão.

Cavalcante foi além e disse que a iniciativa de Maria do Rosário era compreensível, porém seu texto original trazia brechas que poderiam terminar por censurar pregações religiosas, e que através do diálogo na CDHM, seria possível melhorar o conteúdo a fim de garantir que não exista conflito com liberdades constitucionais previamente estabelecidas.

 https://noticias.gospelmais.com.br/projeto-maria-do-rosario-pt-censura-evangelicos-90781.html

reflexAÇÃO | A PRESSÃO DA MÍDIA E A PRESSÃO DO EVANGELHO (parte 2)

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José San Martín, editor

….. Você está entre a pressão da mídia e a pressão do Evangelho. Entre a multidão que caminha para a perdição. E o remanescente que caminha para a salvação.

….. Quanto mais distante do Evangelho, maior é a pressão da mídia. Quanto mais distante da mídia, maior é a pressão do Evangelho.

….. Você vive um dilema: Ou a mídia te afasta do Evangelho ou O evangelho te afasta da mídia.

….. Liberte-se do peso esmagador da mídia. Aproxime-se do jugo suave do evangelho!

Venham a Mim e Eu lhes darei descanso — todos vocês que trabalham tanto debaixo de um jugo pesado. Levem o meu jugo — porque ele se ajusta perfeitamente — e deixe que Eu lhes ensine; porque Eu sou manso e  humilde, e vocês acharão descanso para suas almas; pois só Eu faço vocês carregarem cargas leves”, Mateus 11.28-30.

reflexAÇÃO | A PRESSÃO DA MÍDIA E A PRESSÃO DO EVANGELHO (parte 1)

Agito B.O – Bate papo jovem Pr. Michel Plattiny Os olhos são como uma luz para o corpo: quando os olhos de vocês são bons...

José San Martín, editor

….. Não há como fazer as pazes entre a mídia e o evangelho de Jesus. Eles têm filosofias diferentes. Propósitos diferentes. Públicos diferentes e Festas diferentes.

….. Se a mídia valorizar o que o evangelho valoriza, ela perde dinheiro. Se o evangelho valorizar o que a mídia valoriza, ele perde autoridade.

….. A mídia alimenta e estimula a maldade humana. O evangelho alimenta e estimula a bondade que ainda resta no ser humano.

….. A mídia segue a correnteza. O evangelho nada contra a correnteza. A mídia está a serviço de uma sociedade corrompida. O evangelho está a serviço de um projeto de redenção.

….. A mídia aponta para a porta larga e o amplo caminho, cheio de gente, que leva à perdição. O evangelho aponta para a porta estreita e o apertado caminho, quase vazio, que leva à vida.

Só se pode entrar no céu pela porta estreita! A entrada para o inferno é larga, e sua porta é bastante ampla, para todas as multidões que escolherem esse caminho fácil. Mas a Porta da Vida é pequena e a estrada é estreita, e só uns poucos a encontram”, Mateus 7.13,14.