Juíza dos EUA compara Trump ao rei persa Ciro e fala em cumprimento de profecias

A transferência da embaixada americana em Israel para a cidade de Jerusalém é o cumprimento de profecias bíblicas, segundo uma juíza e apresentadora de TV dos Estados Unidos.

O ponto de vista da juíza aposentada Jeanine Pirro (foto), que apresenta um programa de notícias na emissora Fox News, é que os países reconheceriam Jerusalém como capital eterna de Israel.

″Donald Trump reconheceu a história que ele, como o rei Ciro antes dele, cumpriu a profecia bíblica dos deuses adorados por judeus, cristãos e, sim, muçulmanos, que Jerusalém é a capital eterna do Estado judeu e que o povo judeu finalmente merece um Israel, justo, livre e soberano”, disse Pirro.

As declarações da juíza foram feitas em um artigo escrito no último final de semana, às vésperas da inauguração da embaixada em Jerusalém, momento que descreveu como “verdadeiramente histórico para Israel”, segundo informações da emissora Christian Broadcasting Network (CBN).

Pirro disse que a decisão de Trump é um recado claro enviado a Israel e ao resto do mundo: “Trump assegurou ao mundo que sua palavra vale mais que as dos ex-presidentes dos EUA, como Bill Clinton, George W. Bush e Obama, todos os quais prometeram levar a embaixada americana a Jerusalém”, mas não cumpriram.

“Sua palavra vale mais do que qualquer tratado e mais forte que qualquer resolução da ONU. Ele prometeu e cumpriu”, reiterou a juíza aposentada.

Rei Ciro
A comparação de Trump como o rei Ciro também foi feita pelo primeiro-ministro de Israel durante sua visita à Casa Branca no início de março. Na ocasião, ele recapitulou o conceito da tradição judaica que enxerga o monarca pagão como uma ferramenta de Deus para ajudar o povo hebreu a retornar a Israel após o exílio na Babilônia e reconstruírem o Templo de Jerusalém.

Isto é o que Ciro, rei da Pérsia diz: ‘O Senhor, o Deus do céu, me deu todos os reinos da terra e Ele me designou para construir um templo para ele em Jerusalém em Judá. Qualquer um dentre o seu povo pode subir e que o Senhor, o seu Deus, esteja com eles, 2 Crônicas 36:23

“Quero dizer-lhes que o povo judeu tem uma longa memória, por isso nos lembramos da proclamação de ‘Ciro, o Grande’, o rei persa, há 2.500 anos”, disse Netanyahu na ocasião.

“Ele proclamou que os exilados judeus na Babilônia poderiam voltar e reconstruir nosso Templo em Jerusalém. Lembramos há cem anos, lorde Balfour, que emitiu a Proclamação Balfour, reconhecendo os direitos do povo judeu em nossa pátria ancestral. Nós nos lembramos de 70 anos atrás, quando o presidente Harry S. Truman foi o primeiro líder a reconhecer o Estado judeu e lembramos como há algumas semanas, o presidente Donald J. Trump reconheceu Jerusalém como a capital de Israel. Sr. Presidente, isso será lembrado por nosso povo através das eras”, salientou o primeiro-ministro.

https://noticias.gospelmais.com.br/juiza-trump-rei-ciro-cumprimento-profecias-98125.html?utm_source=notification

Governo Temer abraça pauta LGBT e obriga estados aderirem ao programa

Um programa de combate à violência contra o público LGBT foi preparado pelo governo federal e deverá ser anunciado nesta quarta-feira, 16 de maio, com termos que obrigam os estados a aderirem e investirem verbas em ações voltadas a esse público.

O Ministério dos Direitos Humanos informou na última terça-feira, 15, que 12 estados já haviam confirmado presença no lançamento do Pacto Nacional de Enfrentamento à Violência LGBTfóbica, que já foi publicado no Diário Oficial da União.

Segundo informações do portal G1, a proposta desse programa é acabar com a violência contra lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais – os grupos que compõem a sigla LGBT. O prazo de vigência definido na portaria é de dois anos, podendo ser prorrogado por mais dois.

O ministro dos Direitos Humanos, Gustavo Rocha, justificou a criação do programa citando tratados internacionais, o Programa Nacional de Direitos Humanos instituído no país em 2009 e recomendações das Nações Unidas sobre o assunto. No entanto, a portaria abre brechas para interpretações diversas, pois obriga os estados e o DF a criarem estruturas para “promoção de políticas” ligadas à população LGBT, assim como “equipamentos nos órgãos estaduais para atendimento adequado” ao grupo.

No texto da portaria que instituiu o programa há a afirmação que o objetivo da medida é “promover a articulação entre a União, Estados e Distrito Federal nas ações de prevenção e combate à LGBTfobia”.

O Ministério dos Direitos Humanos escolheu essa quarta-feira por ser a véspera do Dia Nacional de Combate à Homofobia no Brasil, celebrado em 17 de maio, mesma data que, em 1990, a Organização Mundial de Saúde (OMS) retirou o termo “homossexualismo” da lista de doenças e problemas de saúde.

https://noticias.gospelmais.com.br/governo-temer-pauta-lgbt-obriga-estados-98116.html?utm_source=notification

Evangélicos não-praticantes

aaaaaaa
Maurício Zágari

Até o início de minha vida adulta eu ouvia falar de “católicos não praticantes”: em geral, indivíduos nascidos de pais católicos, batizados na igreja católica, que iam a uma missa aqui e outra ali, quando tinham de dizer sua religião se apresentavam como católicos… Mas que não faziam a menor ideia do que dizia a Bíblia, não sabiam nada de história da Igreja, não se comportavam segundo a ética cristã. Enfim, eram os “católicos nominais”. Hoje eu chego aos 40 anos de idade e sou obrigado a admitir que essa lepra contaminou os evangélicos. Sim, estamos cercados por todos os lados por evangélicos não praticantes, um fenômeno relativamente novo. “Os bíblias são pessoas sérias”, dizia-me meu avô, católico não praticante, quando eu era criança. Nos nossos dias eu temeria repetir as palavras do velho João Zágari. Pois os evangélicos nominais estão se alastrando numa velocidade crítica. E as redes sociais estão esfregando isso na nossa cara de modo inequívoco.

A grande diferença entre o católico não praticante e o evangélico não praticante está na freqüência às reuniões religiosas semanais: enquanto o católico não praticante vai vez por outra à missa, o evangélico não praticante vai todo domingo à igreja. E as diferenças param por aí. Pois o evangélico não praticante não lê a Bíblia. Simplesmente não lê! Passam-se sete dias na semana, ele pode ter 3 ou 4 bíblias de estudo em casa mas não toca nelas. E, como não lê, não sabe o que ela diz. Não a estuda. Se lê alguma literatura cristã é de autores água com açúcar, como Max Lucado, Augusto Cury (ele é crente, né?) e meia-dúzia de escritores brasileiros da moda. E isso entre a leitura de “A Cabana” e “Crepúsculo”.

A fé do evangélico não praticante é por tabela: forma suas crenças com base no que outros pregaram, cantaram, falaram. Por isso, fica assustadíssimo quando dizemos que a frase “não cai uma folha da árvore se Deus não deixar” não está nas Escrituras. Mas, curiosamente, acha que entende à beça de Bíblia e entra em profundas discussões teológicas como um jogador de futebol discutindo física quântica. Peita grandes teólogos e líderes religiosos com mais de 30 anos de estrada como se fossem acéfalas peças de museu sem contato com o mundo real. A verdade pertence ao evangélico não praticante.
Esse é um verbo muito presente nos lábios de um evangélico não praticante: “Achar”. Você entra em uma argumentação com ele sobre um tema bíblico e a resposta contém quase sempre esse verbo: “Ah, mas eu não acho que seja assim não”, justifica-se, com sua teologia de corredor de igreja. E quando você embasa seus argumentos em cinco ou seis passagens, em normas de hermenêutica, em princípios da exegese, ele desconversa e sai com um “Ah, mas eu já ouvi o pastor fulano dizer no blog dele que…” vira as costas e vai embora. Sempre “achando”, claro. Não tem jeito: o evangélico não praticante é um analfabeto bíblico: não se interessa por ler a Bíblia e monta sua forma de agir e de ser em cima de um achismo cristão absoluto.

O evangélico não praticante também não sabe nada de história da Igreja. Não entende a cronologia do Antigo Testamento, ignora fatos da Igreja primitiva, fala enormes bobagens sobre a “maldita igreja institucional”, questiona pontos elementares, que os patriarcas dos cinco primeiros séculos já responderam. Aí você explica, diz o que foi debatido nos concílios, conta como se deu a sistematização de certas praticas e doutrinas e…”Ah, mas eu não acho que seja bem assim”.

O evangélico não praticante tem opiniões próprias sobre aquilo que Deus deixa claro nas Escrituras. Como não as conhece, tem conhecimento sobre algumas informações soltas a respeito do Altíssimo e a partir delas formula toda sua doutrina de fé. O argumento predileto: Deus é amor! Então não me venham dizer que Deus é contra o divórcio, o namoro em jugo desigual ou mesmo falar uns palavrõezinhos, pois Ele ama todos e por isso não ia querer a infelicidade de seus filhos nem fica cerceando nossa liberdade! É a graça! É o amor! No achismo do evangélico não praticante Deus libera tudo pois… Ele é amor e, afinal, vivemos na dispensação da graça! Quando você explica a ele que havia graça no Antigo Testamento e Lei no Novo ele fica revoltado e logo solta um “Ah, não acho isso não”.

Para o evangélico não praticante, ira de Deus, justiça de Deus, ciúmes de Deus e a possibilidade do inferno são coisas muito estranhas, pois… Deus é amor! Deus é graça! E como acha que Deus é uma espécie de homem grandão com superpoderes, não consegue assimilar o conceito de um Deus incompreensível e inalcalçável à mente humana, de uma natureza tão diferente da nossa, tão mais elevada, sublime e misteriosa, que não dá – como Romanos 9 deixa tão claro – para compreendê-lo tendo o homem e seus valores antropocêntricos como parâmetro.

O evangélico não praticante possivelmente ama louvores da moda. Vibra com cantores gospel que tocam na rádio. Pois, por ser biblicamente analfabeto, não consegue enxergar a superficialidade e até os erros teológicos contidos nas letras. Se você critica o que o gospel business produz, o evangélico não praticante repete aquele argumento bobinho que ouviu do pastor da televisão que não quer ser criticado porque inventa heresias da prosperidade para ganhar dinheiro e comprar o seu jatinho: “Ah, eu acho que quem critica é porque não sabe fazer melhor”, ou “Ah, eu acho que o crítico é um invejoso do sucesso dos outros”. Ou ainda: “Ah, eu acho que o critico é um enrustido”.

O evangélico não praticante não tolera que você questione a presença de artistas gospel em programas de TV seculares ou que você diga que aquele pastor famosão que fica plantando tags no twitter e tem milhares de fãs está dizendo heresias. Afinal…ele é famosão! Defende a Igreja! Aparece no Jornal Nacional! Tem o sobrenome dos cantores gospel da moda! Como alguém assim poderia estar errado??? “Ah, não acho não…”. O evangélico não praticante é tão limitado em seu discernimento espiritual que não percebe que fazer eventos gigantescos não avança a causa de Cristo. Que o Evangelho é pregado muito mais eficientemente no boca a boca do que com um plim-plim no meio. “Afinal, temos que pregar a tempo e fora de tempo!”, brada sem entender as verdadeiras razões que levaram aqueles artistas gospel ao palco. Ele REALMENTE acredita que a nação toda se converterá porque a cantora gospel da moda foi a um programa de TV da Globo ou ao Raul Gil. “Ô glória, uhuuuuuuuuuuuu!!!! Hooooooooooo!!!”, brada exultante com a cantora que faz o povo ímpio balançar as mãos do mesmo modo que um cantor de pagode faria – e com dançarinas seminuas atrás.

O evangélico não praticante ora pouco. Ora sempre antes das refeições porque, ora bolas, é o que um evangélico faz! Mas não tira momentos para Deus. Não abre mão do seu programa de TV favorito para dedicar 15 minutos ao Pai. Para isso servem os cultos, não é? Se jejua não sabe explicar muito bem por que devemos jejuar, mas afinal o pastor disse que era para jejuar e os irmãos da igreja jejuam, então ele acha que jejuando fará parte da galera. Mas não sabe explicar a mecânica ou a teologia por trás do jejum. O evangélico não praticante acha que estudar teologia é besteira, o importante é amar! “Ah, eu sou de Cristooooo!”, estufa o peito.

O evangélico não praticante um dia morrerá e não irá para o Céu. E só de eu falar isso ele já se irou e pensou “quem é você para julgar os outros???”. Pois o evangélico não praticante acha que qualquer coisa que que contraria sua fé popular é “julgamento”. Mas eu digo isso por uma simples e óbvia razão: o evangélico não praticante… não pratica o Evangelho.

Paz a todos vocês que estão em Cristo.

Maurício Zágari é Jornalista e editor do Blog Apenas1. Divulgação: Púlpito Cristão.

Jogadora rejeita “hino bissexual” na TV em nome da fé em Deus: “Preciso seguir quem eu sou e defender o que eu acredito”

aaaaaaa

Uma das características mais marcantes de um cristão realmente comprometido com o evangelho de Jesus Cristo é a sua capacidade de testemunhar, através das suas atitudes, no que acredita. Jennie Finch-Daigle (foto), uma jogadora profissional de softbol não abriu mão disso ao recusar dançar em pleno programa de TV uma música que é considerada um “hino bissexual”.

Jennie foi convidada para participar do programa Dancing With The Stars, da ABC, junto com seu parceiro Keo Motsepe. A música escolhida pela produção do programa foi da cantora Janelle Monáe, “Make Me Feel”, onde sua letra faz apologia ao bissexualismo por incentivar uma “sexualidade flexível”, razão pela qual a fama lhe deu o título de “hino bissexual”.

No entanto, durante a transmissão dos bastidores do ensaio para a apresentação da dança, Jannie apareceu desconfortável e falando com seu parceiro: “Eu não tenho certeza sobre a música”, disse ela para Motsete no último dia 7 de maio. “Não sou eu”, continuou a jogadora, querendo dizer que estava desconfortável com a música.

Em seguida os telespectadores do programa ouviram ela falando com a produção pelo telefone, dizendo que não poderia continuar com algo que contrariava seus princípios de vida: “Estou lutando com minha escolha de música. É um pouco arriscado demais”, disse ela, provavelmente referindo-se ao seu testemunho.

“Eu não estou me sentindo confortável com isso. Eu não posso continuar com isso”, continuou Jennie, declarando ao seu parceiro em seguida que deveria seguir sua fé: “Eu preciso seguir quem eu sou e defender o que eu acredito”, disse.

Jennie não deixou de participar do programa. Ela e seu parceiro escolheram outra música e tiveram apenas três dias para ensaiar. Campeã Olímpica de 2004 e 2008, a decisão de rejeitar o “hino bissexual” em nome da sua fé serviu como testemunho para seus fãs, que elogiaram a atitude da jogadora.

“Eu quero glorificar a Deus lá fora, e isso não foi uma ótima escolha para eu fazer”, explicou ela após o acontecimento para uma rede de TV local, segundo informações do Kansas City Star

https://noticias.gospelmais.com.br/jogadora-rejeita-hino-bissexual-na-tv-98104.html?utm_source=notification

Ex-hindu convertido é ameaçado pelo pai ao falar de Jesus: “Eu atiro em você”

A vida de novos convertidos ao cristianismo em alguns países pelo mundo não é nada fácil. A intolerância religiosa está presente em regiões onde tradições religiosas milenares, como o hinduísmo, ainda é a maioria e se mistura não apenas com o estilo de vida da população, mas também com o próprio regime político dessas regiões.

Um jovem hindu sentiu na pele o que é ter a sua vida ameaçada por questões de fé. Chamado pelo nome fictício de Aaron por razões de segurança, esteve no Brasil do dia 19 de abril até 7 de maio para testemunhar como era a sua vida antes de conhecer o evangelho de Jesus Cristo e como está agora.

Aaron passou pelas cidades de Rio de Janeiro, Goiânia e São Paulo e o seu testemunho de libertação impactou muitas vidas. Após aprender sobre Jesus Cristo através de missionários 25 anos atrás, o jovem hindu se converteu, mas se batizou apenas em 2005, deixando as práticas religiosas místicas representadas por milhões de falsos deuses.

Ao falar para sua família sobre a conversão, no entanto, Aaron encontrou um desafio: “Você pode ir à igreja, mas se começar a falar de Jesus, eu atiro em você”, disse o pai do rapaz. Ele chegou a ser expulso de casa, mas por orientação do Espírito Santo, decidiu voltar no mesmo dia e enfrentar com sabedoria a resistência dos seus pais.

Aos poucos o jovem evangelizou a sua família e seus pais se converteram. Tocados pela sede de evangelizar e dessa vez unidos pela Verdade, eles se mudaram para uma região mais violenta do país para os cristãos, para anunciar Jesus Cristo para os muçulmanos: “Deixamos tudo pela fé em direção ao que Deus tinha preparado para nós no futuro”, disse ele.

Atualmente o jovem enxerga a perseguição religiosa como um fortalecimento espiritual, dizendo que os cristãos perseguidos “passam por situações difíceis, mas depois Deus os cura e restaura para uma posição melhor”, e que  “apesar de sermos perseguidos, estamos certos de que o Senhor está no controle”, finaliza.

 Gospel+

Na Austrália, ativistas LGBT ameaçam incendiar igreja caso se oponha ao casamento gay

Uma igreja evangélica da Austrália foi ameaçada com um incêndio criminoso por ativistas dos direitos dos homossexuais, depois de exibir uma placa dizendo: “Deus criou o casamento entre um homem e uma mulher”. (“Deus criou o casamento entre um homem e uma mulher”, dizia a placa do lado de fora da Igreja da Comunidade Bellbowrie, em Brisbane, Austrália. (Foto: Daily Mail)

Em meio a uma votação que está provando ser um referendo postal divisório sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo que se concluirá no dia 7 de novembro, a Igreja da Comunidade Bellbowrie, em Brisbane, foi vítima de ameaças e ataques nas mídias sociais após exibir a mensagem em seu quadro de avisos, do lado de fora do templo.

O pastor sênior, John Gill, disse ao Daily Mail Australia: “No Facebook, muitas vezes as coisas se tornaram bastante perversas. Quero dizer, fisicamente ameaçadoras. Isso tem sido assustador para alguns na igreja”.

Ele acrescentou: “Um dos comentários que vi, por exemplo, foi uma sugestão de que as pessoas deveriam derramar petróleo e incendiaram a igreja”.

Separadamente, um morador de Brisbane, Patrick Wood, argumentou que o outdoor promocional que apoiava o casamento entre homem e mulher contradiz o outro quadro de avisos da igreja, que diz: “Todas as pessoas são bem-vindas e respeitadas aqui”.

Ele escreveu no Facebook: “Sua casa, suas regras hipócritas. A mesma placa, no mesmo dia, lados opostos. Não vou esquecer a posição de igualdade matrimonial”.

Gill disse que está preocupado com a liberdade religiosa, mesmo que isto seja um direito constitucional.

“No momento, sabemos que temos essa liberdade, mas, certamente, na prática, temos grandes preocupações sobre se continuaremos a ter essa liberdade ou não”, disse ele.

O site ‘Quest Community News’ citou Gill, dizendo que sua congregação é livre para votar no plebiscito, conforme suas próprias opiniões.

“Como pastor, não é meu lugar dizer às pessoas como votar”, disse o pastor.

“Muitos de nós temos amigos e familiares que são homossexuais, e é absurdo pensar que os odiamos. Nós os amamos muito. É possível manter visões diferentes, mas ainda assim amar as pessoas. Portanto, isso não precisa ser uma fonte de divisão em toda a Austrália. Podemos diferir, mas continuar a respeitar e cuidar uns dos outros e deixar a votação determinar a questão”, acrescentou.

No final de semana, o painel da igreja de Bellbowrie foi vandalizado e adulterado para dizer: “Deus criou o casamento entre um homem e um homem”.

Uma postagem no Facebook disse: “Espero que existam igrejas na área que atendam a TODOS os cristãos e não apenas aqueles que se encaixam na visão estreita da ‘Igreja de Deus’. Tenho certeza de que Cristo ficaria muito desapontado com sua visão do cristianismo”.

Outra mulher escreveu: “Um grupo de mentalidade fechada que discrimina abertamente os membros da nossa comunidade e sua busca (muito razoável) pela igualdade do casamento”.

Cartoons de casais do mesmo sexo e marinheiros que acenam bandeiras do arco-íris foram postados nos comentários sob mensagens não relacionadas pela igreja. Todos os comentários sobre a questão mais tarde desapareceram do site.

O Daily Mail citou um professor da Costa Central de Nova Gales do Sul, em oposição ao casamento gay, que disse que os outdoors da igreja eram consistentes com os ensinamentos cristãos.

“Isso não é uma contradição. Está perfeitamente em ordem e reflete nossa conduta cristã: a aceitação de indivíduos, independentemente, mantendo a santidade do casamento e simultaneamente rejeitando o casamento gay e suas ramificações “, disse ele.

Por: Gomes Silva
Redação: Consciência Cristã News
Fonte: Guiame, com informações do Christian Today