Um templo evangélico é inaugurado a cada dez dias na França

As igrejas evangélicas estão crescendo na França. A afirmativa é da reportagem da revista L’Obs desta semana. Segundo a matéria, um novo templo é inaugurado a cada dez dias e essa já se tornou a religião mais “dinâmica” do país, seguida pela expansão do Islã. (Um templo é inaugurado a cada dez dias na França)

A reportagem relata o sucesso da turnê pela França do pastor australiano Nick Vujicic, que reúne multidões por onde passa. Milhares de pessoas estiveram na sexta-feira (14) na ministração realizada na cidade do Havre, na Normandia, noroeste da França. A adesão a este tipo de evento confirma a ascensão das igrejas evangélicas no país.

Durante décadas ignoradas, as igrejas evangélicas eram tratadas como seitas pelos franceses, é o caso da igreja brasileira Universal do Reino de Deus. Essa reputação negativa se deve principalmente “aos cultos exuberantes marcados por rituais de curas milagrosas, transes e rezas murmuradas em línguas imaginárias e tino para os negócios das igrejas evangélicas”. Mas agora, elas “estão em pleno boom”, declara o artigo.

O evangelismo fica atrás apenas do Islã. “Mesmo se com 720 mil fiéis os evangélicos ainda estão longe dos entre 3 e 5 milhões de muçulmanos franceses e dos 10 milhões de católicos praticantes, eles dobraram em apenas 30 anos”, constata a reportagem.

L’Obs relata que 2,2 mil igrejas evangélicas abriram suas portas em menos de 40 anos, 400 delas apenas nas periferias de Paris. E, segundo Etienne Lhermenault, presidente do Conselho Nacional dos Evangélicos da França (Cnef), que federa dois terços dos evangélicos da França, o objetivo do grupo é triplicar o número de templos nos próximos anos.

“A progressão nas periferias é espetacular”, observa a reportagem, que visitou um tempo da igreja pentecostal do Centre du Renouveau chrétien (Centro do renascimento cristão, em tradução livre), em Clichy-sous-Bois, região na qual os muçulmanos são maioria.

O texto explica que, como em outras zonas periféricas, a maioria dos fiéis evangélicos vêm da África subsaariana ou das Antilhas. Mas essas novas igrejas também já estão recrutando e convertendo muçulmanos.

L’Obs ainda acrescenta que as igrejas evangélicas também começam a ser reconhecidas no cenário político francês. A tal ponto que, pela primeira vez na história, seus representantes foram convidados para a cerimônia de posse do presidente Emmanuel Macron, em maio passado. Com informações de RFI

https://noticias.gospelprime.com.br/um-templo-e-inaugurado-cada-dez-dias-na-franca/

Porta dos Fundos é processado em R$ 5 milhões por sátira aos cristãos

O canal Porta dos Fundos costumeiramente faz vídeos ridicularizando os cristãos e personagens bíblicos. No passado, foi inclusive processado por líderes evangélicos por esse motivo, mas acabaram ganhando na justiça, sob alegação que fazem valer sua “liberdade de expressão”.

Contudo, também há previsão legal no Brasil contra o vilipêndio da fé alheia. Ciente disso, o Centro Dom Bosco, uma associação católica do Rio de Janeiro, está pedindo indenização de R$ 5 milhões.

O Dom Bosco entrou com uma ação na 46a Vara Cível do TJ do Rio, denunciando a publicação do vídeo “O céu católico”, onde Fábio Porchat e Gregório Duvivier (ambos ateus) ridicularizam do conceito de Paraíso.


  Psicólogo ajuda cristãos a vencer o vício da pornografia


No esquete, Adolf Hitler está no céu, por que teria pedido perdão na hora da morte enquanto outras pessoas estariam no inferno por terem comido alimentos proibidos e trabalhado em dias “santos”. A piada distorce os textos do Antigo Testamento e também afirma que protestantes não entram no céu.

O pedido de reparação da associação católica é de R$ 1 para cada visualização no YouTube. Publicado em outubro de 2016, o material já foi visto quase 5 milhões de vezes. Com informações O Globo

Assista:

 

https://noticias.gospelprime.com.br/porta-dos-fundos-processado-ceu-catolico/

Escritor ateu Richard Dawkins vê no cristianismo “a melhor defesa” contra o extremismo islâmico

O polêmico escritor ateu Richard Dawkins (foto) admitiu que o cristianismo é a melhor alternativa para fazer um contraponto à mensagem extremista do islamismo.

A afirmação foi feita a partir de uma análise sobre a ascensão do secularismo na Europa e Estados Unidos e também do extremismo islâmico no Oriente Médio e áreas da África.

O cristianismo pode realmente ser a nossa melhor defesa contra as formas aberrantes de religião que ameaçam o mundo”, disse Dawkins, de acordo com informações do Gospel Herald.

Biólogo evolucionista, Dawkins é considerado o ateu de maior reconhecimento no planeta, e por diversas vezes expressou sua aversão ao cristianismo, devido a um episódio de abuso sexual sofrido na infância, quando frequentava um colégio católico.

Mesmo assim, ele reconheceu que na doutrina cristã, ao contrário do islamismo, não existem incentivos ao uso da violência contra quem ignora seus ensinamentos: “Não há cristãos, pelo menos que eu saiba, explodindo edifícios. Não tenho conhecimento de quaisquer ataques suicidas dos cristãos. Não tenho conhecimento de qualquer grande denominação cristã que acredita na pena de morte por apostasia”, destacou.

Nesse cenário, Dawkins foi enfático ao afirmar que o cristianismo pode ser “um baluarte contra algo pior”, e que por isso, tem “sentimentos mistos” a respeito da redução do crescimento da fé cristã na sociedade.

Dawkins pontuou ainda que, no passado, ele concentrava suas críticas ao cristianismo por ser a religião com a qual estava mais familiarizado, já que foi educado em uma escola cristã.

Horrível como o abuso sexual era, sem dúvida, o dano que foi indiscutivelmente inferior ao dano psicológico a longo prazo infligido, por trazer a criança para um contexto católico, em primeiro lugar”, contextualizou, falando sobre os problemas posteriores ao abuso que teve que enfrentar. “Eu pareço ser percebido como agressivo e estridente e eu realmente não acho que eu sou estridente e agressivo. O que eu acho é que nós nos tornamos tão acostumados a ver a religião autonomizada por um muro de proteção especial que, quando alguém oferece mesmo uma leve crítica à religião, é entendido como agressivo, mesmo quando ele não é. Eu gosto de pensar que sou mais pensativo e reflexivo”, concluiu.

https://noticias.gospelmais.com.br/dawkins-cristianismo-defesa-contra-extremismo-islamico-81167.html

Um Proprietário, vários Mordomos

“Não sou dono do mundo, mas sou filho do dono.”

Esta frase tão popular merece uma reflexão. O mundo tem dono? Quem é esse dono? Esse dono tem filhos? Quem são esses filhos? Como esse dono se relaciona com os que administram o que é dele? Como lidar com os bens desse dono? Isso e outras coisas é o que veremos a seguir.

Quando refletimos sobre propriedade e mordomia somos levados a raciocinar meramente em termos de bens materiais e recursos naturais, normalmente tangíveis. Porém, o assunto precisa ser tratado dentro de uma perspectiva muito mais ampla. É preciso considerar como propriedade de Deus e administração do ser humano outros itens como: a vida humana e animal, o conhecimento, a revelação divina, o tempo, os dons e talentos etc.

Quando conseguimos assimilar a verdadeira dimensão dessa realidade, passamos a nos comportar de forma diferente; passamos a nos preocupar mais com aquilo que Deus, o proprietário de todas as coisas requer e espera de seus mordomos ou administradores. E, assim, arderá em nosso peito o desejo de agradá-lo em tudo e em todo o tempo.

1. DEUS É O DONO DE TUDO

Deus é esse dono de tudo porque ele é o criador de todas as coisas que existem e mantém o universo pela força do seu poder. Diferentemente do que diz a posição deísta, ele é aquele que criou e continua presente, sustentando sua criação e não permitindo que coisa alguma escape ao seu controle. A Bíblia declara em muitos textos essas preciosas verdades, como: “Ao SENHOR pertence a terra e tudo o que nela se contém, o mundo e os que nele habitam.” (Sl 24.1, ver tb 1Co 10.26; At 17.24); “Teus são os céus, tua, a terra; o mundo e a sua plenitude, tu os fundaste.” (Sl 89.11); “Teu, SENHOR, é o poder, a grandeza, a honra, a vitória e a majestade; porque teu é tudo quanto há nos céus e na terra; teu, SENHOR, é o reino, e tu te exaltaste por chefe sobre todos. Riquezas e glória vêm de ti, tu dominas sobre tudo, na tua mão há força e poder; contigo está o engrandecer e a tudo dar força.” (1Cr 29.11-12). E, o que dizer da fala do diabo para Jesus? “Levou-o ainda o diabo a um monte muito alto, mostrou-lhe todos os reinos do mundo e a glória deles e lhe disse: Tudo isto te darei se, prostrado, me adorares.” (Mt 4.8-9). Ele é referido por Jesus como o príncipe deste mundo (Jo 12.31). No presente tempo lhe foi concedida certa autoridade para agir neste mundo, enganando os que lhe derem ouvido.

a) A terra foi entregue aos filhos dos homens (Sl 115.16)

Se Deus é o dono de tudo, nada escapa ao seu controle e soberania. E o salmista assim se expressa: “Os céus são os céus do SENHOR, mas a terra, deu-a ele aos filhos dos homens.” (Sl 115.16). Estes filhos dos homens são as criaturas de Deus. Já os filhos de Deus ou os filhos do dono são os nascidos de novo, regenerados pelo Espírito Santo, os da linhagem espiritual do segundo Adão, o Senhor Jesus Cristo (Jo 1.12-13). De um modo geral, todas as criaturas de Deus foram convocadas para administrar a terra e dominar as demais criaturas viventes (Gn 2.15; 1.28).

b) Somos apenas administradores de Deus

Há uma falsa impressão nos filhos dos homens e nos filhos de Deus de posse, de propriedade. Na verdade todos somos mordomos ou administradores do dono. Principalmente os salvos precisam lembrar-se sempre que, se não nos pertencemos a nós mesmos, como podemos ter alguma coisa? Fomos comprados por alto preço, o sangue de Cristo (1Pe 1.18-19; 1Co 6.20; 7.23). Conscientes disso, precisamos ter em mente que precisamos administrar tudo aquilo que pertence a Deus, não de forma egoísta, mas de modo que agrade ao dono, a Deus.

2. UM CASO DE ADMINISTRAÇÃO INFIEL (Lc 16.1-13)

Dentre as muitas parábolas proferidas pelo Senhor Jesus, uma delas ilustra o caso de um administrador infiel, que mesmo na sua gestão infiel dá margem ao Mestre para tirar lições. Nessa parábola Jesus faz um alerta quanto ao desempenho dos dois tipos de administradores existentes: os filhos do mundo (as criaturas de Deus) e os filhos da luz (os filhos de Deus ou filhos do dono): “…porque os filhos do mundo são mais hábeis na sua própria geração do que os filhos da luz.” (Lc 16.8b).

O que temos nesta parábola que Jesus dirige aos seus discípulos (Lc 16.1)?

a) Havia um homem rico, certamente um grande proprietário que tinha um administrador cuidando dos seus empreendimentos.

b) Em certo momento, alguém denunciou as falcatruas deste administrador ao seu patrão.

c) O patrão mandou chamá-lo e o intimou a prestar contas da sua administração, pois seria demitido.

d) O administrador corrupto, numa rápida avaliação da sua situação crítica, ainda teve tempo de tramar suas últimas fraudes, que permitiriam abrir portas após sua demissão. Ele chama alguns devedores de seu patrão e refaz as anotações das suas dívidas, fraudando o seu patrão em 20 a 50%. Seu objetivo era ganhar a simpatia e futura acolhida desses devedores.

e) Sabedor do ocorrido o patrão elogia a esperteza do seu ex-administrador. Não porque aprovasse o seu mau procedimento, nem porque tivesse ficado feliz com o prejuízo que este lhe causou, mas por sua engenhosidade em aproveitar as circunstâncias e oportunidades do presente com o fim de pavimentar o caminho de um futuro melhor para si.

Há quem equivocadamente interprete este elogio como tendo partido do Senhor Jesus. Entretanto, a palavra “senhor” (kuriov) em Lucas 16.8 se refere ao senhor do administrador, seu patrão, exatamente como ocorre nos versículos 3 (uma vez) e 5 (duas vezes).

Proferida a parábola, Jesus faz alguns comentários, recomendações e aplicações que precisam ser bem entendidos:

1º) Os filhos deste mundo são mais hábeis do que os filhos da luz (Lc 16.8b)

Considerando que esta afirmação de Jesus tem conexão com a engenhosidade e esperteza daquele administrador corrupto, estaria Jesus insinuando que os filhos da luz deveriam agir assim? Não e Sim! É preciso ter muita calma nesta hora para não tirar conclusões precipitadas. Não, porque na sua justiça e ética irrepreensíveis Jesus jamais poderia incentivar tal tipo de procedimento desonesto. Sim, no sentido de que os filhos da luz deveriam ser mais hábeis, inteligentes, astutos e prudentes ao lidar com as circunstâncias, as oportunidades e os recursos que o Senhor coloca diante deles, tirando deles proveito, de forma absolutamente lícita e honesta, tendo em vista prover um futuro melhor, quer na sua vida pessoal ou profissional, quer na esfera da administração eclesiástica. É certo que devemos depender sempre de Deus, das suas orientações e de seus recursos, mas também é razoável e esperado que usemos a inteligência, os dons e oportunidades que ele nos dá para fazermos aquilo que está ao nosso alcance. Ainda que saibamos que Deus é quem efetua em nós, tanto o querer, como o realizar, segundo a sua boa vontade (Fp 2.13), chego a pensar que, por vezes, uma falsa busca de espiritualidade, pode gerar em nós inércia e acomodamento, com subsequente esvaziamento do nosso potencial de criação e realização.

2º) Das riquezas de origem iníqua fazei amigos (Lc 16.9)

Está aí outra afirmação de Jesus que tem conexão com a engenhosidade e esperteza daquele administrador corrupto que também dá o que falar. Analisemos o versículo:

a) É certo que Jesus se dirigia aos seus discípulos (Lc 16.1), entretanto, outros também estavam ali ouvindo, inclusive os fariseus que o ridicularizavam, porque eram avarentos (Lc 16.14). Talvez Jesus também estivesse mandando um recado para eles.

b) É certo que Jesus não apoiaria a obtenção de riquezas (mamon, o dinheiro) de forma ilícita, mesmo que para fazer amigos.

c) Tudo leva a crer que a expressão “origem injusta” é uma referência às riquezas materiais, que são contrastadas pelo Senhor com a “verdadeira riqueza” (v. 11), aquela que tem desdobramentos na eternidade, os “mistérios de Deus” (1Co 4.1), a “multiforme graça de Deus” (1Pe 4.10).

d) “Quando estas riquezas faltarem” pode ser uma referência à morte, sendo os tabernáculos eternos o além onde os que já foram recebem os que estão chegando.

3º) Quem é fiel no pouco também é fiel no muito (Lc 16.10)

Embora alguns não concordem com esta afirmação, ela é verdadeira. Fidelidade, lealdade e honestidade são virtudes que têm tudo a ver com caráter. Quem não é um mordomo fiel nas coisas menores, como as coisas materiais, como poderá ser nas coisas maiores. Como Deus poderá nos confiar suas riquezas verdadeiras se não somos fiéis nas coisas menores e materiais (v. 11).

4º) Ninguém pode servir a dois senhores (Lc 16.13)

O dinheiro é um bom servo, mas um péssimo patrão! Se ele não for subjugado pelo homem ele passa a dominá-lo. Deus alerta, adverte e deixa claro que não é possível atender, simultaneamente, às demandas desses dois senhores, Deus e Mamon (riquezas).

3. EXERCENDO A MORDOMIA

a) A razão da mordomia

Conscientes da realidade de que há apenas um proprietário – Deus – e que todos nós humanos somos apenas seus administradores, principalmente nós que somos seus filhos, precisamos desempenhar esse papel dando o melhor de nós. O bom administrador é aquele que no exercício dessa função valoriza o que é do seu senhor, bem como promove o bem-estar e um ambiente de paz e tranquilidade.

b) Alguns exemplos de mordomia

O Antigo Testamento nos apresenta vários exemplos de pessoas que fizeram isso de forma esplendida: José, Davi, Daniel, Neemias e tantos outros.

No Novo Testamento Jesus profere algumas parábolas para ilustrar essa relação de Deus, o proprietário, com seus administradores, nós, seus filhos e suas criaturas. Em Mateus 25.14-30 – a parábola dos talentos; em Lucas 13.6-9 – a parábola da figueira; em Lucas 16.1-13 – a parábola do Administrador infiel; em Lucas 19.11-27 – a parábola das minas; em Lucas 20.9-16 – a parábola da vinha ou dos lavradores maus.

c) Um apelo à mordomia

No Novo Testamento, além de encontrarmos vários exemplos de mordomia, de servos de Deus que se gastaram para agradar a Deus e em prol dos seus conservos, concluímos registrando o que eles afirmaram:

Assim, pois, importa que os homens nos considerem como ministros de Cristo e despenseiros dos mistérios de Deus.” (1Co 4.1)

Ora, além disso, o que se requer dos despenseiros é que cada um deles seja encontrado fiel.” (1Co 4.2)

“Servi uns aos outros, cada um conforme o dom que recebeu, como bons despenseiros da multiforme graça de Deus.” (1Pe 4.10)

“Eu de boa vontade me gastarei e ainda me deixarei gastar em prol da vossa alma.” (2Co 12.15)

 https://pauloraposocorreia.com.br/2015/08/14/um-proprietario-varios-mordomos/

 

Projeto de Maria do Rosário para “crimes de ódio” pode ressuscitar censura a evangélicos do PL 122

Um projeto de lei da deputada federal Maria do Rosário (PT-RS) pretende ressuscitar o espírito de censura do sepultado PL 122, polêmico por limitar o direito de pregação cristã contra o pecado da homossexualidade.

A constatação foi feita pelo deputado Eduardo Bolsonaro (PSC-SP) durante sessão da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) realizada na última semana, para analisar o Projeto de Lei 7582/2014, que pretende estabelecer critérios para os chamados “crimes de ódio”.

No texto, a polêmica parlamentar petista propõe a criação do tipo penal sobre ofensas por razões de raça, origem social, orientação sexual, identidade de gênero, condição de migrante ou refugiado, idade e religião, entre outros.

“As primeiras vítimas desse projeto serão os religiosos. Quando um pastor estiver na pregação e falar a palavra ‘gay’ ou ‘homossexual’, pouco importa o que virá depois, ele já vai tomar um processo para ficar quietinho no canto dele”, alertou Eduardo Bolsonaro.

 

De acordo com informações do JM Notícia, Maria do Rosário (ex-ministra de Dilma Rousseff) estava presente na sessão e contrapôs a fala de Bolsonaro, dirigindo-se aos parlamentares evangélicos.

“No Brasil, as pessoas que têm uma condição sexual diversa do que é considerado ‘normal’ para a maioria da população, por serem homossexuais, elas sofrem ao ponto de serem mortas”, afirmou a deputada, tentando sugerir que sua iniciativa não visa censurar as pregações.

Rosário foi além, dizendo que diferentemente do polêmico PL 122, seu projeto não propõe alterações ao Código Penal, apenas estabelece um agravante em casos de crimes motivados por ódio, “aqueles [em] que [o agressor] não aceita o outro como ele é”.

Precaução

Em tréplica, o deputado federal pastor Luciano Braga (PRB-BA) pediu vistas para uma análise mais profunda do texto: “Nós queremos analisar o projeto, algumas terminologias ali devem ser melhoradas para não dar lugar a um pensamento ou ação futura que possa ir de encontro ao que nós acreditamos”, salientou.

Já o deputado Sóstenes Cavalcante (DEM-RJ) posicionou-se dizendo que a defesa dos Direitos Humanos é um conceito originado na Reforma Protestante, assim como a defesa do Estado laico, à época motivada pela necessidade do fim da intervenção da Igreja Católica, mas também pela garantia de liberdade de culto, crença e expressão.

Cavalcante foi além e disse que a iniciativa de Maria do Rosário era compreensível, porém seu texto original trazia brechas que poderiam terminar por censurar pregações religiosas, e que através do diálogo na CDHM, seria possível melhorar o conteúdo a fim de garantir que não exista conflito com liberdades constitucionais previamente estabelecidas.

 https://noticias.gospelmais.com.br/projeto-maria-do-rosario-pt-censura-evangelicos-90781.html

reflexAÇÃO | A PRESSÃO DA MÍDIA E A PRESSÃO DO EVANGELHO (parte 2)

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José San Martín, editor

….. Você está entre a pressão da mídia e a pressão do Evangelho. Entre a multidão que caminha para a perdição. E o remanescente que caminha para a salvação.

….. Quanto mais distante do Evangelho, maior é a pressão da mídia. Quanto mais distante da mídia, maior é a pressão do Evangelho.

….. Você vive um dilema: Ou a mídia te afasta do Evangelho ou O evangelho te afasta da mídia.

….. Liberte-se do peso esmagador da mídia. Aproxime-se do jugo suave do evangelho!

Venham a Mim e Eu lhes darei descanso — todos vocês que trabalham tanto debaixo de um jugo pesado. Levem o meu jugo — porque ele se ajusta perfeitamente — e deixe que Eu lhes ensine; porque Eu sou manso e  humilde, e vocês acharão descanso para suas almas; pois só Eu faço vocês carregarem cargas leves”, Mateus 11.28-30.

reflexAÇÃO | A PRESSÃO DA MÍDIA E A PRESSÃO DO EVANGELHO (parte 1)

Agito B.O – Bate papo jovem Pr. Michel Plattiny Os olhos são como uma luz para o corpo: quando os olhos de vocês são bons...

José San Martín, editor

….. Não há como fazer as pazes entre a mídia e o evangelho de Jesus. Eles têm filosofias diferentes. Propósitos diferentes. Públicos diferentes e Festas diferentes.

….. Se a mídia valorizar o que o evangelho valoriza, ela perde dinheiro. Se o evangelho valorizar o que a mídia valoriza, ele perde autoridade.

….. A mídia alimenta e estimula a maldade humana. O evangelho alimenta e estimula a bondade que ainda resta no ser humano.

….. A mídia segue a correnteza. O evangelho nada contra a correnteza. A mídia está a serviço de uma sociedade corrompida. O evangelho está a serviço de um projeto de redenção.

….. A mídia aponta para a porta larga e o amplo caminho, cheio de gente, que leva à perdição. O evangelho aponta para a porta estreita e o apertado caminho, quase vazio, que leva à vida.

Só se pode entrar no céu pela porta estreita! A entrada para o inferno é larga, e sua porta é bastante ampla, para todas as multidões que escolherem esse caminho fácil. Mas a Porta da Vida é pequena e a estrada é estreita, e só uns poucos a encontram”, Mateus 7.13,14.

Alerta sobre o Arrebatamento

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>>>reflexAÇÃO<<<
Como será a reunião no templo na noite do dia do Arrebatamento?

Para nosso alerta, Deus deu uma amostra na revelação que concedeu ao irmão Olavo Rodge, então com 79 anos, na cidade de Bergen, na Noruega, em 12 de dezembro de 1952. (ouça a revelação no YouTube clicando aqui: https://goo.gl/XgIIvM)

O dialogo trágico entre líder e liderados num templo repleto de crentes assustados dá uma ideia do clima pesado no ambiente:

— Eu nunca aprendi assim. Os professores nunca me falaram que ia ser como se deu nestes dias.

— A culpa é sua (apontando para o líder). Muitos não subiram porque você nunca esclareceu como deveria fazer, anunciando que a vinda de Jesus estava perto.

— Nunca esclareceu que deveríamos ter um coração purificado e cheio do Espírito Santo. E que sempre deveríamos estar retos diante de Deus e também dos homens. E a gora eu sei o que foi que me impediu de ir de encontro a Jesus. Foram justamente as mínimas coisas que eu julgava sem importância e que não me impediriam de ir ao céu.

— E eis que aqui estou. Tem misericórdia de mim!

— Ajuda-me! Ajuda-me!

— CALEM A BOCA. EU FIZ O MEU DEVER. FIZ O MEU DEVER E FIZ MAIS AINDA! — retruca o pastor.

Mateus 24:27
Porque, assim como o relâmpago sai do oriente e se mostra até ao ocidente, assim será também a vinda do Filho do homem” (ACF).
Porque, assim como o relâmpago risca o céu, do nascente até o poente, assim será a vinda do Filho do Homem” (NTLH).
Porque assim como o relâmpago brilha pelo céu de leste a oeste, assim será minha vinda quando Eu, o Messias, voltar” (BVIVA).
Ótimo dia!! (José San Martín)

José San Martin Camiña Neto

Desperta, tu que dormes, e Cristo te iluminará!

por Vinicius Moteuchi

Por isso diz: Desperta, tu que dormes, e levanta-te dentre os mortos, e Cristo te esclarecerá | Efésios 5.14

No entanto, a morte reinou desde Adão até Moisés, até sobre aqueles que não tinham pecado à semelhança da transgressão de Adão, o qual é a figura daquele que havia de vir. Mas não é assim o dom gratuito como a ofensa. Porque, se pela ofensa de um morreram muitos, muito mais a graça de Deus, e o dom pela graça, que é de um só homem, Jesus Cristo, abundou sobre muitos. | Romanos 5:14,15

Há pelo menos três sentidos para o verbo “dormir” nas Escrituras:
O primeiro, obviamente, refere-se ao sono natural, aquele que Pedro, João e Tiago sentiram quando foram levados por Jesus ao Monte da Transfiguração para orar (Lucas 9:28).
O segundo, no sentido de “morrer”, como por exemplo, em I Tessalonicenses 4:13: Não quero, porém, irmãos, que sejais ignorantes acerca dos que já dormem…
O terceiro emprego do verbo descreve a apatia para com o Evangelho e o Espírito Santo que assola muitos crentes, o sono espiritual.

CONHEÇA AS 5 FASES DO SONO NATURAL
Primeira fase ocupa de 5 a 8% do sono, é a do adormecimento, funciona como uma zona intermediária entre estar acordado e dormindo.
Segunda fase, os ritmos cardíacos diminuem, assim como as ondas cerebrais também., ocupa 45 a 55% do sono.
Terceira fase o corpo começa entrar num sono profundo, uma fase rápida apenas 5% do tempo total do sono.
Quarta fase o sono é profundo, é nessa fase que recuperamos forças do cansaço diário, que hormônios do crescimento são liberados, ela ocupa 20% da noite. Nesse período fica-se totalmente inconsciente.
Quinta e última fase, conhecida como sono REM, formam-se os sonhos, a freqüência cardíaca volta aumentar , os músculos paralisam. É nessa fase que o cérebro fixa as informações de durante o dia.

CONHEÇA AS 5 FASES DO SONO ESPIRITUAL
Primeira fase a pessoa vai a igreja é assíduo, mas o coração está longe da li.
Segunda fase vai aos cultos quando dá vontade, porém não ora, não se liga e nenhum compromisso com Deus e Sua obra.
Terceira fase acha que Deus entende sua fraqueza e te perdoa.
Quarta fase está com o pé mais lá fora do que na igreja, até tenta conciliar igreja e mundo, mas sabe que não dá, geralmente se opta pelo mundo.
Quinta e última fase está totalmente iludido com o diabo, desviado fora dos caminhos do Senhor e vulnerável aos ataques de satanás.

O Senhor nos mostrou em sua Palavra algumas características dos crentes que vivem em sonolência:
a) São crentes que envergonham (Pv 10:5 O que ajunta no verão é filho entendido, mas o que dorme na sega é filho que envergonha);
b) São indiferentes às mortes dos ímpios (Is 56:10 Todos atalaias são cegos, nada sabem; todos são cães mudos, não podem ladrar; andam adormecidos, estão deitados e amam o tosquenejar);
c) Não têm visão da glória de Deus (como os discípulos em Lc 9:28-36).
Paulo exorta os cristãos sonolentos é Efésios 5:14 e 15: o sono espiritual leva o crente a viver como se estivesse morto! (v. 14: Desperta, tu que dormes, e levanta-te dentre os mortos).

CONCLUSÃO: Lembre-se que para Deus estão mortas as pessoas que ainda não foram lavadas no sangue do Cordeiro (Lc 9:60 e Ef 2:1-5).

Acessado em SlideShare em pesquisa sobre o verso de Efésios 5.14:

O Espírito Excelente de Daniel

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Daniel era jovem quando chegou à Babilônia. O rei Nabucodonosor invadiu Jerusalém e aprisionou alguns judeus, entre eles Daniel e seus amigos, que foram levados como escravos para o exílio. Ver sua família destruída, seus amigos e parentes massacrados pelos seus inimigos, os sonhos se desfazerem como pó diante de seus olhos, ser levado para uma terra que ele nunca conhecera para servir a ímpios e viver no meio de um povo idólatra, não fazia parte dos planos de Daniel, mas fazia parte dos planos de Deus.

Nessas circunstâncias era difícil não se abater e perder a esperança. Mas, Daniel decidiu confiar na soberania de Deus e fazer desse tempo de sua vida, um novo começo. Daniel se destacou pela sua conduta irrepreensível e seu testemunho de fidelidade a Deus. Não é a toa que Deus tenha Se agradado dele e o tenha colocado na posição mais alta do reino. Não apenas isso, ele foi considerado o mais sábio de todos os sábios da sua época.

Tudo que Deus concede a homens é para engrandecer o Seu nome. Embora a glória de Israel tivesse acabado, Deus levantou um jovem para glorificar o Seu nome no maior império da época, a Babilônia. Ele serviu a quatro reis, sucessivamente (Dn 6.3). Não por ser o único que tivesse, mas por ser o único que Deus fez questão de ressaltar. Por isso mesmo, ele é um exemplo de excelência para nós.

A expressão “espírito excelente” significa “extraordinário ou aquilo que excede!”. O que era afinal esse espírito excelente que distinguiu Daniel dos demais? Para respondê-la, vamos identificar três aspectos na vida de Daniel, explícitos na Bíblia, no livro que leva o seu nome. São características essenciais para aqueles que querem ter esse mesmo espírito e alcançarem posições altas como homens e mulheres de Deus.

1- O caráter de Daniel 

Daniel é um dos poucos homens dos quais a Bíblia não menciona erros e pecados. Pelo contrário, ele é descrito de uma maneira extraordinária, como um homem reto. A Bíblia diz que ele se distinguiu! Mas, por que? Creio que foi por causa do seu caráter. Todo filho de Deus deve ser alguém que se destaca dando bom testemunho, seja na sua liderança, na sua casa ou como bom profissional. Mas, o que é caráter? É aquilo que define quem você é. Caráter é aquilo que você é quando ninguém o está olhando.

Existem muitas pessoas que têm um bom caráter, mas que não conhecem a Deus. Isso faz toda diferença, pois Deus não está interessado apenas em pessoas de caráter, mas em expressar o Seu caráter santo através de homens tementes a Ele. O que deve ser visto não é um homem de caráter, mas o caráter de Deus no homem: é Deus sendo expresso através de seus atos.

Cada árvore tem o tamanho proporcional às suas raízes. Mas, quando as raízes estão crescendo, ninguém vê, contudo, todos desfrutam dos frutos quando eles aparecem. O mesmo acontece na sua vida. Seu crescimento espiritual não é visivelmente percebido. Mas, com certeza, será percebido mais tarde, quando os frutos forem gerados. Vejamos algumas características do caráter de Daniel.

a) O caráter nobre (Dn 1.3) 

Daniel era realmente de uma linhagem real, o que, com certeza, lhe proporcionou uma educação acima da média. Mas, fazer parte da nobreza, não significa “agir como nobre”. O caráter nobre de Daniel não se devia ao fato de ter sido ele nascido em uma família nobre simplesmente, mas ao fato de ele ter se comportado como um filho de Deus. Sua nobreza era a expressão do caráter de Deus na sua vida. Para ser um líder espiritual precisamos desenvolver um caráter nobre. As pessoas no mundo podem ser educadas, mas o filho de Deus tem que ser nobre! É muito mais do que ter educação. É ter um comportamento que glorifique a Deus.

b) O caráter consagrado (Dn 1.8) 

Consagração e santidade são coisas diferentes. Santidade está relacionada com a conduta; consagração com uma dedicação a um propósito. Alguém consagrado é alguém entregue a um propósito. A consagração de Daniel não foi uma emoção momentânea ou algo parecido. Ele se decidiu! Foi uma decisão consciente e pessoal.

c) O caráter fiel (Dn 6.4) 

Alguém fiel é alguém confiável. Um espírito excelente se traduz por um coração fiel. Fidelidade nos fala de exatidão. Ser fiel é ser exato. Por isso, a Bíblia diz que Jesus é a exata expressão de Deus. O homem não é uma cópia de Deus, mas foi criado para expressá-lo. Somos considerados fiéis a Deus, quando expressamos o Seu caráter. Deus não apenas guardou a Daniel, mas também o fez próspero. Você não precisa buscar prosperidade, precisa apenas ser encontrado fiel, pois essa é a fidelidade de Deus para com aqueles que são fiéis a Ele.

d) O caráter reto (Dn 5.17) 

Certa vez Daniel foi chamado diante do rei Belsazar, que estava dando um banquete e no meio da festa, a mão de Deus aparece escrevendo na parede uma sentença contra o rei. Apenas Daniel pode interpretar o que estava escrito. Maravilhado com a sabedoria dele, o rei quis presenteá-lo. Mas, Daniel recusou, porque o rei estava usando os utensílios do templo para profanação e orgias. Aceitar as oferendas do rei naquelas circunstâncias era ser cúmplice do que ele estava fazendo. Retidão é andar em linha com a vontade de Deus, nos fala de sermos coerentes com a Palavra. Um caráter reto fala de manter-se íntegro diante de coisas que possam comprometer o seu testemunho.

2- A competência de Daniel 

Entenda uma coisa, sua utilidade para Deus depende do seu caráter. Mas, se além do caráter, você tiver a competência, certamente você será muito mais útil nas mãos de Deus. Daniel tinha os dois, o caráter e a competência. Competência é uma aptidão, uma condição que caracteriza o trabalho de uma pessoa. Daniel se distinguiu por ser mais que competente, por ser excelência. São duas coisas distintas. Podemos ter muitas pessoas competentes num assunto, mas alguns se sobressaem por causa da sua excelência. A diferença de uma boa liderança e excelente é que, a liderança natural faz apenas aquilo que precisa ser feito e a liderança excelente faz além. Saiba que você também pode ter. Vejamos como a Bíblia descreve a competência de Daniel.

a) Instrução (Dn 1.4) 

Uns têm mais condições de investir nos estudos que outros. Mas, independente do grau de instrução que uma pessoa, para ter competência é preciso se preparar. A falta de instrução é dos fatores que mais agrava a incompetência. Instrução está associada a estudo e também a disciplina. Ninguém adquire instrução da noite para o dia, é necessário investir tempo, dinheiro, disposição e tudo isso exige disciplina.

Outras pessoas pensam que basta confiar em Deus, pois assim como Ele deu sabedoria a Daniel, Ele dará a elas. Isso é verdade, mas também não é toda a verdade. Daniel estudou, se instruiu, não recebeu tudo pronto. Você pode ter tudo o que você sonhar em Deus, mas mesmo confiando em Deus, você tem que fazer a sua parte. Mude os seus hábitos, concentre-se em suas prioridades e invista no seu ponto forte.

b) Sabedoria (Dn 5.13,14) 

A Bíblia diz que Deus deu inteligência, conhecimento e sabedoria a Daniel. Conhecimento é o quanto uma pessoa conhece sobre um assunto. Inteligência é a capacidade de raciocínio de alguém e sabedoria está relacionada à capacidade de relacionar-se e de lidar com situações e com pessoas. Deus deu tudo isso a Daniel de uma forma abundante. Se você quer ser um líder bem-sucedido, precisa da sabedoria de Deus. A sabedoria capacita o líder e o torna competente na sua liderança.

c) Lealdade (Dn 5.10-13) 

Por que você acha que Daniel serviu a quatro reis? Apenas por causa da sua sabedoria? Não. Porque ele também era leal! Quando Daniel foi apresentado ao rei Beltessazar, suas referências vieram de alguém que o conhecia do reinado anterior de Nabucodonosor. Depois que todos os sábios do reino falharam em decifrar os escritos na parede, Daniel foi lembrado. Isso, por causa da sua lealdade ao rei anterior. As referências foram: ele foi leal ao seu pai e será leal a você, ele não o enganará ou o embromará, ele falará a verdade.

O espírito de Daniel 

Além do caráter irrepreensível e da competência, a Bíblia mostra claramente que o seu “espírito excelente” tinha de fato algo espiritual. Esse terceiro aspecto que usamos para definir o espírito excelente de Daniel está relacionado com uma vida cheia do espírito. Alguém cheio do espírito manifestará a “excelência do espírito”. Daniel faz parte do time de profetas do Velho Testamento. Ele foi usado por Deus durante o período do exílio para profetizar e interceder pelo povo de Israel. Decida exercer sua profissão como ministro de Deus. Certamente os resultados irão ser alterados e quem sabe Deus o colocará em posições altas, como fez com Daniel. Para que isso aconteça, identificaremos os pontos fortes da vida espiritual de Daniel.

a) Uma vida de oração (Dn 6.10)

Daniel orava três vezes ao dia. Como alguém com tanta responsabilidade no reino, competente, comprometido, responsável, conseguia fazer isso? Ele só era tudo isso por causa da sua vida de oração. A verdade é que quando você se deleita no Senhor, Ele realmente concede o desejo do seu coração! (Sl 37).

b) Conhecimento espiritual (Dn 9.2) 

Daniel compreendeu o sentido espiritual das revelações de Deus dadas ao profeta Jeremias. Daniel discerniu que o tempo do exílio já havia sido determinado por Deus: setenta anos. Antes do discernimento vem o conhecimento espiritual. O conhecimento é adquirido através da revelação da Palavra de Deus. Essa revelação acontece no espírito, mas ela vem através do conhecimento da Palavra de Deus. Tudo aquilo que Deus fala no nosso espírito deve ser respaldado pela Bíblia.

c) Sensível a Deus (Dn 9.4,5) 

Alguém sensível é alguém que percebe as coisas do coração. Não é fácil perceber o que se passa no coração de outra pessoa. Imagine perceber o que está no coração de Deus! Alguém sensível a Deus é alguém que ora. Esse tipo de sensibilidade só se adquire através da oração e colocando-se no lugar do outro.

d) Visão (Dn 9.23) 

Deus mostrou a Daniel uma visão do futuro, era uma revelação espiritual. Ninguém mais viu a visão, só Daniel. Isso nos fala que ser um líder de visão é enxergar aquilo que outros não enxergam. Ter visão é poder enxergar na dimensão de Deus. Isso não é meramente resultado de um desejo pessoal. Deus Se revela àqueles que O buscam.

e) Discernimento (Dn 9.23) 

Deus queria que Daniel discernisse a visão. Visão é ter a compreensão dos propósitos de Deus. Só podemos dizer que temos visão se tivermos também o discernimento dela. Deus é prático. Se Ele nos dá uma visão, certamente nos dará também as estratégias para cumpri-la. Mas, como todos os outros dons, é preciso buscá-lo. Precisamos liderar com competência e discernimento. Daniel foi um grande profeta e líder espiritual porque tinha discernimento das coisas espirituais.

As revelações de Daniel diante dos reis 

Podemos ainda perceber como a espiritualidade de Daniel refletia no seu trabalho. Além de um procedimento correto na sua profissão, o seu espírito afinado com Deus é que garantiu fluir no sobrenatural (Dn 19-23). A Bíblia revela como Daniel desvendou mistérios aos quatro reis que ele serviu e como esses reis exaltaram a Deus (Dn 2.25-28; 11.1,2; 10.1).

A confirmação de Deus 

No final do livro de Daniel vemos duas palavras liberadas por Deus que confirmam como ele O agradou: “Ele me disse: Daniel, homem muito amado! (Dn 10.11). Outra coisa que nos dá muita alegria além do amor de Deus por nós, é saber que agradamos a Ele e somos encontrados fiéis (Dn 12.13).

No final da vida de Daniel, Deus o lembra da sua herança. Tudo o que ele foi e realizou em Deus teve repercussão no céu. E lá estava a sua verdadeira herança. Esse é o resultado que devemos buscar. Há uma recompensa para aqueles que são chamados por Deus. Mas, por enquanto, concentre-se no caminho. Qual? Responda a Deus na sua liderança, com um caráter aprovado, liderando com competência e cheio do espírito! (Fonte: Site da Igreja Batista Água Viva)

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