Bíblia leva ditador norte-coreano a condenar à prisão perpétua família com bebê de 3 anos

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Na última semana uma notícia chocou as pessoas ao redor do mundo, uma família inteira na Coreia do Norte foi condenada à prisão perpétua, entre eles, um bebê de apenas 2 anos de idade. A pena foi destinada ao pequeno e seus familiares porque os membros desse grupo estavam segurando uma bíblia cristã, algo proibido no país.

Leia mais:

Bebê condenado à prisão Perpétua e Alimentação limitada: Os horrores praticados pela Coreia do Norte (msn.com)

Esse triste caso foi divulgado no Relatório Internacional de Liberdade Religiosa de 2022, dos Estados Unidos, organizado pelo Departamento de Estado. O ditador Kim Jong-un é um dos líderes que mais perseguem pessoas religiosas no mundo.

De acordo com os dados divulgados, essa família foi condenada em 2009, e infelizmente não são os únicos cristãos presos no país. O relatório dos EUA aponta que cerca de 70 mil pessoas estão em prisões na Coreia do Norte por terem sido flagradas seguindo alguma doutrina religiosa.

Estima-se ainda que cerca de 200 a 400 mil cristãos vivam clandestinamente na Coreia do Norte, e são impossibilitados de propagar sua fé. O país há 21 anos ocupa a primeira posição de nações que mais reprimem a expressão religiosa dos seus cidadãos.

Fonte: https://www.msn.com/pt-br/noticias/mundo/atrocidades-da-ditadura-beb%C3%AA-de-2-anos-%C3%A9-condenado-%C3%A0-pris%C3%A3o-perp%C3%A9tua-na-coreia-do-norte/ss-AA1c9Q1U?ocid=msedgdhp&pc=U531&cvid=04f31b608a52434ba4c87d2444f684ca&ei=60#image=1

Com mortes em seita superando a casa das 100, mais um pastor queniano é preso

MALINDI, Quênia (Reuters) – Um televangelista queniano foi preso nesta quinta-feira após relatos do “assassinato em massa de seus seguidores”, disse o ministro do Interior, enquanto autoridades investigam dezenas de outras mortes ligadas a um culto religioso da mesma região. (Detetives conduzem o pastor Ezekiel Ombok Odero, investigado por envolvimento na morte de seus seguidores, em Mombasa, Quênia © Thomson Reuters)

À medida que as notícias da detenção do pastor Ezekiel Odero se espalhavam, as autoridades disseram que o número de mortos chegou a 103 na investigação paralela do culto que chocou o país. Não está claro se os dois casos estão ligados.

Odero, vestido com túnica branca e carregando um grosso livro preto, não respondeu às perguntas dos repórteres ao ser escoltado até uma delegacia por um policial uniformizado. A Reuters não conseguiu contato com nenhum advogado que o represente.

As autoridades retiraram mais várias pessoas que estavam “entocadas” no Centro de Oração e Igreja Nova Vida, de Ezekiel Odero, na pequena cidade de Mavueni, no sudeste do Quênia, disse o ministro Kithure Kindiki no Twitter.

Odero estava “sendo processado por acusações criminais relacionadas ao assassinato em massa de seus seguidores”, acrescentou Kindiki, sem entrar em detalhes sobre quantas pessoas morreram. Ele não fez comentários sobre se os casos estavam ligados.

A prisão de Odero está ligada a “alegações de mortes que ocorreram em suas instalações e relatadas em vários necrotérios ou instituições”, disse a repórteres a autoridade regional Rhoda Onyancha.

Mavueni fica a cerca de 66 km da floresta de Shakahola, onde outro pastor, Paul Mackenzie, é acusado de ter ordenado que seus seguidores morressem de fome antes de o que ele previu que seria o fim do mundo em 15 de abril.

Mackenzie está sob custódia da polícia desde 14 de abril e não fez nenhum comentário público sobre as acusações.

Desde sexta-feira, os investigadores desenterraram corpos de 95 membros de sua autoproclamada Igreja Internacional da Boa Nova de covas rasas na floresta, e outros oito foram encontrados vivos, mas depois morreram.

O número de mortos, já um dos piores na história recente de tragédias relacionadas a cultos, deve aumentar ainda mais, já que a Cruz Vermelha do Quênia diz que mais de 300 pessoas estão desaparecidas.

A Reuters conversou com dois advogados que atuam em nome de Mackenzie, mas ambos se recusaram a comentar as acusações contra ele, dizendo que não tiveram tempo suficiente com seu cliente desde a descoberta das valas comuns para receber instruções adequadas dele.

(Reportagem adicional de Humphrey Malalo)

Fonte: https://www.msn.com/pt-br/noticias/mundo/com-mortes-em-seita-superando-a-casa-das-100-mais-um-pastor-queniano-%C3%A9-preso/ar-AA1arhit?ocid=Peregrine&cvid=a439a14890294d9e821a0ce40c815959&ei=64

Bancada evangélica inédita no Senado promete fiscalizar agenda de costumes do governo Lula

Grupo cada vez mais influente na política nacional e de tradicional atuação na Câmara dos Deputados, os evangélicos alcançaram neste ano uma expressividade inédita no Senado. Impulsionados pelas últimas eleições, os senadores eleitos por partidos variados estão agora em número maior e as suas bandeiras conservadoras trazem para o seu entorno parlamentares de outras religiões por razões de afinidade temática. (Trabalhos da Frente Parlamentar Evangélica no Senado| Foto: Pedro França /Agência Senado Leia mais em: https://www.gazetadopovo.com.br/republica/bancada-evangelica-inedita-no-senado-promete-fiscalizar-agenda-de-costumes-do-governo-lula/ Copyright © 2023, Gazeta do Povo. Todos os direitos reservados.)

Uma das primeiras conquistas foi a instalação no Senado da Frente Parlamentar Evangélica, em 15 de março, presidida por Carlos Viana (Podemos-MG), e com a senadora Damares Alves (Republicanos-DF) como vice-presidente. Com 17 integrantes, dos quais somente oito são de fato pertencentes a confissões cristãs protestantes, a frente tem o propósito comum de preservar a liberdade religiosa no Brasil e promover políticas públicas de alcance social.

A luta contra a ideologia de gênero, o aborto e a legalização das drogas e dos jogos de azar são algumas das questões da chamada “agenda de costumes” que atraem para a bancada senadores de outras religiões, como o espírita Eduardo Girão (Novo-CE) e os católicos Soraya Thronicke (União Brasil-MS) e Jorge Kajuru (PSB-GO). O grupo também promete fiscalizar as ações do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), principalmente no que diz respeito às portarias ministeriais sobre os temas já citados.

“A frente parlamentar evangélica não é partidária. Seu objetivo principal não é fazer oposição a Lula, mas, sim, lutar pelas causas que acredita e defender seus interesses e valores”, disse Viana, que preside a bancada, à Gazeta do Povo.

Segundo observadores da política no Congresso, o movimento evangélico no Senado é um fator novo que trará consequências nas decisões da Casa. Levantamento da Genial/Quaest divulgado no começo do mês mostrou que os parlamentares conservadores são os que têm maior influência nas redes sociais. E dos 10 senadores mais influentes, seis são da frente evangélica: Cleitinho, Flávio Bolsonaro, Magno Malta, Damares, Marcos do Val e Rogério Marinho.

Mas o peso do grupo no Senado ainda está longe de alcançar o nível de consolidação verificado há muito tempo na Câmara, onde a frente parlamentar evangélica existe desde 2003 e ocorrem até cultos semanais nas suas dependências. Naquela época eram apenas 20 deputados e hoje passam de 200.

Conforme diz o seu manifesto de instalação, a frente evangélica no Senado tem compromisso com o respeito a todas as crenças, dentro do princípio do Estado laico, e um dos seus objetivos é atuar nas medidas assistencialistas para garantir dignidade social a pessoas em situações de vulnerabilidade. Para a senadora Eliziane Gama (PSD-MA), aliada de Lula, a frente parlamentar deve ter o foco nas minorias sociais.

Já Viana afirma que a maioria dos públicos evangélico e de direita têm resistência ao PT. Ainda assim, ele aposta na abertura de canais de diálogo com o governo.  

“Nosso trabalho vai muito além dos nossos mandatos, da elaboração de leis e das votações importantes. Estamos aqui representando a maior parte dos brasileiros que têm crenças e princípios e que querem ver a harmonia e o respeito cada vez maiores entre todas as classes sociais e regiões”, destaca Viana.

Frente promete fiscalizar portarias de ministérios
A expectativa de Viana e parlamentares da frente é conseguir completar um ciclo congressual de modo que projetos de interesse dos evangélicos não mais fiquem parados no Senado. Além disso, eles prometem fiscalizar ações de governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) que interfiram em questões como liberação de drogas e aborto, quase sempre por meio de portarias de ministérios. “Vamos acompanhar tudo isso com lupa, inclusive nas comissões da Câmara e do Senado”, avisa o presidente da frente.

Segundo ele, a ascensão política dos evangélicos nos últimos 10 anos foi justamente resultado da reação desse público contra iniciativas legislativas e de governo que afrontavam posturas das igrejas, a exemplo da defesa de taxação de templos no governo da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) e a criminalização de pastores que se recusassem celebrar casamentos homoafetivos.

Além da pauta de costumes, outra conexão do colegiado evangélico do Senado com outros movimentos no Congresso está ligada às relações do Brasil com Israel. Nesse sentido, foi instalada em 28 de fevereiro, com atuação de senadores evangélicos, a frente parlamentar mista Brasil-Israel, dedicada ao desenvolvimento das relações bilaterais com aquele país. O grupo parlamentar conta com 50 parlamentares e também é presidido por Carlos Viana. Entre os assuntos que tratam está o intercâmbio de tecnologias nas áreas de agricultura, segurança e saúde.

Governo tenta aproximação estratégica com igrejas
No evento evangélico da Convenção Nacional das Assembleias de Deus Madureira (Conamad), que ocorreu em Brasília de 19 a 22 de abril, o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e os ministros Wellington Dias (Desenvolvimento Social) e Alexandre Padilha (Relações Institucionais) marcaram presença, em busca de maior aproximação com as igrejas pentecostais. Eles participaram de uma reunião na sexta-feira (21) juntamente com a senadora Damares Alves (Republicanos-DF), apoiadora e ex-ministra do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), e o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil).

Alckmin postou fotos do evento e mencionou Damares em seu perfil no Instagram, o que foi considerado um aceno ao público evangélico.

Analistas ouvidos pela Gazeta do Povo também apontam interesse do governo em buscar o apoio do Republicanos, partido da senadora e ligado ao bispo Edir Macedo, da Igreja Universal. Segundo pesquisa do instituto PoderData, divulgada em 5 de abril, a comunidade evangélica não mostra apoio expressivo a Lula, com apenas 31% de aprovação, enquanto a aprovação entre católicos é de 58% – a margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

No dia anterior, André Mendonça, ministro indicado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ao Supremo Tribunal Federal (STF), falou aos presentes. O evento reuniu 8 mil pastores-presidentes, que representam 36 mil igrejas em todo o país. O organizador do Conamad, Samuel Ferreira, foi um apoiador de Bolsonaro durante a corrida eleitoral.

Fonte: https://www.gazetadopovo.com.br/republica/bancada-evangelica-inedita-no-senado-promete-fiscalizar-agenda-de-costumes-do-governo-lula/

O retorno da bispa marombeira defendendo homossexuais no céu

Canal Cristão também pensa | 18 de abr. de 2023

A bispa Sônia Hernandes, organizadora da Marcha pra Jesus de São Paulo, e líder do Renascer Praise, posta em suas redes sociais um vídeo que causou muita polêmica e críticas a ela. O pastor Silas Malafaia, indignado com a postura da bispa Sônia Hernandes, grava um vídeo resposta. Pastor Cláudio Duarte e Caio Fábio comentam POST de Silas Malafaia.

Maneiras brutais como os discípulos de Cristo morreram

Todos sabemos que Jesus Cristo foi crucificado, mas o que aconteceu com seus discípulos? A maioria deles viajou longas distâncias para espalhar o Evangelho e morreu fazendo isso — alguns deles de maneiras bastante horríveis. Grande parte dos discípulos de Jesus foi canonizada e eles tornaram-se santos em algumas igrejas cristãs, depois de morrerem como mártires. Mas como encontraram a morte?

Clique nesta galeria e saiba mais sobre as formas brutais com as quais os discípulos de Jesus morreram.

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Pedro

O Apóstolo Pedro foi infamemente crucificado de cabeça para baixo em Roma por volta de 64 d.C. (©Getty Images)

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Acredita-se que Pedro tenha sido crucificado desta forma porque ele se recusou a morrer como Jesus.

A posição de cabeça para baixo provavelmente fez o sangue correr para sua cabeça, potencialmente levando a hemorragias cerebrais.

Bartolomeu

Bartolomeu fazia parte do círculo íntimo de Jesus, mas pouco se fala sobre ele na Bíblia. Diz a lenda que ele teve uma morte muito dolorosa.

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Este discípulo foi esfolado vivo! Realmente uma maneira tortuosa e extremamente dolorosa de morrer.

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Bartolomeu teria sido decapitado depois, mas provavelmente estava em choque com a tortura ou já inconsciente quando foi decapitado.

Simão

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Há algumas versões da morte de Simão, o Zelote, mas talvez a mais perturbadora envolva ele sendo serrado ao meio.

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Se este foi realmente o caso, é definitivamente uma maneira dolorosa e brutal de morrer.

André

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Ao contrário de Jesus, André não foi pregado em uma cruz e sim amarrado nela. Isso pode não soar tão cruel quanto ser pregado, mas prolonga o sofrimento.

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Estima-se que André ficou em agonia por dois dias e duas noites, até que finalmente faleceu.

Filipe

Filipe também morreu na cruz. Algumas versões da história dizem que ele estava amarrado à cruz, como André.

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Mas a maioria das versões da história afirmam que ele foi crucificado como Jesus.

Mateus

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Embora existam algumas versões diferentes sobre como Mateus morreu, a mais comum aponta que ele foi apunhalado até a morte.

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Esta é realmente uma morte dolorosa e potencialmente lenta, dependendo se a morte do discípulo foi por falência de órgãos ou perda de sangue.

Tomé

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Tomé viajou para fora do Império Romano em direção ao Oriente para espalhar o Evangelho. Ele acabou sendo assassinado na Índia.

Ser esfaqueado até a morte definitivamente não é uma maneira pacífica de morrer, mas foi exatamente o que aconteceu com este discípulo de Cristo. Dizem que Tomé foi atacado por soldados várias vezes.

J u d a s Iscariotes

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A traição que ele cometeu contra Jesus foi demais para lidar e  J u d a s  acabou tirando a própria vida.

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J u d a s  Iscariotes se enforcou. Na verdade, há uma descrição muito gráfica da morte deste discípulo na Bíblia.

Atos 1:18 diz: “Com o pagamento que recebeu por sua maldade,  J u d a s  comprou um campo; lá ele caiu de cabeça, rebentou pelo meio, e todas as suas entranhas se derramaram.”

Tiago Maior

Jesus tinha dois discípulos chamados Tiago. Tiago Maior, filho de Zebedeu, sofreu uma morte comum, mas muito violenta.

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Tiago foi decapitado. A história diz que ele foi falsamente acusado por um homem, que então se arrependeu e foi decapitado ao seu lado.

Tiago Menor

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Este é o outro discípulo de Jesus chamado Tiago. Ele também é conhecido como Tiago, filho de Alfeu (assim como Tiago Menor, não se sabe se por ser mais novo que o outro ou menor em estatura).

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Enquanto o outro Tiago teve sua cabeça cortada, este teve uma morte indiscutivelmente ainda mais dolorosa: ele foi apedrejado e depois espancado até a morte.

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Após o apedrejamento, os ossos de Tiago, incluindo seu crânio, foram esmagados brutalmente com um taco até que ele perdeu a consciência e acabou morrendo.

J u d a s

O Apóstolo  J u d a s, também conhecido como São  J u d a s  Tadeu, morreu por volta de 65 d.C. na Síria.

©Getty Images

J u d a s  é frequentemente retratado com um machado. Dizem que o machado simboliza a forma como ele foi morto.

Fonte: MSN
https://www.msn.com/pt-br/noticias/brasil/maneiras-brutais-como-os-disc%C3%ADpulos-de-cristo-morreram/ss-AA12lZ4T?ocid=msedgntp&cvid=f424038b0db6438397efbaf5ffa9abfc

Brasil 2022: A esperança ameaçada

José San Martín Camiña Neto

Será que um bando de ladrões imorais, desmascarados, julgados e condenados voltarão a colocar o destino do país rumo ao abismo, à semelhança das nações desgovernadas por seus parceiros de foro, comunistas, socialistas, marxistas, ateístas do continente?

Será que a injustiça vai avalizar as manobras criminosas de funcionários públicos medíocres, num tribunal maculado e transformado em antro de lacradores progressistas do retrocesso?

Será que a acintosa, absurda e criminosa reabilitação de um delinquente fora-da-lei sentenciado por crimes gravíssimos para liderar a nação não será revista e os responsáveis por essa cafajestice punidos?

Será que um satanista opressor, dois sodomitas (segundo um de seus perseguidos), entre outros, a serviço do diabo, terão seus intentos completados?

Será que os líderes vendidos e demais integrantes de um Senado omisso vão ter um final feliz?

Será que toda a podridão contra a família, a moral, e os bons costumes será novamente viabilizada institucionalmente para voltar a afrontar os princípios santos?

Será que o poder financeiro de milionários canalhas que prometeram um “novo” presidente em evento no exterior vai se concretizar?

Será que as calúnias e mentiras contra pessoas de bem, contadas diuturnamente por militantes disfarçados de jornalistas de uma imprensa politiqueira, partidária e inútil aos anseios das pessoas de bem, vão prevalecer, como ocorreu nos Estados Unidos?

Será que Satanás vai ser vitorioso em sua histórica sociedade com os seus testas-de-ferro, modelos horríveis de vida para a nossa juventude?

Será que nossas crianças, adolescentes e jovens continuarão sendo doutrinados no comunismo, na prostituição, na promiscuidade por filhos do diabo disfarçados de mestres em salas de aulas do ensino fundamental ao superior do nosso país?

Será que a televisão que há mais de meio século atua para manipular e destruir fundamentos estabelecidos pelo Criador vai se safar dos seus crimes e perversidades contra os incautos, vulneráveis, ingênuos e desavisados?

Será que a apostasia de quem se chama de cristão, evangélico ou crente em apoiar um partido anticristão, abortista, libertino, blasfemo, antievangélico e materialista não terá nnhuma consequências agora e na eternidade?

Será que os maus vão debochar dos honestos após desviarem bilhões e trihões para sua causa demoníaca?

Será que o amargo vai virar doce e o doce amargo?

Será que o crime vai compensar?

Será que a mentira triunfará?

Será que o mal vencerá?

Quem tem ouvidos ouça e faça a sua parte nessa batalha contra injustiças, devassidão, corrupção, licenciosidade, canalhice, dissolução e caos…

José San Martín Camiña Neto é ministro evangélico e jornalista

Governador que debochou de Deus na pandemia renuncia ao cargo acusado de ser ‘tarado’

Andrew Cuomo, membro do Partido Democrata e governador do estado de Nova York, renunciou ao cargo após acusações de assédio sexual contra diversas mulheres e críticas contra sua gestão na pandemia.

Exercendo seu terceiro mandato como governador, Andrew Cuomo anunciou, na última terça-feira, 10 de agosto, que vai renunciar ao cargo .

Ele agendou a data da sua renúncia para daqui a duas semanas e fez o anúncio como forma de interromper um processo de impeachment contra ele.

“Nós, os investigadores nomeados para conduzir uma investigação de alegações de assédio sexual pelo governador Andrew M. Cuomo, concluímos que o governador se envolveu em conduta que constitui assédio sexual sob a lei federal e do estado de Nova York”, declarou o Resumo Executivo do relatório da investigação.

“Especificamente, descobrimos que o governador assediou sexualmente uma série de funcionárias atuais e ex-funcionárias do estado de Nova York, entre outras coisas, envolvendo-se em toques indesejados e não consensuais, bem como fazendo vários comentários ofensivos de natureza sugestiva e sexual que criaram uma hostilidade no ambiente de trabalho para mulheres”, acrescenta o documento, de acordo com o The Christian Post.

A conta chega

Ao longo de 2020, Andrew Cuomo não desperdiçou oportunidades para demonstrar seu desprezo pelos cristãos do país.

Em abril de 2020, ele se apressou para dizer que havia controlado a pandemia do novo coronavírus, e que o mérito era das pessoas, e não de Deus.

Cuomo, que se diz católico, disse numa entrevista que a queda no número de novos casos ocorreu “porque reduzimos o número” através do lockdown, e acrescentou: “Deus não fez isso. A fé não fez isso. O destino não fez isso. Muita dor e sofrimento fizeram isso”, alardeou.

Na ocasião, o pastor Franklin Graham repreendeu Cuomo publicamente, recomendando cautela: “Sempre devemos ter cuidado com o que devemos receber. Sim, devemos ser cautelosos e combater a disseminação, mas não se engane – Deus pode nos ajudar. Seu poder é tão infinito quanto Seu amor”.

Semanas depois, Andrew Cuomo mostrou sua faceta vingativa, ao cobrar impostos da entidade dirigida por Franklin Graham, a Samaritan’s Purse, que montou um hospital de campanha no Central Park para atender, gratuitamente, pacientes de covid-19 que precisavam de cuidados médicos e até internação.

O hospital de campanha da entidade cristã tratou 315 pessoas, mas para o governador Andrew Cuomo, a Samaritan’s Purse deveria pagar os impostos estaduais por prestar atendimento: “Não estamos em condições de fornecer subsídios no momento, porque temos um déficit de US$ 13 bilhões”, desdenhou.

pastor, então, evitou responder diretamente ao governador e comentou que apenas atendeu ao chamado dos responsáveis pelo Hospital Mount Sinai, para quem prestaram assistência.

“Foram eles quem nos chamaram originalmente. Nós não ligamos para eles; eles nos ligaram. E concordamos em ir e não lhes cobramos um centavo. Todos os nossos serviços foram pagos pelo povo de Deus”, afirmou o filho de Billy Graham.

Morte de idosos

A renúncia do governador de Nova York vem na esteira de questionamentos sobre a ocultação dos casos de morte de idosos em casas de repouso por covid-19. Cuomo foi um dos mais radicais defensores do lockdown, mas teria atuado para impedir que as mortes de idosos, que já estavam isolados, fossem noticiadas.

“A ex-assessora dele confirmou que eles esconderam o número de idosos mortos em algumas casas de idosos, exatamente porque na época era ainda o presidente Donald Trump e isso causaria um rebuliço político. Ele [Andrew Cuomo] já foi considerado pelos democratas como um possível nome para substituir Joe Biden, escreveu um livro ano passado chamado ‘A liderança dentro da covid’, e no entanto, nada disso foi investigado. Mais de 10 mil idosos morreram em casas de idosos de Nova York”, comentou Ana Paula Henkel, na rádio Jovem Pan.

O esforço do governador em ocultar os casos que depunham contra sua estratégia de lockdown, porém, está caindo por terra: “Isso tudo está vindo à tona. A investigação começou exatamente por uma procuradora democrata […] O Partido Democrata continua a hipocrisia de apontar o dedo e varrer a sujeira para debaixo do tapete”.

Fonte: https://institutogamaliel.com/governador-que-debochou-de-deus-na-pandemia-renuncia-ao-cargo/

BOLSONARO X IGREJA: Silas Malafaia arrasa em entrevista a Veja sobre o contexto político

Por Rodolfo Capler Atualizado em 14 ago 2022, 10h04 – Publicado em 14 ago 2022, 09h37

Nas últimas semanas, iniciamos aqui nesta coluna, uma série de entrevistas com grandes lideranças evangélicas do Brasil. Com isso, intentamos informar os leitores sobre as diversas interpretações do cenário religioso evangélico brasileiro e de que modo essas formulações interferem no processo político do país. Até o momento, entrevistamos o cantor gospel Leonardo Gonçalves e os pastores Antônio Carlos Costa (Rio de Paz), Caio Fábio (Caminho da Graça) e Ed René Kivitz (Igreja Batista de Água Branca). Com contundentes críticas às igrejas evangélicas e ao apoio substancial de boa parte dos pastores ao presidente Bolsonaro, os entrevistados pela coluna sustentaram uma posição pessimista em relação ao futuro da igreja no Brasil e apontaram aquilo que julgam constituir seus principais desvios e injustiças. (Foto: Pastor Silas Malafaia Alan Santos/PR/Divulgação)

Com o objetivo de reafirmar o papel desta coluna, que é promover a pluralidade de ideias e fornecer informação pública em consonância com a verdade dos fatos (sem que esta seja impedida por quaisquer interesses), entrevistei o pastor Silas Malafaia, maior representante da ala pentecostal conservadora do país. Com mais de 10 milhões de seguidores em suas redes sociais, Malafaia é pastor há 40 anos e fundador da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, denominação que hoje possui 150 templos espalhados pelo país, com mais de 200 mil fiéis associados. Com seu estilo combativo e assertivo, Malafaia é uma das figuras mais polêmicas e controversas do mundo evangélico. Nas eleições de 2002, foi um dos maiores apoiadores do ex-presidente Lula, porém, hoje se diz arrependido e se levanta como um dos seus mais implacáveis opositores. Em 2010, comprometeu-se com a campanha eleitoral de Marina Silva à presidência da República, porém, dez dias antes do pleito, revelou publicamente sua mudança de voto, por não concordar com a postura da ex-candidata, que à época, havia defendido a ideia de tratar o tema do aborto por meio de plebiscito. Desde as últimas eleições, Malafaia é um dos principais defensores de Bolsonaro e acredita que sua reeleição é a única saída para o país.

Em nossa conversa, Silas compartilhou sua satisfação com o papel social desenvolvido pelos evangélicos, rebateu críticas em relação à aliança de pastores com o bolsonarismo, fez duras críticas ao PT e manifestou dúvidas sobre as pesquisas eleitorais.

Leia a seguir a entrevista: 

Rodolfo Capler – Quando representantes oficiais de uma determinada religião ocupam cargos junto ao Estado, isso configura um “Estado confessional”, o que agride a laicidade estatal. A indicação de pastores evangélicos às principais instâncias do atual governo, não seria uma ameaça ao princípio do Estado laico?

Silas Malafaia – Penso que esta pergunta é um pouco equivocada. Primeiro, você tem que me provar qual foi a igreja que indicou algum pastor ou ministro às principais instâncias de poder do governo. Se existem, gostaria que me dessem os nomes deles. O que há associado à fé evangélica é um ministro do STF – que foi para lá não porque é pastor, mas por possuir notável saber jurídico e por ter sido apoiado por sete dos onze ministros –, a ministra Damares Alves, que também não é escolha nossa e o Milton Ribeiro que foi indicação do presidente Bolsonaro. Ou seja, não houve nenhuma indicação da Bancada Evangélica e de nenhuma liderança evangélica. Se você me apontar um cara que tenha sido indicado pela liderança evangélica ou pela Bancada Evangélica para ocupar um cargo em ministério do governo, eu dou a mão à palmatória.  Então, esta questão é equivocada, porque o camarada pode, simplesmente, ser um pastor com alta formação e ter sido indicado por suas capacidades. Por exemplo, o Milton tem doutorado, era professor e foi para lá não por indicação nossa, mas por suas próprias qualidades. A bem da verdade, no caso do Milton, eu indiquei no lugar dele o Anderson Ribeiro Correia do ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica). O Anderson é um cara top, com um currículo de alto nível, tanto que ele é diretor do ITA, que é um cargo para um oficial de três estrelas da Aeronáutica. Ele é civil e não foi indicado por nós. Mais uma vez eu insisto: quais são as figuras do governo que foram indicadas por nós? O ministro da economia não é evangélico, portanto nós não determinamos sobre a economia. O ministro da educação foi escolha pessoal do presidente Bolsonaro e, como eu disse há pouco, ele é um cara acadêmico de formação que não vivia apenas como pastor. Dessa forma, eu afirmo: nós não estamos ferindo a laicidade do Estado. O que existe é uma tentativa de alijar as pessoas evangélicas do processo político. 

O grande problema é que o camarada pode ser católico, umbandista ou ateu, e ninguém questiona o fato. Mas, se for evangélico é caracterizado como “o evangélico”. Daí, muitos vêm com esta conversa furada de “laicidade do Estado”. O Estado é laico, mas não é laicista. Eu, pastor Silas Malafaia, sou tão cidadão como qualquer outro cidadão, com direitos de opinar e de influenciar como qualquer outro. E é isso o que eu faço. Eu exerço influência e vou continuar a exercê-la. Eu sou cidadão e tenho direitos e deveres. Isso, inclusive, está registrado lá na Bíblia. O apóstolo Paulo diz em sua Carta aos Romanos 13.7: “Dai a cada um o que lhe é devido: a quem tributo, tributo; a quem imposto, imposto; a quem temor, temor; a quem honra, honra”. Paulo também reivindica a sua cidadania em Atos dos Apóstolos 16:35-40, quando ele foi preso injustamente. Todos têm cidadania, direitos e deveres, independente da sua religião. 

Rodolfo Capler – O discurso eleitoral de Bolsonaro e da primeira-dama no último final de semana na Igreja Batista da Lagoinha em BH não é uma agressão à separação entre Igreja e Estado, um dos grandes legados da Reforma Protestante?

Silas Malafaia – Por que viola o princípio da separação entre Igreja e Estado? Uma pessoa deixa de ter princípios religiosos por ser presidente da República, governador ou deputado? Como diz Michael J. Sandel: “Você não pode separar as pessoas de suas convicções religiosas ou filosóficas”. Você já viu um comunista deixar de ser comunista? Ele é comunista em qualquer lugar. Se ele vai à universidade, impõe suas ideias. Se está no meio do empresariado, também expõe suas ideias. O que Bolsonaro e a primeira-dama fizeram foi um ato de cidadania. Por que um cristão não pode expor suas ideias? O que o marxismo tem de melhor que o cristianismo? Nada. Me responda uma coisa: a América, que é a nação mais democrática do mundo, fere a laicidade do Estado quando um presidente faz um juramento com mão em cima da Bíblia? Isso é conversa da esquerda para tentar calar aqueles que têm convicções religiosas. 

Rodolfo Capler – Como o senhor avalia a participação dos evangélicos na política? Eles estão contribuindo positivamente para a mudança do país ou estão apenas se lançando a um projeto político de poder?

Silas Malafaia – Uma coisa que eu acho importante pontuar é que não existe esse negócio de projeto de poder dos evangélicos. Tanto é que Bolsonaro é católico. Por exemplo, outros políticos que eram evangélicos, como o Anthony Garotinho, que foi governador do estado do Rio de Janeiro, não tiveram a mesma capilaridade com os evangélicos, como teve o Bolsonaro. Eu converso com noventa por cento da liderança evangélica e desconheço essa coisa de “projeto de poder político” dos evangélicos. Nós não temos Papa, muito menos uma única liderança, ao contrário, o que temos são múltiplas lideranças. Esse negócio de projeto de poder dos evangélicos é uma balela. O que está acontecendo, na verdade, é que os evangélicos estão se despertando para o direito da sua cidadania. Eu tive o privilégio de ouvir o Dr. João Roberto Marinho (que era católico praticante), me dizer: “Vocês evangélicos dão às pessoas mais pobres e simples a dignidade e o direito de conquistar”. Isso acontece como fruto do legado da Reforma Protestante. Foi a Reforma que fez com que as pessoas das classes baixas conquistassem riqueza, poder e conhecimento. Não foi o socialismo ou o comunismo que promoveram isso. Ou seja, nós evangélicos incentivamos as pessoas a crescerem, a conquistarem e a progredirem. O Estado não faz isso, mas nós o fazemos com muita força. Podem chamar pesquisadores, sociólogos e quem mais quiserem, que eu os desafio a me apresentarem uma instituição que recupere pessoas como a igreja evangélica recupera. Em nosso meio não há apartheid social. Não há homogeneidade de grupos; é tudo misturado. Por exemplo, um diácono que coordena outros obreiros, é soldado no quartel, mas na equipe dele dentro da igreja, tem um coronel que obedece suas ordens. Isso é extraordinário e só ocorre na igreja, de forma que a igreja promove a igualdade entre as pessoas. Já o socialismo, é só teoria…

Rodolfo Capler – De que modo o escândalo de corrupção no MEC, envolvendo dois pastores e o ex-ministro da educação Milton Ribeiro (também pastor), compromete a reputação dos evangélicos?

Silas Malafaia – Primeiro, temos que provar, pois onde há corruptores há corruptos. Até agora não apareceu nada. Eu não estou aqui protegendo ninguém, tanto que um dos primeiros camaradas que pediu investigação profunda sobre o ministro Milton e sobre esses pastores envolvidos fui eu. Inclusive a revista VEJA teve a dignidade de noticiar isso. A liderança evangélica não mandou botar debaixo do tapete, como o PT costuma fazer. Nós queremos a verdade, mas até agora, qual é a prova do envolvimento do ex-ministro Milton Ribeiro? O que temos são apenas ilações. Agora, se encontrarem alguma coisa, tem mesmo é que “botar para quebrar” com a aplicação da justiça. Outra coisa, “dois pastores” envolvidos? Nós somos mais de trezentos mil pastores no país. Não são dois pastores que vão manchar nossa reputação. Eu não sou responsável pela vida dos meus filhos mais velhos, quiçá desses pastores adultos. Cada um deve responder pelos seus próprios atos, seja pastor, seja padre, seja político… Aliás, não é porque um ou dois pastores são corruptos que todos os outros pastores o são. Portanto, nós continuamos pedindo que haja investigação profunda e total.  

Rodolfo Capler – Segundo declarações dos pastores Antônio Carlos Costa, Caio Fábio e Ed René Kivitz, em entrevista a esta coluna, o apoio irrestrito da maioria das lideranças e das igrejas evangélicas ao presidente Bolsonaro, é uma grande ofensa ao evangelho. Como o senhor considera essas afirmações?

Silas Malafaia – Olha, é até constrangedor para mim falar sobre eles. Esses nomes aí não representam nem meio por cento do pensamento da igreja evangélica brasileira. O que eles representam? Eu, particularmente, não sei. Me responda: que ofensa é essa ao evangelho? O fato de alguém ser a favor da família e contra o aborto? Essas são as ofensas? Eu acho que eles estão enganados. É só ver o viés político deles, que não se precisa falar mais nada. Outra coisa: quem são eles? Quem são? Eu não sei… Se já foram importantes, isso ficou no passado, porque hoje a representatividade deles é zero. 

Rodolfo Capler – No último dia 20/07, circulou na internet um vídeo do pastor Osni Ferreira da Igreja Presbiteriana do Brasil, fazendo propaganda eleitoral a Bolsonaro do púlpito de sua igreja. Aos fiéis presentes no templo, Osni disse: “Nós temos que reeleger Bolsonaro. Irmãos, não tem outro caminho para o Brasil”. O senhor acha correto usar o púlpito como palanque político?

Silas Malafaia – Eu respondo pelos meus atos e não pelos atos dos outros. De qualquer forma, eu gostaria de perguntar: é correto fazer das universidades palanque da esquerda? É correto usar os sindicatos como fonte de cabo eleitoral da esquerda? No púlpito da minha igreja eu não falo: “Vocês precisam votar em A ou B”. O que eu faço é dar um panorama do Brasil e demonstrar o que cada candidato apoia. No final, deixo que a congregação decida. Pastores não são donos do voto de ninguém, entretanto, o que o pastor Osni Ferreira disse é a realidade. Se a gente quiser botar o Brasil como Cuba, Venezuela e Argentina é só deixarmos o Lula voltar ao poder. Daí, vamos mergulhar esse país na maior lama, deixando-o pior do que ele era.  

Rodolfo Capler – O senhor tem feito uma série de vídeos no YouTube descredibilizando as pesquisas eleitorais conduzidas com os evangélicos. Por que o senhor duvida das pesquisas?

Silas Malafaia – Se você quer saber o voto das pessoas mais pobres, tem que ir às comunidades carentes. Se você deseja saber o voto das pessoas mais ricas, deve ir às áreas de um nível social mais elevado. Como é que alguém pode saber com cem por cento de certeza sobre o voto evangélico? Porta das igrejas. Nem o Instituto Datafolha, nem o Instituto Paraná, fazem pesquisas aos domingos. Eu desafio quaisquer institutos de pesquisas a fazerem pesquisas nas igrejas de todas as regiões do país e em todas as localidades. Eu garanto que o resultado é o seguinte: 80% dos evangélicos consultados votarão em Bolsonaro e 20% em Lula. Por isso, eu não dou credibilidade às pesquisas eleitorais feitas com evangélicos. Eles não vão às portas das igrejas e assim não conseguem captar a real intenção de voto dos evangélicos. Eu sei muito bem o que eu estou falando, pois vou a todos os lugares deste país e o que vejo nas igrejas é um apoio avassalador ao Bolsonaro. Essas pesquisas estão todas furadas…

Rodolfo Capler – Bolsonaro é o “homem de Deus” para o Brasil?

Silas Malafaia – Eu não apoio candidatos a Deus. Ao contrário, eu apoio seres humanos que possuem defeitos e limitações, mas que têm bons princípios, bons valores e boas crenças. Bolsonaro acredita na família tradicional e nós também acreditamos. Bolsonaro acredita no casamento heterossexual e nós também. Bolsonaro é contra a ideologia de gênero e contra a mudança de sexo de crianças inocentes; nós também. Bolsonaro é contra as drogas e nós também. Agora me responda: qual é a prova de corrupção de Bolsonaro? Pode até haver alguma corrupção pontual dentro do governo, pois, ninguém consegue controlar uma máquina gigantesca como o Estado brasileiro. Entretanto, há uma coisa interessante nesse particular: as estatais nos governos PT de Lula e Dilma nos deram um prejuízo de bilhões de reais. Já no governo Bolsonaro, elas deram lucro de 187 bilhões de reais. Ou seja, Bolsonaro é um cara honesto e por qual razão não votar nele? De novo eu afirmo: eu não estou apoiando candidato a Deus. O presidente não é a quarta pessoa da Santíssima Trindade. Para falar a verdade, eu não concordo com tudo o que ele fala e reconheço seus defeitos. Agora, ele tem muita sinceridade e não é igual as [o pastor cita lideranças de esquerda] que vão com Bíblia para a igreja e simulam oração. É importante que se diga que o Bolsonaro frequenta cultos evangélicos desde a época que ele era deputado federal. Eu mesmo fiz o casamento dele. Portanto, há muitas similaridades entre a vida dele e o que nós acreditamos. Apoiaríamos o Lula e o PT, que juntos fizeram o governo mais corrupto da história? Não tem como.

Rodolfo Capler – Há bases cristãs para apoiar o atual presidente?

Silas Malafaia – Deixa eu te explicar uma coisa na Teologia. Existe a vontade absoluta e a vontade permissiva de Deus. Nós entendemos que quando alguém alcança ou atinge um nível de governança num país, isso acontece pela vontade permissiva de Deus. Não é uma interferência, tanto que Deus autoriza que homens corruptos exerçam liderança em uma nação, como também permite a atuação de homens honestos. Isso ocorre porque Deus tem propósitos de ensinar um povo – às vezes um povo afastado dos caminhos do Senhor. Na verdade, há uma série de argumentos teológicos que eu poderia te apresentar. Agora, Bolsonaro como o “Messias” para o Brasil? Não. Eu não creio nisso, mas penso que ele é um camarada dentro da vontade permissiva de Deus para este tempo. Ele chegou numa hora em que o país estava mergulhado na maior lama de corrupção de sua história, com bilhões de reais subtraídos. Só duas refinarias nos governos do PT, a Abreu e Lima (RNST) e o Comperj no Rio de Janeiro, deram quase 200 bilhões de reais de prejuízo. Voltando à pergunta, eu não tenho uma visão messiânica, porém acredito que Deus tem uma vontade permissiva e que ele exerce justiça e juízo sobre as nações. Se eu pegar a história da Bíblia e a história do mundo, eu vejo isso. 

Rodolfo Capler – O senhor acredita que há hoje no Brasil uma luta do bem contra o mal? 

Silas Malafaia – Sim, eu acredito.Quem foram os caras que afundaram a nossa nação? Qual foi o governo mais corrupto da história? Isso representa o bem? A roubalheira do PT é coisa do bem? Para nós é coisa do mal. Não precisa ser evangélico para saber que quem rouba e afunda uma nação é do mal. Na minha visão religiosa isso é coisa do diabo. Já na visão de quem não comunga da fé cristã é o mal.

Rodolfo Capler – Nas eleições de 2002 o senhor foi um dos grandes apoiadores do ex-presidente Lula. Por que mudou de posição?

Silas Malafaia – Quando eu apoiei Lula eu achava que ele tinha tudo para mudar o Brasil, pois ele vinha do Nordeste e era metalúrgico, refletindo assim uma origem pobre. Inclusive, eu fui membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social da Presidência República, representando os evangélicos. Com o passar do tempo, eu fui percebendo que havia uma grande incoerência entre o discurso do PT e o que o partido apoiava no Congresso Nacional. Uma coisa era falar para o povo e para a mídia e outra coisa bem diferente eram os apoios lá dentro. Eles não abriam mão de todas as suas ideologias. Dessa forma, eu pedi para sair do Conselho, pois, para mim era insustentável participar daquilo tudo. Em 2006 eu já não apoiei Lula e desde então sustento minha posição de ser contrário ao PT, pois, tudo o que eles defendem fere os meus princípios. 

Rodolfo Capler – Na igreja evangélica há espaço para os cristãos de esquerda?

Silas Malafaia – Jesus diz no Evangelho de Mateus capítulo 6, que “ninguém pode servir a dois senhores”. A Bíblia também afirma que não pode sair duma mesma fonte, água doce e água amarga. Dito isto, eu queria entender como um cristão, que deve ter os seus fundamentos na Bíblia (fundamentos tais como casamento heterossexual e a valorização da vida), defende uma ideologia que defende casamento gay, aborto e ideologia de gênero. Como é que tal indivíduo consegue ser cristão? Como alguém pode ser marxista e cristão? Eu queria saber como isso é possível. Na verdade, é impossível um cristão verdadeiro ser de esquerda! Jesus fala de dois caminhos: um largo e um estreito. Você tem que escolher um dos dois. Sabe que a coisa mais terrível é querer adaptar a Bíblia às pessoas e não o contrário. É o ser humano que deve se submeter aos princípios de Deus e não Deus aos seus. 

Rodolfo Capler – O chamado “marxismo cultural” é um projeto em curso para destruir a família tradicional e a igreja? Como o senhor enxerga esta questão?

Silas Malafaia – A revolução comunista/marxista foi a mais sangrenta da história. Eles mataram mais de 100 milhões de pessoas.O marxismo viu que não adiantava conquistar as pessoas à bala. Então, entendeu que o caminho de dominação era por meio da cultura. Quais são últimos redutos de autoridade da sociedade? A família nuclear. Então, o que deve-se fazer? Destruir a família. Para isso, o ataque deles é desferido contra a igreja que é divina. O marxismo cultural foi estabelecido e está avançando, porém é fadado ao fracasso, pois a Bíblia diz que “a igreja do Deus vivo, coluna e firmeza da verdade”, vai prevalecer. Jesus afirmou que “as portas do inferno não prevalecerão contra a igreja”. O que o marxismo cultural deseja é alterar o paradigma do mundo ocidental, a saber, o modelo judaico-cristão. Qual é a mais importante tradição do mundo ocidental? O cristianismo.  Direitos Humanos, proteção à vida, valorização da mulher, da criança e do idoso; a formação da Europa e das Américas e as maiores universidades do mundo são herança do cristianismo e não do socialismo. Toda a vida do Ocidente está permeada pelo cristianismo, de tal modo que se não houvesse o cristianismo, o Ocidente seria uma sociedade de bárbaros. O que o marxismo cultural almeja é mudar o paradigma ocidental judaico-cristão para o modelo humanista-ateísta. Eles também querem destruir a família e a igreja para fazer uma sociedade de informes dominada por uma elite política. 

Rodolfo Capler – Qual mensagem o senhor gostaria de deixar para o eleitor evangélico?

Silas Malafaia – Quero deixar alguns conselhos. O primeiro, é que devemos cumprir aquilo que está na Bíblia, especialmente em 1ª Timóteo capítulo 2.  Devemos orar pelas nossas autoridades. O segundo conselho, é usar a “mente de Cristo”, a qual o apóstolo Paulo, em 1ª Coríntios 2.14-16, diz que todo cristão possui. Ou seja, a mente de Cristo dá ao cristão a capacidade de discernir as coisas mais profundamente que quaisquer outras pessoas conseguem fazê-lo. Dessa forma, eu pergunto ao eleitor evangélico: como é que você vai votar em alguém, cujo governo foi o mais corrupto da história (me refiro ao PT)? Como é que você vai votar em alguém que defende casamento gay, aborto e ideologia de gênero? Quem tem a mente de Cristo não vota no PT. Eis o meu terceiro conselho: que o eleitor evangélico se atente para os valores dos candidatos políticos. Os cristãos devem apoiar valores, muito mais do que pessoas. Quem nesse momento da vida do Brasil está mais afinado com os nossos valores? Lula ou Bolsonaro? É óbvio que é o presidente Bolsonaro. Aliás, ele tem feito um esplendoroso trabalho escondido em todas as áreas, incluindo a área social. Por fim, concluo dizendo que nós não temos nenhuma opção além de Bolsonaro para presidente do Brasil. Que Deus abençoe o Brasil. Que Deus abençoe a todos!

* Rodolfo Capler é teólogo, escritor e pesquisador do Laboratório de Política, Comportamento e Mídia da Fundação São Paulo/PUC-SP

https://veja.abril.com.br/coluna/matheus-leitao/um-pais-terrivelmente-evangelico-entrevista-com-o-pastor-silas-malafaia/?fbclid=IwAR2-5AM9eitBw2p6N7LTzYX7hUaETpBdXIFdFYayjUF9YriFlVs2sUNSrlk

Vivendo nos Últimos Dias

Ron J. Bigalke

Perseverança é uma das palavras mais usadas ao longo das cartas do Novo Testamento. O povo de Deus é continuamente exortado a perseverar. Por quê? Pois experimentamos desafios, dificuldades e oposição que nos impedem de perseverar. Por isso encontramos o constante encorajamento a perseverar.

A maioria das pessoas não estava familiarizada com O Senhor dos Anéis antes do lançamento dos filmes. Talvez agora a maioria esteja, no mínimo, ciente do enredo geral. Um dos personagens principais, Frodo, precisa levar o amaldiçoado “anel do poder” (um símbolo do mal) para ser destruído em Mordor, onde fora forjado por Sauron, o Senhor das Trevas, que é o vilão principal. Ao longo da série de ficção (sejam os livros ou os filmes), a perseverança de Frodo é aparente. Ele está sempre consciente do tremendo dever que cabe somente a ele. Ao perceber os desafios, dificuldades e oposição à sua perseverança, Frodo afirma repetidas vezes: “Eu sei o que devo fazer”.

Em Hebreus 12, a Bíblia nos ensina essa mesma perseverança: “Portanto, também nós, visto que temos a rodear-nos tão grande nuvem de testemunhas, livremo-nos de todo peso e do pecado que tão firmemente se apega a nós e corramos com perseverança a carreira que nos está proposta, olhando firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus, o qual, em troca da alegria que lhe estava proposta, suportou a cruz, sem se importar com a vergonha, e agora está sentado à direita do trono de Deus” (versos 1-2).

Somos ensinados, tanto por exemplos quanto por preceitos, a perseverar – pelas vidas de Abraão, José, Moisés, Davi, Daniel, Paulo e outros. Repetidamente, a Bíblia exorta o povo de Deus a perseverar. O exemplo supremo de perseverança é o Senhor Jesus Cristo, que “em troca da alegria que lhe estava proposta, suportou a cruz, sem se importar com a vergonha”. Apesar dos sofrimentos ou oposição – seja emocional, física ou espiritual – todos aqueles que confiam em Cristo para a salvação são encorajados a perseverar. A vida pode ser um desafio, especialmente quando se busca viver de uma forma que agrade a Deus. A Bíblia é totalmente verdadeira e, ao perseverar com integridade, o crente experimenta o poder transformador das Escrituras que o capacita a permanecer firme.

O alerta (2Timóteo 3.1-9)

“Nos últimos dias”, a depravação humana ficará progressivamente pior, representando um desafio muito real para aqueles que buscam ser fiéis a Deus. Os “últimos dias” referem-se ao período entre a primeira vinda do Senhor e o seu retorno (isto é, a era interadventos). Os dias são “últimos” pois compreendem a extensão final da presente era da igreja. Um componente primário da vida piedosa é ter uma visão apropriada do futuro. O conceito de esperança afeta diretamente a perspectiva do cristão quanto ao futuro. A esperança de um crente envolve o resultado final e justo da história e das questões humanas; a expectativa da ressurreição corpórea; e a antecipação de que, mesmo no presente, há oportunidades e privilégios de serviço, além da provisão graciosa do Senhor para cada necessidade do seu povo.

A esperança bíblica também considera a natureza humana com um realismo sincero, entendendo a direção da história antes da segunda vinda de Jesus Cristo. O livro de Juízes, por exemplo, parece dar a entender que a história tende a se deteriorar como um resultado da depravação humana. Essa ideia é certamente evidente no início da história da humanidade antes do Dilúvio em Gênesis, e é novamente manifesta na profecia de Jesus quanto ao futuro, em Mateus 24–25. Ainda assim, os “últimos dias” também são caracterizados pela graça de Deus, no sentido de que a salvação está disponível para “todo” aquele que crer (João 3.16-21,36).

As características da impiedade, conforme descritas nos versículos 2-5, são similares ao tempo presente. Portanto, o que as Escrituras dizem é muito importante. “Egoístas” é o primeiro item na lista de males morais, o que é compreensível, uma vez que é a essência de todo pecado e a fonte da qual brotam todas as outras características. O egoísmo resulta em desejos que consomem a alma. O novo nascimento em Cristo destina-se a fazer com que os indivíduos “não vivam mais para si mesmos, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou” (2Coríntios 5.15).

A principal preocupação dos egoístas são seus próprios desejos, logo, eles naturalmente amarão o dinheiro, que pode suprir esses anseios. Pessoas “orgulhosas” sempre querem toda a atenção para si, e por isso procuram exibir-se ao máximo. “Arrogantes” refere-se àqueles que se exaltam acima dos outros. Muitas pessoas hoje têm pouco respeito por Deus, e praticamente nenhuma humildade na presença de autoridades legítimas. “Blasfemadores” falam o mal, especialmente a respeito de Deus. Blasfemadores orgulhosos e arrogantes agem como se eles fossem as pessoas mais importantes. Infelizmente, muitos vivem como se Deus ou qualquer outra pessoa não importassem.

“Desobedientes aos pais” é outro exemplo de obstinação. No Antigo Testamento, Deus é o Pai de Israel. Jesus chamou Deus de Pai e ensinou seus seguidores a fazerem o mesmo. Os cristãos se relacionam com Deus como Pai através de Jesus, o Filho. Deus é Pai, não apenas por ser o Criador, mas também porque ele é o Salvador. Quando o ego é enfatizado, as pessoas acreditam que merecem mais do que já possuem. Portanto, é importante lembrar: “Toda boa dádiva e todo dom perfeito vêm lá do alto” (Tiago 1.17a). Assim, a pessoa deve responder a Deus com gratidão por sua boa graça.

Os “ímpios” são aqueles que não possuem pureza interior, e que podem até zombar dessa noção (cf. 1Timóteo 1.9). Não ter “afeição natural” é viver sem ter amor, particularmente para com os parentes de sangue. Aqueles que são “implacáveis” acham natural serem “caluniadores”, o que significa participar do caráter de Satanás. “Sem domínio de si” significa não ter qualquer limite; eles se tornam “cruéis” (selvagens desumanos), desprezando qualquer traço de bondade. As pessoas descritas são totalmente contrárias ao espírito de Cristo, que é “manso e humilde de coração” (Mateus 11.29).

Uma vez descritos aqueles que apenas buscam os seus próprios desejos, praticamente sem pensar em como outros serão afetados, esses indivíduos também têm pouco interesse em questões de importância eterna. Eles são, portanto, desrespeitosos para com coisas espirituais, mesmo enquanto tentam manter uma aparência piedosa (2Timóteo 3.4-5). Apaixonados por satisfazer prazeres carnais (verso 6), eles estão “sempre aprendendo” – simplesmente por interessarem-se por ideias novas (simplesmente por que algo é novidade) – mas “nunca conseguem chegar ao conhecimento da verdade” (verso 7).

Os indivíduos descritos são comparados a “Janes e Jambres”, que “resistiram a Moisés” (verso 8). Sempre há alguém para se opor à verdade. “Nos últimos dias”, tais pessoas ficarão cada vez piores. Com base na referência à sobrecarga de pecados (verso 6), parece que elas se opõem principalmente à doutrina da depravação humana e a necessidade de redenção.

Embora possa parecer que indivíduos diabólicos e a proliferação de falsas ideias e filosofias estejam superando a verdade, a Escritura afirma que tais aparentes sucessos são temporários: “Mas esses não irão longe…” (verso 9). O poder e a verdade de Deus irão expor a “insensatez” a todos, assim como Janes e Jambres foram eventualmente humilhados porque seu poder era inadequado e limitado. Enganos e mentiras se deterioram e, nessas ruínas, as falsas crenças daqueles que as promoveram são reveladas em sua tolice inerente. Deus é soberano, e o espírito do anticristo dos últimos dias nunca irá derrotar o Senhor.

A incumbência (2Timóteo 3.10-17)

O que o povo de Deus pode aguardar nos últimos dias? A maneira distinta pela qual um seguidor de Cristo vive (seu “ensino”, “conduta”, “propósito”, “fé”, “paciência”, “amor”, “perseverança”) resultará em “perseguições e… sofrimentos” (versos 10-11) A vida de fé sempre resultará em oposição, mais cedo ou mais tarde (verso 12), pois “os perversos e impostores irão de mal a pior” (verso 13). O conflito é inevitável quando o compromisso dos crentes com a Palavra viva e a Palavra escrita é diretamente oposto às ideias e práticas do mundo em geral. Um estilo de vida piedoso convencerá outros do pecado; por esse motivo, ele sempre provocará uma resposta volátil dos descrentes.

Em tempos e circunstâncias difíceis, não é incomum sentir-se desencorajado, até mesmo desesperançoso e cansado. Quando esses sentimentos surgem, é sempre bom focar novamente a atenção naquilo que é verdade (versos 14-15). As pessoas agem de acordo com aquilo que creem. A vida fiel é possível quando se possui o conhecimento da verdade e então se age de acordo com essas crenças nas decisões diárias, além dos comportamentos que são adotados. A realidade da fé em Deus é provada pela perseverança.

A verdade de Deus inclui “toda a Escritura” (verso 16), o que significa o Antigo e Novo Testamentos inteiros. A frase “inspirada por Deus” deriva-se do grego theopneustos, que significa “soprada por Deus”. Deus é a origem da Escritura, e a Bíblia representa seu pensamento. Deus tomou a iniciativa e deu sua verdade por meio do Espírito Santo, que impeliu humanos falhos como escritores, mas milagrosamente os supervisionou enquanto escreviam, impedindo assim qualquer erro ou omissão na Escritura. A Escritura é “soprada por Deus” e podemos confiar nela como sendo inerrante e infalível. A confiabilidade da Escritura significa que ela é uma fonte segura e digna de crença. Deus deu sua Palavra para revelar a si mesmo e a sua verdade para a humanidade. A Escritura torna os humanos falhos sábios para a salvação e ouvi-la e obedecê-la certamente dará a você a força e a sabedoria necessárias para viver nos últimos dias (verso 17).

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Ron J. Bigalke é Ph.D. em teologia e o fundador e diretor da missão Eternal Ministries. O dr. Bigalke lecionou diversos cursos para escolas e seminários bíblicos, e continua dando aulas nas áreas de apologética e teologia. Suas experiências em igrejas e em cargos de liderança incluem os ministérios pastoral e de jovens, além de ser um preletor em diversos eventos e conferências. É membro da diretoria da Chamada nos EUA.

Fonte: Portal Chamada – https://www.chamada.com.br/mensagens/vivendo_nos_ultimos_dias.html

Monkeypox: Bactérias resistentes já se espalhavam entre gays, desde 2008, conforme alertas médicos

Por LAWRENCE K. ALTMAN THE NEW YORK TIMESPublicado em 15 de janeiro de 2008 | 21h34 – Atualizado em 4 de maio de 2013 | 22h02

NOVA YORK, EUA – Uma nova cepa altamente resistente a medicamentos das bactérias Staphylococcus aureus resistentes à meticilina (MRSA) está se espalhando entre homens gays em São Francisco e Boston, relataram pesquisadores na noite de segunda-feira.

De acordo com um estudo publicado no site da revista “Anais da Medicina Interna”, as bactérias aparentemente são transmitidas mais facilmente através de relação sexual anal, mas também através do contato casual pele a pele e através do toque em superfícies contaminadas.

Os autores advertiram que, a menos que laboratórios de microbiologia consigam identificar a cepa e os médicos prescrevam a terapia de antibióticos apropriada, a infecção pode se espalhar logo entre outros grupos e se tornar uma ameaça maior. Segundo os pesquisadores, a nova cepa parece ter “se espalhado rapidamente” em populações gays em São Francisco e Boston, e “tem o potencial para a disseminação rápida e em nível nacional” entre homens gays.

O estudo foi baseado em uma análise de registros médicos de ambulatórios das duas cidades e de nove centros médicos de São Francisco. O bairro de Castro, em São Francisco, tem o maior número de residentes gays nos EUA, de acordo com dados da Universidade da Califórnia. Um em cada 588 moradores está infectado com a nova cepa de MRSA resistente a vários medicamentos, descobriu o estudo.

Na cidade em geral, os números são de um infectado para cada 3.800 habitantes, segundo análises estatísticas. Uma parte separada do estudo revelou que os homens gays de São Francisco têm 13% a mais de chances de serem infectados do que outras pessoas na cidade.

Os pesquisadores de São Francisco sugeriram que lavar com sabão e água pode ser a forma mais eficaz de impedir a transmissão pele a pele, particularmente após atividades sexuais.

Resistência

Antes, o MRSA era transmitido principalmente em hospitais. Mas no últimos anos, um grande número de pessoas saudáveis contraiu a bactéria fora desses locais. Aproximadamente 19 mil pessoas morreram nos EUA de infecção por MRSA em 2005, segundo dados dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDCs).

A nova cepa é bem parecida com as cepas anteriores. Ela é conhecida como MRSA USA300. Essa cepa é muito mais difícil de ser tratada porque é resistente não só à meticilina, mas também a muitos outros antibióticos usados para se tratar as primeiras cepas identificadas, relatou disse Henry F. Chambers, um dos autores do estudo. A nova cepa contém um plasmídeo chamado pUSA300. “Esse clone específico é resistente a pelo menos outros três medicamentos: a clindamicina, a tetraciclina e a mupirocina”, explicou Chambers.

https://www.otempo.com.br/brasil/bacteria-resistente-se-espalha-entre-gays-1.270650