Comprados por bom preço

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Pr. Timofei Diacov

 

Porque fostes comprados por bom preço; glorificai, pois a Deus no vosso corpo, e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus” (I Cor 6:20).

A palavra comprar, primeiramente o comprador precisa ter discernimento, para assim não empregar o seu capital na aquisição do produto que pretende comprar. Nenhum de nós que vai ao mercado, vai gastar o seu dinheiro logo à primeira vista; ele vai parar e ver se vale à pena comprar aquilo que o atraiu pelos olhos. Deus é o grande negociante que procura pérolas de grande preço. O Senhor Jesus é esse grande negociante que sabe o que quer. Ele contou outra parábola dizendo que o reino dos céus é semelhante a um homem que encontrou um tesouro escondido; e cheio de alegria foi ao dono do campo e comprou aquela propriedade; e assim conseguiu o que pretendia. O importante desta mensagem é o próprio homem saber que o seu próprio valor é ignorado, e que deve conhecer os dois lados de sua vida: o bom e o ruim. O ruim é, o estado em que ele se encontra: perdido, pecador, sem Deus, sem saber que isto não é uma fantasia, mas uma terrível verdade. E o lado bom é a parte espiritual, aquela que Deus criou, conforme a Sua imagem e semelhança.

Porém, porque o homem ignora tanto uma como a outra parte, se torna necessário conhecê-las: a parte ruim e a parte boa. O homem não sabe o seu próprio valor, por isso o inimigo se aproveita de sua ignorância, mostrando-lhe a parte ruim, fazendo com que ele acredite que a vida é assim mesma, não necessita de qualquer mudança. Porém, o texto nos ensina que o negociante, buscava pérolas de grande preço e, buscando encontrou uma de grande valor. Os olhos do negociante viram aquilo que era de valor eterno. A quem se refere Jesus?  Os seus olhos perscrutando viram o homem que Ele havia criado. Deixou a Sua glória, Sua Pátria, e veio a este mundo comprar essa pérola de grande valor. Entretanto, os olhos do próprio homem, não tiveram essa capacidade, o de discernir o que é bom, espiritual e eterno; por isso ele cada dia mais se distancia de Deus, achando que deve aproveitar a vida enquanto está na terra. Satanás foi até o Éden, com o objetivo de enganar o casal que Deus tinha criado, dizendo-lhe que Deus, seu Criador, o havia enganado e, que essa estória era uma farsa; entretanto que se do fruto da árvore da ciência do bem e do mal, comessem, seriam iguais a Deus, conhecendo o bem e o mal. E o homem deixou de crer em Deus para crer no inimigo.

E assim, passou a ignorar o seu próprio valor, porém Jesus pagou um alto preço para comprar a você e a mim. Ele nos dá a vida eterna. Você quer aceitá-la? Faça-o agora mesmo. Reconheça o seu valor.

Pr. Timofei Diacov
Colaborador do Portal ADIBERJ – Associação dos Diáconos Batistas do Estado do Rio de Janeiro

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Como vencer Espíritos malignos e teologia morta

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Harold Hill

Que é que você tem feito com a palavra de seu testemunho?

Um irmão da nossa igreja em Baltimore é um vendedor que distribui milhares de folhetos com mensagens bíblicas todas as semanas enquanto faz seu negócio. Certo dia o Senhor levou-o a colocar na mesa de sua chefe um folheto contendo seu próprio testemunho. Na manhã seguinte ela o chamou.

Algo deve estar errado hoje”, explicou em tom de desculpas. “Isto nunca aconteceu antes; mas, por alguma razão, não conseguimos fazer contato com os espíritos. A outra dimensão não pode baixar, por algum motivo

“Aquele panfleto que você colocou na minha mesa ontem” — disse ela —, “li-o a noite passada e fiquei interessada na menção que você fez a algo chamado Espírito Santo. Conheço muito a respeito de espíritos, porque dirijo sessões espíritas em minha casa todas as terças-feiras à noite, mas nunca ouvi coisa alguma sobre este Espírito Santo. Como é que eu poderia saber sobre ele?”.

“Bem”, disse-lhe Larry, “eu poderia conseguir alguém para ir à sua casa falar ao seu grupo sobre o Espírito Santo. Que tal?”.

“Ótimo”, concordou ela. E a data foi marcada. Larry deu a mim a tarefa.

Quando cheguei à casa quase podia sentir o poder de Satanás espiando-me pelas janelas. Sua presença era como um denso manto negro sobre a sala no porão aonde fui conduzido para o encontro.

No início da reunião, tive a oportunidade de testemunhar por alguns minutos para doze senhoras judias sentadas em círculo. Estavam todas profundamente envolvidas com o oculto, e eu podia dizer isso, só de olhar-lhes nos olhos, com o dom de discernimento de espíritos. O diabo espiava-me com ódio, através dos olhos de cada pessoa. Ele reconhecera a chegada de um filho do Rei e sabia que teria problemas.

Sem contato

Às nove horas a dona da casa me disse: “Esta é a hora em que deixamos tudo e ficamos em silêncio para fazer contato com nossos amigos”.

Eu sabia que os amigos a quem ela se referia eram espíritos, pois eu já estivera envolvido com tais coisas, certa vez.

“Algo deve estar errado hoje”, explicou em tom de desculpas. “Isto nunca aconteceu antes; mas, por alguma razão, não conseguimos fazer contato com os espíritos. A outra dimensão não pode baixar, por algum motivo”. Elas não imaginavam que a presença de um filho de Deus expulsava as trevas.

Depois do silêncio no qual elas haviam esperado em vão que algo acontecesse, fui convidado a continuar meu testemunho.

Olhei diretamente para a dona da casa e fiz-lhe a pergunta que o Senhor me pusera na mente:

“Já imaginou de onde vem esse terrível vazio, esta enorme lacuna que existe dentro da senhora?”

A pergunta teria de vir do Espírito Santo. Certo era que não se originara em minha mente, porque essa senhora não parecia, de forma alguma, vazia. Ela era uma mulher de negócios muito bem-sucedida, aparentemente feliz — uma viúva que valia milhões.

“Meu terrível vazio? Mas como o senhor descobriu? Tentei mantê-lo escondido”. Ela batia no canto dos olhos com um aprimorado lenço rendado, cuja única finalidade tinha sido, até ali, decorativa.

“Esse vazio estava me pondo louca”, continuou ela. “Tentei pílulas, alcoolismo, tentei o espiritismo — já tentei de tudo”.

Notei que umas duas senhoras estavam acenando com a cabeça como se dissessem que aquela era sua história também.

“A senhora gostaria de ter esse vazio preenchido? Gostaria de ter a presença de Deus e paz em lugar dessa horrível lacuna?”, indaguei.

“Oh, sim!”, exclamou ela. “Mas será isso possível para mim? Sou judia ortodoxa, fui criada na religião judaica, e esse Jesus de quem o senhor fala, aprendi a culpá-lo por todos os meus problemas, mas não buscar nele as soluções”.

“Senhor”, orei em silêncio, “que fazer agora?”

Salvas do engano

Antes que pudesse mover-me, uma das outras senhoras falou.

“Mas você não ouviu o que o homem disse, Ester? Jesus não é uma religião; então não pode entrar em conflito com sua educação judaica. Ele é uma pessoa, e é a solução do problema”.

“É tão simples assim?”, respondeu-me Ester, com a voz cheia de esperança.

“Acho que sim”, ouvi-me dizendo.

“Então é o que eu quero”, exclamou Ester. Quero a fonte de poder no lugar deste imenso vazio. Que é que eu preciso fazer para consegui-lo?”

Eu estava pensando que algo complicado teria de acontecer; que eu precisaria me utilizar de João 3.16, Romanos 10.9, e do todos os outros passos estabelecidos para a salvação. Imaginei que ninguém poderia ser salvo sem os mesmos, contudo, Jesus parecia dizer-me:

Oh, não! Vou cuidar deste caso de forma diferente!

Sim, eu bem podia ver isso. Os textos comuns do Novo Testamento teriam afastado as senhoras judias, mas meu testemunho as havia aproximado. O texto bíblico que Jesus colocou na minha mente naquele dia não foi para ser citado, apenas para que eu confiasse nEle. Dizia o seguinte:

Estes, pois, o venceram — o próprio Satanás — por causa do sangue do Cordeiro — o sangue derramado por Jesus que está pronto a tirar qualquer corpo da morte — e por causa da palavra do testemunho que deram”, Apocalipse 12.11.

Eu quase não conseguia falar. O que Ester perguntou poderia ser traduzido como:

“Que é que eu preciso fazer para ser salva?”. O Espírito Santo havia subjugado sessenta anos de preconceito religioso.

Levei uma cadeira para o meio do círculo. Ester sentou-se ali, impus as minhas mãos sobre ela, e Jesus salvou-a e batizou-a com o Espírito naquele momento. Suas mãos se elevaram e ela exclamou:

“Oh-h-h, Jesus! Obrigada, Jesus! Louvado seja, Jesus!”

Para alguém que tinha aprendido a culpar Jesus, ao invés de amá-lO e adorá-lO, era uma volta e tanto!

“Quem será a próxima?”, perguntei.

Você acredita que todas saltaram e ficaram em fila para se sentarem na cadeira de oração?

Eu não fizera nada para convencê-las a não ser uma exígua palavra de testemunho. Disse apenas o que acontecia comigo. Foi tudo. Deus fez o resto, tudo sozinho.

Existe alguma coisa difícil demais para Deus? Ele diz que não. E, se há, eu ainda não encontrei.

Algumas das senhoras passaram a freqüentar a igreja local. Voltei ao encontro dezenas de vezes, não para sentar e esperar enquanto elas tentavam fazer contato com espíritos, mas para dirigir um estudo bíblico a fim de que elas pudessem aprender a viver como filhas do Rei.

Que é que você tem feito com a palavra de seu testemunho? Está ela mofando numa gaveta ou entalada em sua garganta? Você está muito acanhado, muito assustado, muito constrangido, muito cheio de orgulho para tomá-la e deixar que Deus a use para derrotar o inimigo e ganhar alguém para o Seu reino? A pessoa que trabalha ao seu lado conhece Jesus? Você se importa o suficiente para descobrir?

 

Harold Hill, saudoso industrial e escritor pentecostal norte-americano – adaptado do livro Como ser vencedor – Ed. Vida

Graça para ser vivida

Campo iluminado para quem superou a depressão

Jossy Soares

 

Outro dia alguém me disse: “fulano é uma pessoa sem graça”. Sem querer me peguei refletindo tão grave afirmação. Uma pessoa sem graça, sem dúvida, é a própria estagnação e esvaziamento de esperanças. Olhos sem brilho e dia sem sol. Com diz São Pedro, fonte sem águas, nuvens levadas pelo vento (2. Pedro 2.17). Por mais que alguém tenha sentimento de compaixão por si mesmo em suas angustias, há uma graça mínima que o mantém vivo.

O pastor Paulo Cezar do Grupo Logos retrata numa de suas canções o cuidado cotidiano de Deus para conosco quando diz “acordar bem cedo e vir o dia a nascer e o mato molhado anunciando o cuidado”. Esse cuidado de Deus em mandar o orvalho diário para regar o vegetal que nos alimenta é uma manifestação espetacular da Graça de Deus. Ele poderia muito bem não se ocupar com esse detalhe, mas sua Maravilhosa Graça nos mostra que cada detalhe de nossa vida é importante para Ele.

É claro que o Calvário reflete a maior manifestação de graça jamais vista em todos os tempos, é o cumprimento de que um menino nos nasceu (Isaías 9.6), é a exteriorização de que um Filho se nos deu. Deus deu. Deu de graça, nada pediu em troca. Nos amou de tal maneira, foi uma graça tão grande que Ele deu o seu melhor. Mas como diz Charles Colson, o Evangelho vai muito além de João 3.16, além das nossas devoções pessoais, além das atividades na igreja. É algo pra ser vivido. Se nós cristãos não vivermos essa graça, ninguém mais vive.

Vivendo em não-Graça

Como vivemos essa graça? Não falo aqui da teologização do tema, mas de aspectos práticos. Por exemplo, num de nossos cultos de Segunda-feira, o templo estava superlotado aí uma visitante viu um lugar vazio e sentou. Minutos depois chega uma irmã e diz “pode levantar daí que esse lugar é meu”. Notei que havia muito fervor naquela irmã, mas pouca graça. O mesmo se diga quando no bairro onde moramos nos furtamos de ajudar a comunidade a resolver um problema em comum. Nosso atitude voluntária é o exercício da graça prática que pode criar espaços para comunicar uma graça maior ao não-cristão. Essa graça se espelha numa atitude amor para com os inimigos.

Um dos testes para saber se vivemos a graça é saber viver em unidade na diversidade. Muitos cristãos nominalmente nascidos de novo, têm dificuldade de conviver com quem tem um ponto de vista diferente do seu. A intolerância com os irmãos é inversamente proporcional à graça prática. Devemos irradiar graça para alguém ainda que este sirva a Deus de maneira diferente da nossa, pois a ótica de Deus é acima da nossa miopia.

Temos a tendência de valorizar os defeitos daquelas pessoas achamos ser sem graça. Criamos cercas e mecanismo de afastamento a ponto de não comungarmos as mesmas amizades e os mesmo lugares e sabores. De repente até achamos que o nosso “Deus não é o mesmo do irmão sem graça”. Ignoramos nesse momento o conceito de Corpo. As nossas convicções acrescida da pouca graça que carregamos nos faz ignorar que Jesus também morreu pelo nosso “irmão sem graça”. Ao invés de valorizar os defeitos, Deus os minimiza. Davi foi preciso quando diz o Senhor não nos tratou segundo as nossas iniquidades (Salmo 103.10), ou seja ele no deu graça, apesar de nossos erros, de nossa chatice, de nossos gostos tão diferentes.

Promovendo Graça de Deus

Devemos ter a bondade de prontidão. Dispostos sempre a ajudar, tendo em nós a benignidade para encarar à todos sem discriminação. O verdadeiro amor não suspeita mal. Um coração alcançado pela Graça Salvadora deve mostrar sua vida nova vivendo a graça em seus aspectos práticos. Benignidade é o inverso da malícia. É a capacidade de viver intensamente querendo e praticando o bem. É a indisposição para a malícia, para a inveja e para a maledicência. É o coração aberto para aceitar os mais fracos.

Os filhos de Zebedeu queriam queimar uma aldeia de samaritanos porque não quiseram recebê-los. Jesus, porém, foi absolutamente contrário a essa idéia. Lembro de um irmão que ao ser demitido de uma empresa amaldiçoou a mesma diante de sua portaria numa atitude sem graça. Conheci outro que disse: toma cuidado comigo, sou “servo de Deus”. Ora o verdadeiro servo não inspira ameaças. A graça nos faz dar pão ao soldado do outro exército.

Não somos grandes servos de Deus, somos servos de um grande Deus. Nesses tempos de marketing pessoal onde a autopromoção está em alta, a humildade pregada pelo Cristianismo parece estar fora de moda. Atitudes soberbas promovem o “eu” no lugar no “nós”, promovem a carne no lugar de Cristo. Esse problema acometia aos filipenses, aí São Paulo disse para cada um considerar os outros superiores a si mesmos. Que nada fosse feito para autopromoção. Hoje ele diria faça o seu site pessoal mas não por vanglória, não promova a si mesmo, promova a humildade. Façam um site contra a soberba e a autopromoção. O que mais me admira é que Deus resiste aos soberbos. Aos humildes, porém, ele dá graça. Então a humildade é requisito para viver a graça.

Nossas atitudes devem ser benignas para com quem pensa e age contra nossa maneira de ser. Tanto para com cristãos ou não cristãos. A pergunta qual a sua religião ou qual a sua igreja, perde sentido diante da vida em graça. Nossas atitudes falarão mais altos que os nossos dogmas. A graça nos ensina a abraçar os diferentes. Não tenhamos um amor fingido. Se teu inimigo tiver fome, dá-lhe de comer (Romanos 12.9,20). Chame o aquela pessoa chata para um café. Chame o “sem graça” para um passeio. Gaste tempo praticando a graça, porque a graça é para ser vivida.

Jossy Soares é evangelista da AD em Cuiabá-MT

Como vencer a depressão

Nelmair Barbosa*

 

A depressão é uma enfermidade que sempre existiu, porém nos últimos anos tem-se apresentado em maior numero de pessoas. Tem sido a doença do século, assim como o estresse, um mal semelhante. Em cada 10 pessoas uma tem depressão, sendo o 60% mulheres e 40% homens, conforme pesquisa feita pelo escritor Marcelo Aguiar, graduado em psicologia e teologia.

A depressão é um estado emocional ao qual todos os seres humanos estão sujeitos. Sejam evangélicos ou não. Há pessoas que dizem que um evangélico não pode ficar deprimido. Apontam entre as causas a falta de fé ou pecado. Isso não é verdade, pois a depressão não escolhe pessoas e é uma enfermidade como qualquer outra. Na Bíblia encontramos personagens que tiveram momentos de tristeza e desilusão. No livre de Rute 1.20, Noemi falou à suas amigas “Não me chameis Noemi, chamai-me Mara, porque grande amargura me tem dado o Todo-Poderoso”. Em Salmos 143.4 Davi escreveu: “Dentro de mim esmorece o meu espírito e o meu coração turbado”.  Jó também teve seus momentos de angústia e tristeza. Podemos ver que desde aquela época já se tratava de uma depressão.

Uma pessoa deprimida passa por momentos de desânimo, é uma pessoa abatida, sem auto-estima e  cada vez mais angustiada. Sente vontade de chorar, chega a pensar que está tudo perdido. Não é uma tristeza simples. Uma pessoa normal conversa, chora e logo passa, mas quando está com depressão isso não ocorre. Ela chora, conversa, passeia, vê amigos, mas nada adianta. Pode variar de pessoa para pessoa, algumas ao distrair-se consegue amenizar o problema, e outras não.

Antigamente o deprimido era chamado de pessoa melancólica, ou seja, era cometido de melancolia. Hoje, trata-se de depressão. O problema passou a ser visto pela medicina como uma doença. O diagnóstico feito por psicólogos, psiquiatras e psicanalistas que são os mais entendidos na área. Há a depressão leve e a depressão forte. Algumas pessoas em seu diagnóstico fraco podem conseguir controlá-la. Em outras o quadro é tão grave a ponto de ter de ser internadas tomando medicamentos fortes para controlá-la.

O deprimido apresenta vários sintomas: medo, desânimo, desgosto, tristeza, solidão, vontade de chorar, ansiedade (e em alguns até o próprio pânico), pensamentos sempre negativos, “tudo encontra-se ruim”, sente vergonha do problema, o que é normal num deprimido. Uns sentem falta de apetite, outros são acometidos de ansiedade que os faz comer constantemente. Há ainda a incapacidade de enfrentar as lutas do dia-a-dia. Assim como os sintomas da depressão, existem também as causas. Alguns estudiosos do assunto dizem que não há causa única para os deprimidos. Há alguns fatores, como, por exemplo, a doença pode vir devido a uma grande decepção, pode ser genético  (se houve caso de depressão na família há uma probabilidade de que um outro membro desenvolva a doença),  pode ser emocional, espiritual, ou fato ligado à seretonina no cérebro, substância que faz com que o estado de humor seja normal. Uma criança que teve sua infância conturbada, ou algum trauma, tem a probabilidade de mais tarde se tornar uma pessoa deprimida: a perda de um ente querido ou uma rejeição, são fatores que podem levar o indivíduo à depressão.

Se a pessoa foi receitada a tomar algum remédio? Devera tomá-lo, pois o remédio aumenta o nível de seretonina no cérebro, e isso não impede Deus de curar, pois sabemos que o maior remédio é o Senhor Jesus. Jejuns e orações a Deus contribuem para vencer essa doença. Isso porque ao conversar com várias pessoas que tiveram depressão sua resposta sobre como venceram a doença é sempre a mesma: “oração, jejum e leitura da Bíblia”. Às vezes é a maneira que Deus achou para provar a pessoa. E aquela pessoa que passa por esta doença aprende a dar valor mais e mais a vida, dar valor a família, valor ao teto que Deus lhe deu para morar, valor por ter uma igreja para congregar, valor da amizade, aprendendo assim a amar mais aquilo que Deus preparou para ela. Aprendem a admirar a natureza e passa ver a mão de Deus em tudo.

Um certo rapaz que teve depressão disse que tinha pânico de ver muita gente. Como ministro de Deus, querendo ou não, tinha que lidar com o público. Isso era um martírio, mas ele venceu com ajuda do Senhor Deus e com leitura bíblica. Quando ele começou com os sintomas se apegou à Bíblia para, através dela, vencer todos os obstáculos e hoje está liberto para a glória de Deus. Prega, canta sem nada a temer. É certo que alguns deprimidos têm tanto desânimo que não conseguem nem sequer ler, mas esforça-te e leia, por mais pouco que seja sua leitura, ela irá lhe ajudar a vencer. Salmo 124.8: “O nosso socorro esta em nome do Senhor que fez o céu e a terra”. Salmo 125.1: “Os que confiam no Senhor serão como montes de Sião, que não se abala, mas permanecem para sempre”.

Muitos reprimem a doença para não fazer alarme e não se expor, o que é pior e pode agravar mais. A pessoa se tranca e logo o seu cérebro não consegue mais conter a pressão psicológica que são os pensamentos comuns de um deprimido. Os psiquiatras dizem que o caminho é se soltar, desabafar, chorar e conversar principalmente com alguém de confiança. Varia de pessoa para pessoa, mas isso pode trazer alívio.

Uma pessoa nos contou que toda a sua luta do dia-a-dia, a carga que leva em casa, traz uma sobrecarga para sua mente, a ponto de ficar deprimida. A aconselhamos distribuir esse peso para que a depressão não aumentasse. Teria que confiar nos outros membros da família para ajudá-la. Algumas pessoas têm o hábito de ser superprotetoras. Protegem a todos sobrecarregando-se, logo vem o estresse e chega a ficar deprimido por não ter divido as ocupações.

É preciso ter muito cuidado com os acúmulos: dos dias agitados em que a pessoa vive as pressões do trabalho à constante busca por objetivo. É necessário aprender a controlar o seu cérebro e dividir tudo no lugar certo e no tempo certo.

Segundo a dra. Andréia, que possui doutorado na área de psicologia, o nosso cérebro tem uma capacidade imensa de querer nos dominar, mas nós é que temos de dominá-lo. Por exemplo: quando vêm muitos pensamentos sem sentido que pode levar à depressão, e não traz nenhum resultado satisfatório, você que ter o domínio de mudar os pensamentos, trabalhar a sua mente invertendo a situação, assim evita que os pensamentos venham lhe trazer angústia e tristeza. Por isso, conforme a dra. Andréia devemos dominar nosso cérebro.

Não é fácil passar por episódio depressivo. O deprimido tem a sensação de estar no fundo do mar, afogando no profundo de uma angústia e desespero, não consegue enxergar o sol, a lua e o lindo céu. Mas esta situação não durará para sempre, porque existe um Deus maravilhoso que em momento algum te deixou, e no momento mais difícil Ele está com você e promete te proteger. Não há porque se desesperar e temer, o Deus do impossível está conosco e o Deus de Jacó é nosso refugio. O Senhor tem nos acolhido em seus braços e debaixo de suas asa estaremos seguros.

“O Senhor afastou as sentenças que eram contra ti e lançou fora o teu inimigo, o rei de Israel o Senhor está no meio de ti, tu já não verás mal algum”, Sofonias  3.15.

O Senhor nos promete que seremos vitoriosos. Não se esqueça que a felicidade nos espera lá na frente. Deus tem planos maravilhosos em nossas vidas.

“Deus é o nosso refugio e fortaleza, socorro bem presente nas tribulações”, Salmos 46.1.

“Eis que lhe trarei a ela saúde e cura e o sararei, e lhe revelarei abundancia de paz e segurança”, Jeremias 33.6.

O Senhor está do nosso lado e nos garante que podemos crer. A vitória é nossa. Confie e não temas, Deus é a nossa força. Que Deus abençoe a todos.

*Nelmair Barbosa é líder de ministério com mulheres da Assembleia de Deus em Cuiabá-MT. Ela viveu a realidade da depressão.

Juíza dos EUA compara Trump ao rei persa Ciro e fala em cumprimento de profecias

A transferência da embaixada americana em Israel para a cidade de Jerusalém é o cumprimento de profecias bíblicas, segundo uma juíza e apresentadora de TV dos Estados Unidos.

O ponto de vista da juíza aposentada Jeanine Pirro (foto), que apresenta um programa de notícias na emissora Fox News, é que os países reconheceriam Jerusalém como capital eterna de Israel.

″Donald Trump reconheceu a história que ele, como o rei Ciro antes dele, cumpriu a profecia bíblica dos deuses adorados por judeus, cristãos e, sim, muçulmanos, que Jerusalém é a capital eterna do Estado judeu e que o povo judeu finalmente merece um Israel, justo, livre e soberano”, disse Pirro.

As declarações da juíza foram feitas em um artigo escrito no último final de semana, às vésperas da inauguração da embaixada em Jerusalém, momento que descreveu como “verdadeiramente histórico para Israel”, segundo informações da emissora Christian Broadcasting Network (CBN).

Pirro disse que a decisão de Trump é um recado claro enviado a Israel e ao resto do mundo: “Trump assegurou ao mundo que sua palavra vale mais que as dos ex-presidentes dos EUA, como Bill Clinton, George W. Bush e Obama, todos os quais prometeram levar a embaixada americana a Jerusalém”, mas não cumpriram.

“Sua palavra vale mais do que qualquer tratado e mais forte que qualquer resolução da ONU. Ele prometeu e cumpriu”, reiterou a juíza aposentada.

Rei Ciro
A comparação de Trump como o rei Ciro também foi feita pelo primeiro-ministro de Israel durante sua visita à Casa Branca no início de março. Na ocasião, ele recapitulou o conceito da tradição judaica que enxerga o monarca pagão como uma ferramenta de Deus para ajudar o povo hebreu a retornar a Israel após o exílio na Babilônia e reconstruírem o Templo de Jerusalém.

Isto é o que Ciro, rei da Pérsia diz: ‘O Senhor, o Deus do céu, me deu todos os reinos da terra e Ele me designou para construir um templo para ele em Jerusalém em Judá. Qualquer um dentre o seu povo pode subir e que o Senhor, o seu Deus, esteja com eles, 2 Crônicas 36:23

“Quero dizer-lhes que o povo judeu tem uma longa memória, por isso nos lembramos da proclamação de ‘Ciro, o Grande’, o rei persa, há 2.500 anos”, disse Netanyahu na ocasião.

“Ele proclamou que os exilados judeus na Babilônia poderiam voltar e reconstruir nosso Templo em Jerusalém. Lembramos há cem anos, lorde Balfour, que emitiu a Proclamação Balfour, reconhecendo os direitos do povo judeu em nossa pátria ancestral. Nós nos lembramos de 70 anos atrás, quando o presidente Harry S. Truman foi o primeiro líder a reconhecer o Estado judeu e lembramos como há algumas semanas, o presidente Donald J. Trump reconheceu Jerusalém como a capital de Israel. Sr. Presidente, isso será lembrado por nosso povo através das eras”, salientou o primeiro-ministro.

https://noticias.gospelmais.com.br/juiza-trump-rei-ciro-cumprimento-profecias-98125.html?utm_source=notification

Governo Temer abraça pauta LGBT e obriga estados aderirem ao programa

Um programa de combate à violência contra o público LGBT foi preparado pelo governo federal e deverá ser anunciado nesta quarta-feira, 16 de maio, com termos que obrigam os estados a aderirem e investirem verbas em ações voltadas a esse público.

O Ministério dos Direitos Humanos informou na última terça-feira, 15, que 12 estados já haviam confirmado presença no lançamento do Pacto Nacional de Enfrentamento à Violência LGBTfóbica, que já foi publicado no Diário Oficial da União.

Segundo informações do portal G1, a proposta desse programa é acabar com a violência contra lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais – os grupos que compõem a sigla LGBT. O prazo de vigência definido na portaria é de dois anos, podendo ser prorrogado por mais dois.

O ministro dos Direitos Humanos, Gustavo Rocha, justificou a criação do programa citando tratados internacionais, o Programa Nacional de Direitos Humanos instituído no país em 2009 e recomendações das Nações Unidas sobre o assunto. No entanto, a portaria abre brechas para interpretações diversas, pois obriga os estados e o DF a criarem estruturas para “promoção de políticas” ligadas à população LGBT, assim como “equipamentos nos órgãos estaduais para atendimento adequado” ao grupo.

No texto da portaria que instituiu o programa há a afirmação que o objetivo da medida é “promover a articulação entre a União, Estados e Distrito Federal nas ações de prevenção e combate à LGBTfobia”.

O Ministério dos Direitos Humanos escolheu essa quarta-feira por ser a véspera do Dia Nacional de Combate à Homofobia no Brasil, celebrado em 17 de maio, mesma data que, em 1990, a Organização Mundial de Saúde (OMS) retirou o termo “homossexualismo” da lista de doenças e problemas de saúde.

https://noticias.gospelmais.com.br/governo-temer-pauta-lgbt-obriga-estados-98116.html?utm_source=notification

Evangélicos não-praticantes

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Maurício Zágari

Até o início de minha vida adulta eu ouvia falar de “católicos não praticantes”: em geral, indivíduos nascidos de pais católicos, batizados na igreja católica, que iam a uma missa aqui e outra ali, quando tinham de dizer sua religião se apresentavam como católicos… Mas que não faziam a menor ideia do que dizia a Bíblia, não sabiam nada de história da Igreja, não se comportavam segundo a ética cristã. Enfim, eram os “católicos nominais”. Hoje eu chego aos 40 anos de idade e sou obrigado a admitir que essa lepra contaminou os evangélicos. Sim, estamos cercados por todos os lados por evangélicos não praticantes, um fenômeno relativamente novo. “Os bíblias são pessoas sérias”, dizia-me meu avô, católico não praticante, quando eu era criança. Nos nossos dias eu temeria repetir as palavras do velho João Zágari. Pois os evangélicos nominais estão se alastrando numa velocidade crítica. E as redes sociais estão esfregando isso na nossa cara de modo inequívoco.

A grande diferença entre o católico não praticante e o evangélico não praticante está na freqüência às reuniões religiosas semanais: enquanto o católico não praticante vai vez por outra à missa, o evangélico não praticante vai todo domingo à igreja. E as diferenças param por aí. Pois o evangélico não praticante não lê a Bíblia. Simplesmente não lê! Passam-se sete dias na semana, ele pode ter 3 ou 4 bíblias de estudo em casa mas não toca nelas. E, como não lê, não sabe o que ela diz. Não a estuda. Se lê alguma literatura cristã é de autores água com açúcar, como Max Lucado, Augusto Cury (ele é crente, né?) e meia-dúzia de escritores brasileiros da moda. E isso entre a leitura de “A Cabana” e “Crepúsculo”.

A fé do evangélico não praticante é por tabela: forma suas crenças com base no que outros pregaram, cantaram, falaram. Por isso, fica assustadíssimo quando dizemos que a frase “não cai uma folha da árvore se Deus não deixar” não está nas Escrituras. Mas, curiosamente, acha que entende à beça de Bíblia e entra em profundas discussões teológicas como um jogador de futebol discutindo física quântica. Peita grandes teólogos e líderes religiosos com mais de 30 anos de estrada como se fossem acéfalas peças de museu sem contato com o mundo real. A verdade pertence ao evangélico não praticante.
Esse é um verbo muito presente nos lábios de um evangélico não praticante: “Achar”. Você entra em uma argumentação com ele sobre um tema bíblico e a resposta contém quase sempre esse verbo: “Ah, mas eu não acho que seja assim não”, justifica-se, com sua teologia de corredor de igreja. E quando você embasa seus argumentos em cinco ou seis passagens, em normas de hermenêutica, em princípios da exegese, ele desconversa e sai com um “Ah, mas eu já ouvi o pastor fulano dizer no blog dele que…” vira as costas e vai embora. Sempre “achando”, claro. Não tem jeito: o evangélico não praticante é um analfabeto bíblico: não se interessa por ler a Bíblia e monta sua forma de agir e de ser em cima de um achismo cristão absoluto.

O evangélico não praticante também não sabe nada de história da Igreja. Não entende a cronologia do Antigo Testamento, ignora fatos da Igreja primitiva, fala enormes bobagens sobre a “maldita igreja institucional”, questiona pontos elementares, que os patriarcas dos cinco primeiros séculos já responderam. Aí você explica, diz o que foi debatido nos concílios, conta como se deu a sistematização de certas praticas e doutrinas e…”Ah, mas eu não acho que seja bem assim”.

O evangélico não praticante tem opiniões próprias sobre aquilo que Deus deixa claro nas Escrituras. Como não as conhece, tem conhecimento sobre algumas informações soltas a respeito do Altíssimo e a partir delas formula toda sua doutrina de fé. O argumento predileto: Deus é amor! Então não me venham dizer que Deus é contra o divórcio, o namoro em jugo desigual ou mesmo falar uns palavrõezinhos, pois Ele ama todos e por isso não ia querer a infelicidade de seus filhos nem fica cerceando nossa liberdade! É a graça! É o amor! No achismo do evangélico não praticante Deus libera tudo pois… Ele é amor e, afinal, vivemos na dispensação da graça! Quando você explica a ele que havia graça no Antigo Testamento e Lei no Novo ele fica revoltado e logo solta um “Ah, não acho isso não”.

Para o evangélico não praticante, ira de Deus, justiça de Deus, ciúmes de Deus e a possibilidade do inferno são coisas muito estranhas, pois… Deus é amor! Deus é graça! E como acha que Deus é uma espécie de homem grandão com superpoderes, não consegue assimilar o conceito de um Deus incompreensível e inalcalçável à mente humana, de uma natureza tão diferente da nossa, tão mais elevada, sublime e misteriosa, que não dá – como Romanos 9 deixa tão claro – para compreendê-lo tendo o homem e seus valores antropocêntricos como parâmetro.

O evangélico não praticante possivelmente ama louvores da moda. Vibra com cantores gospel que tocam na rádio. Pois, por ser biblicamente analfabeto, não consegue enxergar a superficialidade e até os erros teológicos contidos nas letras. Se você critica o que o gospel business produz, o evangélico não praticante repete aquele argumento bobinho que ouviu do pastor da televisão que não quer ser criticado porque inventa heresias da prosperidade para ganhar dinheiro e comprar o seu jatinho: “Ah, eu acho que quem critica é porque não sabe fazer melhor”, ou “Ah, eu acho que o crítico é um invejoso do sucesso dos outros”. Ou ainda: “Ah, eu acho que o critico é um enrustido”.

O evangélico não praticante não tolera que você questione a presença de artistas gospel em programas de TV seculares ou que você diga que aquele pastor famosão que fica plantando tags no twitter e tem milhares de fãs está dizendo heresias. Afinal…ele é famosão! Defende a Igreja! Aparece no Jornal Nacional! Tem o sobrenome dos cantores gospel da moda! Como alguém assim poderia estar errado??? “Ah, não acho não…”. O evangélico não praticante é tão limitado em seu discernimento espiritual que não percebe que fazer eventos gigantescos não avança a causa de Cristo. Que o Evangelho é pregado muito mais eficientemente no boca a boca do que com um plim-plim no meio. “Afinal, temos que pregar a tempo e fora de tempo!”, brada sem entender as verdadeiras razões que levaram aqueles artistas gospel ao palco. Ele REALMENTE acredita que a nação toda se converterá porque a cantora gospel da moda foi a um programa de TV da Globo ou ao Raul Gil. “Ô glória, uhuuuuuuuuuuuu!!!! Hooooooooooo!!!”, brada exultante com a cantora que faz o povo ímpio balançar as mãos do mesmo modo que um cantor de pagode faria – e com dançarinas seminuas atrás.

O evangélico não praticante ora pouco. Ora sempre antes das refeições porque, ora bolas, é o que um evangélico faz! Mas não tira momentos para Deus. Não abre mão do seu programa de TV favorito para dedicar 15 minutos ao Pai. Para isso servem os cultos, não é? Se jejua não sabe explicar muito bem por que devemos jejuar, mas afinal o pastor disse que era para jejuar e os irmãos da igreja jejuam, então ele acha que jejuando fará parte da galera. Mas não sabe explicar a mecânica ou a teologia por trás do jejum. O evangélico não praticante acha que estudar teologia é besteira, o importante é amar! “Ah, eu sou de Cristooooo!”, estufa o peito.

O evangélico não praticante um dia morrerá e não irá para o Céu. E só de eu falar isso ele já se irou e pensou “quem é você para julgar os outros???”. Pois o evangélico não praticante acha que qualquer coisa que que contraria sua fé popular é “julgamento”. Mas eu digo isso por uma simples e óbvia razão: o evangélico não praticante… não pratica o Evangelho.

Paz a todos vocês que estão em Cristo.

Maurício Zágari é Jornalista e editor do Blog Apenas1. Divulgação: Púlpito Cristão.

Jogadora rejeita “hino bissexual” na TV em nome da fé em Deus: “Preciso seguir quem eu sou e defender o que eu acredito”

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Uma das características mais marcantes de um cristão realmente comprometido com o evangelho de Jesus Cristo é a sua capacidade de testemunhar, através das suas atitudes, no que acredita. Jennie Finch-Daigle (foto), uma jogadora profissional de softbol não abriu mão disso ao recusar dançar em pleno programa de TV uma música que é considerada um “hino bissexual”.

Jennie foi convidada para participar do programa Dancing With The Stars, da ABC, junto com seu parceiro Keo Motsepe. A música escolhida pela produção do programa foi da cantora Janelle Monáe, “Make Me Feel”, onde sua letra faz apologia ao bissexualismo por incentivar uma “sexualidade flexível”, razão pela qual a fama lhe deu o título de “hino bissexual”.

No entanto, durante a transmissão dos bastidores do ensaio para a apresentação da dança, Jannie apareceu desconfortável e falando com seu parceiro: “Eu não tenho certeza sobre a música”, disse ela para Motsete no último dia 7 de maio. “Não sou eu”, continuou a jogadora, querendo dizer que estava desconfortável com a música.

Em seguida os telespectadores do programa ouviram ela falando com a produção pelo telefone, dizendo que não poderia continuar com algo que contrariava seus princípios de vida: “Estou lutando com minha escolha de música. É um pouco arriscado demais”, disse ela, provavelmente referindo-se ao seu testemunho.

“Eu não estou me sentindo confortável com isso. Eu não posso continuar com isso”, continuou Jennie, declarando ao seu parceiro em seguida que deveria seguir sua fé: “Eu preciso seguir quem eu sou e defender o que eu acredito”, disse.

Jennie não deixou de participar do programa. Ela e seu parceiro escolheram outra música e tiveram apenas três dias para ensaiar. Campeã Olímpica de 2004 e 2008, a decisão de rejeitar o “hino bissexual” em nome da sua fé serviu como testemunho para seus fãs, que elogiaram a atitude da jogadora.

“Eu quero glorificar a Deus lá fora, e isso não foi uma ótima escolha para eu fazer”, explicou ela após o acontecimento para uma rede de TV local, segundo informações do Kansas City Star

https://noticias.gospelmais.com.br/jogadora-rejeita-hino-bissexual-na-tv-98104.html?utm_source=notification

Ex-hindu convertido é ameaçado pelo pai ao falar de Jesus: “Eu atiro em você”

A vida de novos convertidos ao cristianismo em alguns países pelo mundo não é nada fácil. A intolerância religiosa está presente em regiões onde tradições religiosas milenares, como o hinduísmo, ainda é a maioria e se mistura não apenas com o estilo de vida da população, mas também com o próprio regime político dessas regiões.

Um jovem hindu sentiu na pele o que é ter a sua vida ameaçada por questões de fé. Chamado pelo nome fictício de Aaron por razões de segurança, esteve no Brasil do dia 19 de abril até 7 de maio para testemunhar como era a sua vida antes de conhecer o evangelho de Jesus Cristo e como está agora.

Aaron passou pelas cidades de Rio de Janeiro, Goiânia e São Paulo e o seu testemunho de libertação impactou muitas vidas. Após aprender sobre Jesus Cristo através de missionários 25 anos atrás, o jovem hindu se converteu, mas se batizou apenas em 2005, deixando as práticas religiosas místicas representadas por milhões de falsos deuses.

Ao falar para sua família sobre a conversão, no entanto, Aaron encontrou um desafio: “Você pode ir à igreja, mas se começar a falar de Jesus, eu atiro em você”, disse o pai do rapaz. Ele chegou a ser expulso de casa, mas por orientação do Espírito Santo, decidiu voltar no mesmo dia e enfrentar com sabedoria a resistência dos seus pais.

Aos poucos o jovem evangelizou a sua família e seus pais se converteram. Tocados pela sede de evangelizar e dessa vez unidos pela Verdade, eles se mudaram para uma região mais violenta do país para os cristãos, para anunciar Jesus Cristo para os muçulmanos: “Deixamos tudo pela fé em direção ao que Deus tinha preparado para nós no futuro”, disse ele.

Atualmente o jovem enxerga a perseguição religiosa como um fortalecimento espiritual, dizendo que os cristãos perseguidos “passam por situações difíceis, mas depois Deus os cura e restaura para uma posição melhor”, e que  “apesar de sermos perseguidos, estamos certos de que o Senhor está no controle”, finaliza.

 Gospel+

Na Austrália, ativistas LGBT ameaçam incendiar igreja caso se oponha ao casamento gay

Uma igreja evangélica da Austrália foi ameaçada com um incêndio criminoso por ativistas dos direitos dos homossexuais, depois de exibir uma placa dizendo: “Deus criou o casamento entre um homem e uma mulher”. (“Deus criou o casamento entre um homem e uma mulher”, dizia a placa do lado de fora da Igreja da Comunidade Bellbowrie, em Brisbane, Austrália. (Foto: Daily Mail)

Em meio a uma votação que está provando ser um referendo postal divisório sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo que se concluirá no dia 7 de novembro, a Igreja da Comunidade Bellbowrie, em Brisbane, foi vítima de ameaças e ataques nas mídias sociais após exibir a mensagem em seu quadro de avisos, do lado de fora do templo.

O pastor sênior, John Gill, disse ao Daily Mail Australia: “No Facebook, muitas vezes as coisas se tornaram bastante perversas. Quero dizer, fisicamente ameaçadoras. Isso tem sido assustador para alguns na igreja”.

Ele acrescentou: “Um dos comentários que vi, por exemplo, foi uma sugestão de que as pessoas deveriam derramar petróleo e incendiaram a igreja”.

Separadamente, um morador de Brisbane, Patrick Wood, argumentou que o outdoor promocional que apoiava o casamento entre homem e mulher contradiz o outro quadro de avisos da igreja, que diz: “Todas as pessoas são bem-vindas e respeitadas aqui”.

Ele escreveu no Facebook: “Sua casa, suas regras hipócritas. A mesma placa, no mesmo dia, lados opostos. Não vou esquecer a posição de igualdade matrimonial”.

Gill disse que está preocupado com a liberdade religiosa, mesmo que isto seja um direito constitucional.

“No momento, sabemos que temos essa liberdade, mas, certamente, na prática, temos grandes preocupações sobre se continuaremos a ter essa liberdade ou não”, disse ele.

O site ‘Quest Community News’ citou Gill, dizendo que sua congregação é livre para votar no plebiscito, conforme suas próprias opiniões.

“Como pastor, não é meu lugar dizer às pessoas como votar”, disse o pastor.

“Muitos de nós temos amigos e familiares que são homossexuais, e é absurdo pensar que os odiamos. Nós os amamos muito. É possível manter visões diferentes, mas ainda assim amar as pessoas. Portanto, isso não precisa ser uma fonte de divisão em toda a Austrália. Podemos diferir, mas continuar a respeitar e cuidar uns dos outros e deixar a votação determinar a questão”, acrescentou.

No final de semana, o painel da igreja de Bellbowrie foi vandalizado e adulterado para dizer: “Deus criou o casamento entre um homem e um homem”.

Uma postagem no Facebook disse: “Espero que existam igrejas na área que atendam a TODOS os cristãos e não apenas aqueles que se encaixam na visão estreita da ‘Igreja de Deus’. Tenho certeza de que Cristo ficaria muito desapontado com sua visão do cristianismo”.

Outra mulher escreveu: “Um grupo de mentalidade fechada que discrimina abertamente os membros da nossa comunidade e sua busca (muito razoável) pela igualdade do casamento”.

Cartoons de casais do mesmo sexo e marinheiros que acenam bandeiras do arco-íris foram postados nos comentários sob mensagens não relacionadas pela igreja. Todos os comentários sobre a questão mais tarde desapareceram do site.

O Daily Mail citou um professor da Costa Central de Nova Gales do Sul, em oposição ao casamento gay, que disse que os outdoors da igreja eram consistentes com os ensinamentos cristãos.

“Isso não é uma contradição. Está perfeitamente em ordem e reflete nossa conduta cristã: a aceitação de indivíduos, independentemente, mantendo a santidade do casamento e simultaneamente rejeitando o casamento gay e suas ramificações “, disse ele.

Por: Gomes Silva
Redação: Consciência Cristã News
Fonte: Guiame, com informações do Christian Today